Considerado como um campo correlato com a saúde mental, a Redução de Danos ainda é um assunto tabu na esfera pública brasileira. De acordo com o professor e pesquisador Gerfson Moreira de Oliveira, professor da Faculdade Baiana de Medicina e Saúde Pública, desde 1980, a partir da epidemia de aids e dos problemas decorrente do uso de drogas, o CETAD-UFBA implantou um dos primeiros programa de redução de danos, a partir da troca de seringas para usuários de drogas injetáveis. Saiba mais sobre este assunto na entrevista completa realizada pelo repórter José Amorim. Gerfson Moreira de Oliveira é especializado em Saúde da Família e em Avaliação Psicológica. Mestre em Saúde, Ambiente e Trabalho pela UFBA e experiência na área de Saúde Mental, Saúde Coletiva, Psicologia Clínica e do Trabalho. Foi Coordenador de Capacitação do CAPSad Gregório de Matos - Aliança de Redução de Danos Fátima Cavalcanti (FMB-UFBA). Atualmente é coordenador de Práticas da Pós-Graduação em Clínica Psicossocial (ARD/FC-UFBA) e professor de Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública
Preservar as águas através da criação de um Parque Marinho no bairro da Barra, em Salvador, foi o tema central do debate que reuniu pesquisadores e ambientalistas na UFBA, em evento realizado de 16 a 18 de outubro
A falta de representatividade da mulher, em especial a negra, na carreira científica ainda é está longe da igualdade
Evento discutiu a crescente onda de intolerância no mundo. Para as palestrantes, o questão não é recente e têm origem em processos colonizatórios
O evento discutiu a necessidade de defender o ensino superior gratuito e os prejuízos consequentes da redução de verba para a área de Ciência, Tecnologia e Inovação
O uso de células-tronco para pesquisas e terapia celular é ainda pouco regulamentado no Brasil. Isso dificulta o progresso das pesquisas nacionais, impedindo que algumas delas sejam aplicadas no país. Enquanto outros países do mundo já têm legislação madura sobre o tema e estão desenvolvendo tratamento de doenças, o Brasil se limita às pesquisas experimentais
Partos humanizados permitem uma experiência mais adequada à gestante, permitindo seu protagonismo e a defesa de seus direitos
Projeto pretende plantar mais de 400 espécies nativas da Mata Atlântica pelos campi da UFBA
Apesar do crescente debate em torno da acessibilidade, no âmbito das produções culturais esses recursos ainda são negligenciados. Para especialistas, esse problema é gerado devido a falta de conhecimento e de interesse da maioria da população. As pessoas com deficiência ainda sofrem com preconceito e nas produções artísticas e eventos culturais essa realidade não está sendo diferente das outras áreas.
Acessibilidade cultural é um tema muito além da criação de espaços culturais com arquitetura acessível. Nas palavras da professora Sandra Rosa (UNEB), na Bahia e no Brasil em geral não temos nenhum equipamento que seja verdadeiramente acessível. “Têm um ou outro que têm uma rampa e um banheiro. Normalmente não passa disso” Nesse sentido, é preciso repensar nossa compreensão acerca do tema, tomando consciência de que as pessoas com alguma deficiência também querem e têm tanto direito quanto às outras de consumir produtos culturais e artísticos. Atualmente a maioria dos projetos culturais pensa a acessibilidade apenas para atender a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e conseguir financiamento a partir da Lei Rouanet. Essa é uma realidade que precisa ser mudada e começa a partir da mudança do nosso olhar para com as deficiências. Entenda mais sobre o assunto com a entrevista na íntegra.