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Ciência e Cultura - Agência de notícias da Bahia
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Entrevistas

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QUÍMICA Marcos Malta

Seja um ônibus espacial ou um celular, todos são compostos por materiais diversos e, atualmente, a química dos materiais tem foco nas necessidades que você tem e no desenvolvimento de materiais que atendam essa sua necessidade. Para saber mais sobre o tema, o pesquisador e professor do Intituto de Química da UFBA, Marco Malta, nos conta mais sobre o tema, em entrevista realizada pela Agência de Notícias Ciência e Cultura UFBA Malta é doutor em Química (Físico-Química) pela Universidade de São Paulo e atualmente é Professor Adjunto na Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de eletroquímica e química de materiais, atuando principalmente na aplicação de ultra-som na síntese de nanomateriais, interação de nanopartículas metálicas com estruturas biológicas, biomimetismo, eletroquímica e armazenamento/conversão de energia

LIBERDADE DE IMPRENSA Marjorie Moura

Especialista em gestão de informação em mídias integradas, a jornalista Marjorie Moura, 54, é a atual presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba), há 8 anos. Com 28 anos de jornalismo, já atuou como repórter em jornal impresso e rádio, editora e assessora de imprensa. Em entrevista exclusiva à repórter Thainara Oliveira, da Agência de Notícias Ciência e Cultura, Marjorie fala sobre o papel da imprensa brasileira no cenário atual e os fatores que contribuem para a postura da grande mídia e de jornalistas independentes. A presidente afirma que “é necessário parar com as picuinhas e voltar a profissionalizar a comunicação”. Na oportunidade, a jornalista também explicou que a mudança de sede do Sindicato se deu por dois motivos: por economia, pois pagavam aluguel, e pela reformulação das atividades na área do Pelourinho pelo governo do Estado. “Tínhamos essa sede própria [na rua Chile], desde a década de 70, e já estávamos querendo se instalar aqui. Temos nesses tempos difíceis - principalmente com a reforma trabalhista - a missão de reduzir custos”, afirma.

SAÚDE Mariana Sebastião

O câncer é um momento decisivo na vida de quem tem o diagnóstico: as transformações durante o tratamento deixam sua marca na vida do indivíduo; é uma jornada difícil, além de única nos inúmeros pacientes. A jornalista Mariana Sebastião foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos e resolveu contar sua história e as de outras mulheres, que passaram pela mesma situação que ela, no livro A Metamorfose das Borboletas. Confira um pouco mais da experiência dela como paciente e escritora na entrevista concedida à Agência de Notícias Ciência e Cultura

SAÚDE MENTAL Eduardo Nascimento

A fim de chamar a atenção para a saúde mental, esse mês foi nomeado como janeiro branco, tendo sido aprovado como lei por diversas prefeituras municipais no Brasil, além de todo o estados de Pernambuco e São Paulo. Especializado em saúde mental coletiva e psicanálise clínica, o enfermeiro Eduardo Nascimento, que hoje trabalha no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da cidade de Mata de São João, Região Metropolitana de Salvador, revela o que é um transtorno mental, como se diagnostica e quais os tipos de tratamento

RACISMO NA INTERNET Samuel Vida

O crime de racismo na internet e fora dela foi tema de conversa com o coordenador do Programa Direito e Relações Raciais (PDRR/UFBA), Samuel Vida.

INTERNET Sérgio Amadeu

Pesquisador ressalta a importância do princípio da neutralidade da rede protegido pelo Marco Civil da Internet.

DEPRESSÃO Ricardo Sinay

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas no mundo sofrem com a depressão. Para muitos, a doença se configura como o “mal do século XXI”. Entretanto, o médico e psicanalista Ricardo Sinay afirma que a depressão sempre existiu, o que mudou é a nossa forma de enxergá-la, estudá-la, além do aumento das possibilidades de diagnósticos e tratamentos. Com mais de 30 anos de experiência em psicanálise, Ricardo também é médico especializado em endocrinologia e hoje trabalha com análise clínica de pacientes em consultório. Em sua carreira, prestou mais de 15 anos de serviço ao Hospital Irmã Dulce, em Salvador, onde coordenava a linha de pesquisa Psicanálise e Corpo, juntamente a Sociedade Latino-americana de Psicopatologia Fundamental

SAÚDE DA MULHER Aline Manta da Silva

É cada vez mais crescente o número de mulheres que preferem o parto humanizado. De acordo com a fisioterapeuta Aline Manta da Silva, especialista em saúde da mulher, o grande desafio é ampliar o conhecimento sobre a prática tema e ter mais hospitais especializados que dêem conta da demanda na Bahia

REDUÇÃO DE DANOS Gerfson Moreira Oliveira

Considerado como um campo correlato com a saúde mental, a Redução de Danos ainda é um assunto tabu na esfera pública brasileira. De acordo com o professor e pesquisador Gerfson Moreira de Oliveira, professor da Faculdade Baiana de Medicina e Saúde Pública, desde 1980, a partir da epidemia de aids e dos problemas decorrente do uso de drogas, o CETAD-UFBA implantou um dos primeiros programa de redução de danos, a partir da troca de seringas para usuários de drogas injetáveis. Saiba mais sobre este assunto na entrevista completa realizada pelo repórter José Amorim. Gerfson Moreira de Oliveira é especializado em Saúde da Família e em Avaliação Psicológica. Mestre em Saúde, Ambiente e Trabalho pela UFBA e experiência na área de Saúde Mental, Saúde Coletiva, Psicologia Clínica e do Trabalho. Foi Coordenador de Capacitação do CAPSad Gregório de Matos - Aliança de Redução de Danos Fátima Cavalcanti (FMB-UFBA). Atualmente é coordenador de Práticas da Pós-Graduação em Clínica Psicossocial (ARD/FC-UFBA) e professor de Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública

ACESSIBILIDADE CULTURAL Sandra Regina Rosa

Acessibilidade cultural é um tema muito além da criação de espaços culturais com arquitetura acessível. Nas palavras da professora Sandra Rosa (UNEB), na Bahia e no Brasil em geral não temos nenhum equipamento que seja verdadeiramente acessível. “Têm um ou outro que têm uma rampa e um banheiro. Normalmente não passa disso” Nesse sentido, é preciso repensar nossa compreensão acerca do tema, tomando consciência de que as pessoas com alguma deficiência também querem e têm tanto direito quanto às outras de consumir produtos culturais e artísticos. Atualmente a maioria dos projetos culturais pensa a acessibilidade apenas para atender a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e conseguir financiamento a partir da Lei Rouanet. Essa é uma realidade que precisa ser mudada e começa a partir da mudança do nosso olhar para com as deficiências. Entenda mais sobre o assunto com a entrevista na íntegra.

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