O imaginário brasileiro é repleto de estereótipos quando o assunto é o índio, mas a sociedade tem procurado ter uma visão mais real desta questão. Neste contexto, o Professor Francisco Guimarães, da Universidade Estadual da Bahia, fala da realidade atual da população indígena e da influência da educação brasileira e da mídia na percepção que a sociedade tem do índio.
Além dos sites locais, elencamos como sites de estudo “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “O Estado de São Paulo” e outros internacionais, que seriam casos mais referenciais para olharmos os estágios da convergência: o “El País” (Espanha), o “Le Monde” (França) e ‘Publico’ (Portugal). Depois realinhamos isso para incluir também o ‘The New York Times’ (Estados Unidos).
Temas como prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez precoce eram polêmicos e havia poucas respostas para os problemas relacionados a estes assuntos. Com o maior esclarecimento da sociedade, o Brasil ao longo do tempo passou a lidar melhor com essas questões. Por isso, fomos entrevistar a pesquisadora Maria da Conceição das Chagas de Almeida que vem acompanhando o processo de conscientização da sociedade brasileira, principalmente de jovens e adolescentes, quanto ao uso de métodos anticoncepcionais. Ela nos ajuda compreender a atual situação da sociedade ao lidar com estes casos.
Depois do Mestre dos Mares Aleixo Belov e do Dr. Roberto Santos, grande nome da ciência na Bahia, a Web Rádio Jovem Cientista entrevista o paleontólogo Alexander Kellner, um dos conferencistas do 3º Encontro de Jovens Cientistas da Bahia! Graduado em Geologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alexander Kellner cursou doutorado em universidade internacional, a Columbia University (Nova Iorque). As suas linhas de pesquisa envolvem principalmente répteis fósseis, tais como pterossauros, dinossauros e crocodilomorfos. Kellner já participou da descoberta e descrição de dezessete novas espécies de vertebrados fósseis, tendo publicado mais de 70 estudos inéditos em periódicos nacionais e internacionais. Tem em seu currículo mais de 200 publicações entre artigos de periódicos, capítulos de livros, resumos e artigos de divulgação científica. O pesquisador já organizou diversas expedições em distintas partes do mundo como o deserto do Atacama, no Chile, Montana, nos Estados Unidos, Patagônia, na Argentina e a região de Kerman, no Irã. Também realizou atividades voltadas para a divulgação científica, tais como exposições, destacando-se a mostra No tempo dos dinossauros inicialmente inaugurada no Museu Nacional/UFRJ (1999) e atualmente exposta no Museu de Ciências da Terra (DNPM/RJ). As suas atividades de pesquisa fazem com que ele seja continuamente procurado pelos meios de comunicação, tendo sido publicados pela imprensa escrita, apenas nos últimos cinco anos, mais de 100 artigos sobre seus trabalhos, contribuindo para a divulgação do conhecimento paleontológico para todos os públicos.
Marcos Pontes foi o primeiro astronauta brasileiro a participar de uma missão espacial. Há seis anos, ele decolou a bordo da espaçonave russa Soyuz TMA-8 rumo à Estação Espacial Internacional, retornando à Terra no dia 09 de abril de 2006. Tendo realizado o sonho de quase todas as crianças do mundo, Marcos Pontes se destaca como o primeiro astronauta profissional do Hemisfério Sul do Planeta, formado pela NASA, a viajar pelo espaço com a bandeira de seu país. Após a sua volta, o cosmonauta tem se dedicado a participar de diversos eventos no Brasil e no mundo contribuindo para o ensino das ciências e colaborando na luta pela educação de qualidade entre as crianças e jovens de escolas públicas e privadas brasileiras.
Deixar de pensar o orçamento doméstico dos agricultores familiares, como sendo exclusivamente agrícola, representa um grande avanço para o grupo Agricultura Familiar e Desenvolvimento Territorial, segundo o coordenador Vitor de Athayde Couto. Ele é professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e referência na área em que atua. Acredita que a formação de pessoas para o trabalho com a realidade é algo muito importante e considera o espaço rural a sua sala de aula. Uma das tarefas atuais é a de tradução do livro “Projetos de desenvolvimento agrícola: manual para especialistas” pela Editora da UFBA (Edufba).
Gisele Nussbaumer é professora da Faculdade de Comunicação e ministra disciplinas na Graduação em Produção Cultural e na Pós-Graduação em Cultura e Sociedade do Instituto de Artes e Humanidades – IAH da UFBA. Nesta entrevista, fala sobre a necessidade de maior investimento em pesquisa no campo da cultura e afirma que os editais lançados pela Secretaria de Cultura tem por objetivo possibilitar maior incentivo na área e se consolidam como uma prática salutar na política cultural do estado.
Mestre e Doutor em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Teófilo Alves Galvão Filho é especialista em Informática na Educação pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Professor credenciado do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Ufba e pesquisador do grupo de pesquisa cadastrado no CNPq "Educação Inclusiva e Necessidades Educacionais Especiais", nesta entrevista, o pesquisador fala sobre educação inclusiva e do que significar tratar deste tema na escola, do ponto de vista das chamadas tecnologias assistivas. Avalia, também, a condição das escolas de Salvador em tal processo, bem como, as políticas públicas relacionadas ao tema.
Autor do capítulo “A Economia de Salvador e a Formação de sua Região Metropolitana”, do livro “Como anda Salvador”, o professor e economista Paulo Henrique de Almeida analisa as mudanças entre o panorama traçado na pesquisa, publicada em 2006, e o atual cenário da economia soteropolitana, além de comentar algumas questões chaves para o crescimento da cidade. Almeida, que atualmente é Superintendente de Planejamento Estratégico da Secretária do Planejamento do Estado da Bahia (SEPLAN), considera que Salvador já é um “grande mercado” e que os indicadores sociais melhorarão nos próximos anos. Segundo ele, a chave para o crescimento da cidade são os serviços empresariais, sociais e de turismo. O superintendente ainda critica a prática da “guerra fiscal”, afirmando que o recente incentivo às importações para a criação de empregos portuários é um “tiro de misericórdia na indústria nacional”.
Pasqualino atua como professor dos cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA. Em seus projetos, defende sempre pensar a arquitetura antes de fazê-la. Nesta entrevista, ele fala sobre seus projetos de pesquisa atuais no plano de imanência filosófico do pensamento rizomático e sua Lógica da Multiplicidade, também conhecida por Lógica da Diferença.