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Ciência e Cultura - Agência de notícias da Bahia
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Entrevistas

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BIOGEOGRAFIA E CONSERVAÇÃO Thaís Guedes

Em entrevista à Agência de Notícias, a pesquisadora Thaís Guedes, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), trata da importância da análise de padrões de distribuição de espécies de anfíbios e répteis. Além disto, explica o que é a Biogeografia Integrativa e como ela pode contribuir para a conservação da herpetofauna. Guedes foi uma das ministrantes do simpósio “Biogeografia e Conservação Aplicadas à Herpetofauna”, realizado no dia 22 de julho, durante o VI Congresso Brasileiro de Herpetologia, no Hotel Fiesta, em Salvador.

TAXONOMIA INTEGRATIVA Ivan Sérgio Nunes Silva Filho

No dia 22 de julho, o pesquisador Ivan Sérgio Nunes Silva Filho, do Museu Zoológico da Universidade Federal da Bahia, coordenou o minicurso Taxonomia integrativa e a classificação dos anuros neotropicais no CBH 2013. Durante o minicurso, os participantes tiveram acesso a informações como introdução a “Taxonomia Integrativa” sob o ponto de vista da abordagem integrativa, bases de dados disponíveis para estudos comparados (morfologia, genética, acústica, comportamento etc) e como usá-las, classificação dos grandes grupos (Familias) atualmente reconhecidos filogeneticamente e suas respectivas diagnoses sinapomórficas e putativas. A seguir, o pesquisador responde algumas perguntas relacionadas ao tema do minicurso.

OFIOLOGIA Ricardo Jannini Sawaya

Acontecerá no dia 25 de julho, durante o CBH 2013, o simpósio Biogeografia de serpentes neotropicais: integrando evolução e conservação. Coordenado pelo pesquisador Ricardo Jannini Sawaya, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o encontro trará resultados de análises relativas aos padrões de distribuição de grupos de serpentes da região neotropical. O simpósio contará ainda com as participações dos pesquisadores Thaís Guedes, do Instituto Butantan, que falará sobre Biogeografia Histórica e evolução das biotas Neotropicais, e Cristiano Nogueira, do museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, que discorrerá sobre a Diversidade Filogenética e Biogeografia da Conservação. A seguir Ricardo Sawaya, em entrevista, fornece informações sobre o tema do simpósio.

HERPETOLOGIA Carlos Rodrigues de Moraes Neto

Técnicas de taxidermia desenvolvidas especificamente para répteis e anfíbios serão apresentadas no minicurso Taxidermia de Repteis e Anfíbios, que acontecerá no dia 22 de julho, durante o CBH 2013. Coordenado pelo professor Carlos Rodrigues de Moraes Neto, do Departamento de Vertebrados do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o minicurso abordará tópicos como história da taxidermia, protocolos clássicos de preservação, apontamentos sobre coleta de répteis, novas propostas para a preparação de répteis e anfíbios e noções sobre a manutenção de acervos. A seguir Carlos Rodrigues, em entrevista, fornece informações sobre o tema do minicurso. Ele salienta que para responder às questões abaixo contou com a colaboração de outros dois pesquisadores: Pedro Henrique Reis Cabral, graduando em Ciências Biológicas e auxiliar no minicurso, além de Françoise Nadir Poeys Albuquerque, bióloga e especialista em Educação Ambiental.

VI FÓRUM DO RAN/ICMBIO Vera Ferreira Luz

Na sua sexta edição, o Congresso Brasileiro de Herpetologia vai contar com a participação de três importantes universidades baiana (UEFS, UFBA e UESC). Dentre a programação geral do VI CBH inclui ampla diversidade de assuntos relacionados ao estudo de anfíbios e répteis. Além de diversas atividades simultâneas, tais como apresentações de trabalhos, palestras, conferências, mesas-redondas, oficinas e concursos, na composição do VI Fórum RAN/ ICMBIO, que será melhor explicado pela coordenadora do fórum, a professora Vera Ferreria Luz, em entrevista dada a jornalista Nádia Conceição.

HERPETOLOGIA Monica Jones Costa

A questão da poluição ambiental e o declínio da população de anfíbios é um dos temas do simpósio Ecotoxicologia de Anfíbios: ferramentas para avaliar o impacto de poluentes, que será realizado no dia 26 de julho durante o CBH 2013. Coordenado pela professora Monica Jones Costa, da Universidade Federal de São Carlos, o simpósio fornecerá conceitos-chave acerca da ecotoxicologia e das metododologias necessárias para a realização de ensaios ecotoxicológicos com anfíbios, respeitando a padronização internacional vigente. Monica é graduada em Ciências Biológicas, mestre e doutora em Ciências Fisiológicas e tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Fisiologia Animal Comparada. A seguir, a pesquisadora responde algumas perguntas relacionadas ao tema do simpósio

GÊNERO Clebemilton Nascimento

Clebemilton Nascimento é graduado em Letras com Inglês. Atraído por uma necessidade de estudar questões relacionadas a gênero, e se sentindo preso ao ambiente restrito imposto por Letras, para a discussão desses interesses, resolveu se refugiar no NEIM (Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher da UFBA). Lá encontrou o espaço que precisava para tratar com mais liberdade sobre um tema que lhe agrada, a mulher. Especializou-se em Metodologia e Prática de Ensino em Gênero, lecionou em algumas disciplinas, e também se tornou mestre em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo com a pesquisa Entrelaçando corpos e letras: representações de gênero no pagode baiano. Dissertação que em 2012 foi publicada pela EDUFBA com o título Pagodes baianos: entrelaçando sons, corpos e letras. E é nesse ambiente de interseção entre gênero e musicalidade que ele fala sobre o pagode baiano.

PATENTES - Parte III Érika Aragão

A uniformização de regras monopolísticas para bens essenciais, como medicamentos, é tema de debates no mundo inteiro. No caso brasileiro, esse assunto é ainda mais controverso por causa da peculiaridade do sistema de saúde adotado – o SUS – e a legislação que rege a propriedade industrial no país. Ao mesmo tempo em que a União se propõe a assegurar o acesso universal à saúde, o desenvolvimento da indústria farmacêutica internacional gera produtos novos para tratamento de doenças graves, cujo acesso é restrito aos países ricos uma vez que são tecnologias caras. Essa mesma indústria pressiona o sistema único de saúde, assim como a população, que exige alternativas de ponta para tratamentos médicos. Sobre essa questão, nós conversamos com a economista e Doutora em Saúde Pública, Érika Aragão.

PATENTES - Parte II Rodrigo Moraes

Enquanto o Brasil dá os primeiros passos no Direito Autoral, os países desenvolvidos dão continuidade à busca (iniciada muito antes do despertar brasileiro para a questão das patentes) por mercados na área industrial. As relações entre o sistema de propriedade intelectual brasileiro e a economia mundial são avaliadas pelo Mestre em Direito Privado e Econômico pela Universidade Federal da Bahia, em cuja Faculdade de Direito leciona as disciplinas Direito Civil, Direito Autoral e Propriedade Industrial, Rodrigo Moraes, sócio e um dos diretores da Associação Brasileira de Direito Autoral.

PATENTES - Parte I Júlio César Moreira

Mencionar a proteção do conhecimento implica em trazer à discussão o sistema de patentes, criado para garantir aos autores a exclusividade de exploração das suas invenções durante um determinado período. O estado brasileiro confere o direito exclusivo de exploração de 20 anos para os detentores de patentes de invenção, aquelas que produzem objetos ou métodos completamente novos, aplicados em escala industrial. Já as patentes de modelo de utilidade estão associadas ao aperfeiçoamento de objetos já existentes (como a inserção de dobras na parte superior de um canudo) e têm proteção de quinze anos. Após esses períodos, as criações caem em domínio público. Para compreender melhor o funcionamento do sistema de patentes, iniciaremos uma série de entrevistas sobre o assunto, tendo como primeiro entrevistado o diretor de patentes do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Júlio César Moreira.

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