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	<title>Ciência e Cultura &#187; SNCT</title>
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	<description>Agência de notícias sobre ciência, tecnologia e inovação da Bahia</description>
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		<title>Cientistas da Bahia ajudam a definir tema da SNCT 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 01:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[MCTI]]></category>
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		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Contribuição baiana partiu de uma consulta junto aos afiliados e colaboradores da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência Regional da Bahia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após receber sugestões e consultas o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)  anunciou o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2012,  que  será realizada entre 15 e 21  de outubro com o tema principal,  “Economia Verde, Sustentabilidade e Erradicação da Pobreza” foi sugestão  também de pesquisadores baianos, segundo o Diretor do MCTI e  Coordenador da  SNTC Ildeu de Castro Moreira: “a sugestão partiu mesmo de vocês (da  Bahia) e de  alguns outros estados e instituições!”, confirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A  contribuição baiana  partiu de uma consulta junto aos afiliados e  colaboradores da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência  Regional da Bahia (SBPC-BA) mantem através da lista de discussão que a SBPC.Bahia (<a href="mailto:sbpc.ba-l@listas.ufba.br" target="_blank">sbpc.ba-l@listas.ufba.br</a>) mantem para discutir as ações da regional da Bahia. De acordo com o presidente da SBPC-BA, &#8220;a entidade vem fomentando discussões com o objetivo de ampliar suas atuações, com o objetivo de contribuír para o sucesso da programação com a efetiva participação da comunidade científica na formulação dos eventos que serão propostos tanto em nivel regional como nacional&#8221;. Outra ação, que  deverá ter uma nova edição, é a  Exposição de Arte e  Ciência + Tecnologia e Inovação (Exposcience), que  desta vez contará com o apoio da  SBPC na condição de “âncora” do  evento.</p>
<address style="text-align: justify;">Fonte: Rede Science<br />
</address>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><br/>Notícias relacionadas</strong></h3>
<p>___________________</p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/politicas/secretaria-regional-bahia-tem-nova-diretoria/" target="_self">Secretaria Regional Bahia tem nova diretoria</a></strong></p>
<h3><strong>Opinião</strong></h3>
<p><strong>________<br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/opiniao/o-compromisso-social-dos-pesquisadores-baianos-com-a-divulgacao-cientifica/" target="_self">O compromisso social dos pesquisadores baianos com a divulgação cientifica</a></strong></p>
<h3><strong>Entrevistas</strong></h3>
<p><strong>____________<br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/entrevistas/nelson-pretto/" target="_self">Nelson Pretto</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=8239&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Palestra sobre Ciência Aplicada fecha o Circuito Universidades da SNCT</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/ultimas/palestra-sobre-ciencia-aplicada-fecha-o-circuito-universidades-da-snct/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 03:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência na Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram apresentados estudos que relacionavam os métodos numéricos e modelos computacionais aos processos de extração e prospecção de petróleo da Petrobrás]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na última sexta-feira (21) foi encerrada a programação do Circuito Universidades, no Auditório da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), atividade integrante da VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que tem mobilizado mais de 500 cidades brasileiras sobre o tema “Mudanças Climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos” e na Bahia está sendo organizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (SECTI), com o intuito de popularizar a ciência, fomentar o debate e promover a pesquisa acadêmica.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da pequena participação do público, devido às chuvas torrenciais que tem caído na capital baiana, o evento não deixou a desejar em questão de qualidade e organização. A mesa da palestra “Ciência aplicada: sobre a modelagem computacional” foi composta pela superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da SECTI, Liliane Queiroz Antônio, pelo pesquisador do Laboratório Nacional de Computação Científica, Abimael Fernando Loula, e pelo professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), José Garcia Vivas Miranda.</p>
<p style="text-align: justify;">A representante da SECTI no evento, Liliane Queiroz, começou falando sobre a importância dos pesquisadores baianos na ocasião e abordou um percurso histórico do evento, que começou como uma singela feira de ciências e hoje é uma das ocasiões mais importantes nacionalmente no calendário científico. A superintendente ainda falou sobre sua experiência nas comunidades do Calabar, Nordeste de Amaralina e Bairro da Paz, que receberam o Circuito Ciência Móvel, relatando sua felicidade com o retorno da população que, segundo ela, recebeu o evento como se recebessem o “Caminhão do Faustão”, evento promocional dos anos 90 que mobilizava muitas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modelagem computacional, métodos de elementos finitos e computação de alto desempenho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do nome complexo para os que não são íntimos, Abimael Fernando Loula conseguiu esclarecer bastante a temática. Inicialmente, o pesquisador relembrou sua época de estudante em Salvador e do momento vivido nos anos de 60 e 70, com chegada do primeiro computador a capital baiana, abordando o impacto dessa tecnologia nos processos de análise de aspectos relacionados à engenharia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, o autor utilizou como fonte o Wikipédia para conceituar a modelagem computacional como “uma área de conhecimento multidisciplinar que trata da aplicação de modelos matemáticos na análise, compreensão e estudo da fenomenologia de problemas complexos em áreas tão abrangentes quanto as engenharias, ciências exatas, biológicas, humanas, economia e ciências ambientais”. Após esse momento, Abimael falou da modelagem pré-computacional, dos personagens históricos e citou exemplos, bem e mal sucedidos, de modelos numéricos vindos desde a antiguidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O engenheiro então dedicou um momento para falar dos estudos do Laboratório Nacional de Computação Científica, dando como principais exemplos os estudos que relacionavam os métodos numéricos e modelos computacionais aos processos de extração e prospecção de petróleo da Petrobrás. Abimael finalizou sua palestra abordando questões relacionadas ao passado, presente e futuro do país no que tange a tecnologia e a pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modelos computacionais de sistemas complexos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Relacionando as chuvas recorrentes atualmente e a falta de modelos eficazes para a negação desse fenômeno, o professor da Escola Politécnica da Ufba, José Garcia Vivas Miranda, apresentou o que eram modelos computacionais, seguido da elucidação do conceito de sistemas complexos, explicando a relação entre ambos os aspectos e finalizando com aplicações dessas relações.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivas Miranda definiu o conceito de modelo e destacou como principal vantagem sua capacidade de simplificação. Entre as possibilidades do modelo, ele destacou a possibilidade de responder perguntas, resolver problemas, explicar padrões e predizer comportamentos. O pesquisador abordou então os sistemas complexos. Definindo toda sua complexidade, segundo ele mesmo, em apenas dois slides, demonstrou que o número de variáveis determina a complexidade de um sistema e relacionou códigos complexos associados ao mundo natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, José Garcia explicou que a forma de modelar esses sistemas é através de modelos computacionais, como os sistemas neurais e a cobertura florestal, abordando ainda a importância do desapego em relação às descobertas, que podem mudar a cada análise. Em seguida, o pesquisador relacionou exemplos totalmente díspares num primeiro contato, como a atividade cerebral decorrente do processo de aprendizagem dos camundongos, com a cadeia de eventos provocada pela fibromialgia e o fenômeno das redes semânticas no discurso oral, que tinham como consequência um mesmo resultado gráfico das atividades cerebrais.</p>
<p style="text-align: justify;">José finalizou explicitando o fato de que “apesar de ser uma tarefa que demanda uma grande exigência multidisciplinar, os estudos sobre modelos computacionais de sistemas complexos são extremamente gratificantes”, concluiu o pesquisador.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		<title>“Um dia depois de Amanhã” é exibido no Cinema Comentado da SNCT</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 02:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Filme retrata a luta da humanidade para se adaptar ao repentino congelamento dos hemisférios norte e sul do planeta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O terceiro dia do “Cinema Comentado” (20) apresentou a ficção científica de Roland Emmerich, “Um dia depois de Amanhã”, exibido na Sala de Arte da Ufba, no Canela e teve como palestrante convidado o doutor em engenharia química pela Universidade de Paris e coordenador do programa <a href="http://www.ufbaecologica.ufba.br/" target="_blank">Ufba Ecológica</a>, Emerson Andrade Sales. O projeto que faz parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) e busca trazer a ciência para o cinema, usando uma típica produção holywoodiana para debater teorias científicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme retrata a luta da humanidade para se adaptar ao repentino congelamento dos hemisférios norte e sul do planeta que dão início a um período glacial antecipado por uma conjuntura de fenômenos climáticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A visão da ciência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Não é tudo mentira nem catastrófico demais, a hipótese científica básica do filme de fato existe, mas é o menos provável que aconteça”.  Foi com essa ressalva que o professor Emerson Sales deu início a sua aula sobre mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor optou por antes de entrar nas críticas e opiniões sobre o filme, explicar como acontece um período glacial. Para isso, foi necessário relembrar à plateia teorias aprendidas ainda no período colegial, como a teoria do “Big Bang” e da Termodinâmica. Além destas teorias, Emerson Sales apresentou os movimentos terrestres, conhecidos como ciclos de Milankovitch, que a cada 100.000  resfria a terra à uma temperatura média de 7º (a temperatura média atual do planeta é de 14º), o que permite a expansão das camadas de gelo por logas extensões geográficas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Amplificadores e a ação antrópica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ocorrência do período glacial também depende da ação dos gases do efeito estufa, do efeito Albedo (capacidade que a superficie terrestre tem de refletir a radiação solar) e dos Aerossóis  (materias particulados  que se encontram em suspensão na atmosfera terrestre), chamados de amplificadores. No filme a ação dos amplificadores é definitiva para o acontecimento do novo período glacial, segundo o pesquisador, existem fósseis que comprovam que este resfriamento instantâneo pode ocorrer, mas, que maioria das hipóteses científicas considera improvável que ocorra algo similar durante a era atual, o Heloceno.</p>
<p style="text-align: justify;">Sales lembrou a todos que estes ciclos climáticos acontecem há milhões de anos, mas que a ação antrópica vem alterando, por exemplo, nos níveis de gases do efeito estufa e no número de aerossóis encontrados na atmosfera. “Medições feitas por cientistas mostram que nunca houve mais de 200 ppm (parte por milhão) de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera terrestre e hoje com a ação humana já chegamos à marca de 400 ppm”, alertou. Ainda segundo o pesquisador  existem cientistas climáticos que defendem a hipótese de que a interferência humana já foi suficiente para impedir que nos próximos 400.000 anos não aconteça resfriamento no planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">“Um período glacial seria relativamente bem vindo, desde que não fosse instantâneo como no filme. Caso as previsões destes cientistas se confirmem a temperatura média do planeta vai subir ao ponto de causar a savanização da Amazônia e a extinção da corrente Termoalina (corrente marinha responsável pela distribuição de calor através dos oceanos), isso tornaria nossa existência inviável”, destaca Sales.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Jornalismo da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		<title>Palestra da SNCT aborda clima, desastres e prevenção dos riscos</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 01:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças climáticas sempre aconteceram no planeta, porém as ações humanas têm acelerado essas mudanças de forma drástica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As mudanças climáticas têm estado constantemente nas pautas de discussões e negociações internacionais, nas pesquisas científicas e no âmbito acadêmico. Foi com  essa temática que aconteceu na última quinta-feira (20), no auditório do PAF 3, na Universidade Federal da Bahia (Ufba), a palestra “Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenção de Riscos”, como parte das atividades da VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia promovida pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).</p>
<p style="text-align: justify;">A palestra contou com a presença do doutor em astrofísica pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e professor do Departamento de Física da Universidade Federal de Feira de  Santana (Uefs), Marildo Geraldête, como mediador. A mesa foi composta pelo pesquisador titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências  Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), diretor do Laboratório Nacional  de Computação Científica (LNCC), especialista em comportamento  climático e professor adjunto IV da Ufba,  Pedro Leite, o doutor em Física da Atmosfera pela <em>University of London</em>, Inglaterra, Alberto Brum Novaes e a Superintendente de Desenvolvimento Tecnológico e Cientifico (Secti), doutora Liliane de Queiroz Antônio. A superintendente falou como os impactos das mudanças climáticas estão ligados à vida de todos nós e não somente aos profissionais e pesquisadores da área e como isso afeta a qualidade de vida. Liliane também disse que a Secretaria pretende levar a ciência para todos, difundir a ciência e a tecnologia para construir uma consciência melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_6005" class="wp-caption aligncenter" style="width: 598px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/foto1.jpg"><img class="size-full wp-image-6005" title="Foto Itamar Ferreira*" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/foto1.jpg" alt="" width="588" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Alberto Brum Novaes, Pedro Leite, Liliane de Queiroz Antônio e Marildo Geraldête.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O professor doutor Alberto Brumm apresentou o trabalho “O Efeito Estufa e o Aquecimento Global”, no qual ele mostrou os aspectos agravantes das mudanças climáticas como o crescimento populacional, consumo de água, construção de barragens, consumo de papel, consumo de petróleo, carvão, fertilizante, desmatamento, extinção de espécies, exploração de pesqueiras entre outros. Dr. Brumm também explicou como os fenômenos naturais influenciam nas mudanças climáticas de forma natural, como a radiação, a composição natural da atmosfera e de outros planetas do sistema solar, além do efeito estufa. Observações sobre o 4<sup>o</sup> Relatório do Painel Intergovernamental em Mudanças Climáticas &#8211; <em>Intergovernmental Panel on Climate Change </em>(AR4-IPCC 2007) e possíveis cenários para o século 21 foram também abordados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Incertezas Científicas nas Mudanças Climáticas e Políticas Públicas” foi o tema do trabalho do professor Pedro Leite da Silva Dias, mostrando as variações climáticas causadas pela dinâmica interna do clima.  Pedro Leite também trouxe dados do IPCC, mostrando quais são as expectativas para o clima no final desse século, as origens das incertezas nos cenários climáticos futuros, a influência antropogênica como economia e valores sociais. Soluções e desafios para desacelerar as mudanças climáticas foram apresentados no trabalho do diretor do LNCC.</p>
<p style="text-align: justify;">A palestra tinha uma plateia de ouvintes composta basicamente por estudantes. Para a estudante de biologia do 5<sup>o</sup> semestre na Ufba, Isabela Fernandes, este é “um tema que é de interesse de todos e me chama muito atenção, pois envolve o futuro do meio ambiente”, Isabela ainda acrescentou, “temos que encarar uma realidade de aumento de clima e gases prejudiciais à saúde e temos que mudar comportamentos e atitudes para melhoria desse quadro climático&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante toda a palestra os expositores argumentaram que as mudanças climáticas sempre aconteceram no planeta, porém as ações humanas têm acelerado essas mudanças de forma drástica, soluções e desafios para o futuro também foram apresentados. A mesa foi finalizada com considerações finais do mediador Marildo Geraldête e dos dois palestrantes.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		</item>
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		<title>Workshop “Web TV Minuto da Ciência” dissemina conhecimento científico</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/ultimas/workshop-%e2%80%9cweb-tv-minuto-da-ciencia%e2%80%9d-dissemina-conhecimento-cientifico-na-facom/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 00:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Científica]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Divulgar e popularizar o conhecimento científico são as bases do projeto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Transmitir o conhecimento científico de uma forma, simples e objetiva para que qualquer pessoa possa entender parece uma tarefa difícil? Este foi o dilema que o Workshop &#8220;Web TV Minuto da Ciência&#8221; tentou superar. A atividade foi realizado no último dia 19, na sala 14 da Faculdade de Comunicação (Facom) da Universidade Federal da Bahia (Ufba).</p>
<p style="text-align: justify;"><div id="attachment_5998" class="wp-caption aligncenter" style="width: 593px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSCF0174.jpg"><img class="size-full wp-image-5998" title="Foto Ítalo Cerqueira" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSCF0174.jpg" alt="" width="583" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes do workshop</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Idealizado pela professora da Facom, Simone Bortoliero e ministrado pela mestranda do Programa de Pós-Graduação Cultura e Sociedade (PósCult), Mariana Alcântara e pela doutoranda do PósCult, Márcia Rocha, o curso tem em sua proposta ensinar os pesquisadores a criar roteiros de vídeos de 2 a 4 minutos de forma simples, clara e objetiva para que um público heterogêneo possa compreender e ser informado das pesquisas que estão sendo realizadas pela comunidade acadêmica, é uma forma de simplificar o <em>cientifiquês</em> e disseminar o conhecimento científico de maneira mais abrangente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Web TV</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Mariana Alcântara, a professora Simone Bortoliero já trabalhava com estudantes do ensino médio em seu projeto “Percepção Pública da Ciência e tecnologia através dos meios de comunicação: o uso de tecnologias emergentes (celulares) na produção de vídeos científicos para o público jovem em Salvador – Bahia”, cujo objetivo é a produção de vídeos, pelos próprios estudantes, de 2 a 4 minutos a partir de câmeras de celular com a abordagem de temáticas científicas. Contudo, ela ainda não havia trabalhado com a comunidade acadêmica, mais precisamente os pesquisadores e eis que surge a ideia de se montar uma &#8220;Web TV Minuto da Ciência.&#8221; Para mais informações visite o <a href="http://educombahia.wordpress.com/" target="_blank">blog</a> do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><div id="attachment_5999" class="wp-caption aligncenter" style="width: 569px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSCF0172.jpg"><img class="size-full wp-image-5999" title="Foto Ítalo Cerqueira" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSCF0172.jpg" alt="" width="559" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">Professora Simone Bortoliero apresenta site da Agência de Notícias em CT&amp;I</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bortoliero ao ser questionada sobre a carência técnica de produção de vídeo na comunidade científica baiana, afirma que “os professores da Ufba não têm esta experiência, esta é a primeira experiência que vamos começar a implantar na Federal, então se terá a experiência de produzir material para o portfólio de uso da instituição. Esta é uma tentativa, inovadora”.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto surge “com o que nós estamos vivendo na Agência de Notícias, da necessidade de termos um veículo que pudesse divulgar as pesquisas dos pares, professores e cientistas da Bahia, de diferentes modos”, revela professora Simone, cujo objetivo é irradiar o conhecimento científico para toda sociedade, além de fornecer conteúdo para diversos outros profissionais, como jornalistas e produtores culturais e deixar em foco o que a Ufba  pesquisa, ou seja, “divulgar e popularizar o conhecimento”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">A Web TV será aberta para comunidade científica, ou seja, qualquer pesquisador que queira divulgar seus vídeos, seja de algum congresso que esteja participando ou de seu projeto científico que esteja sendo desenvolvido serão divulgados no site, basta enviá-los para a equipe responsável. Ele se dividirá em algumas temáticas: “Diários”, no qual o pesquisador será mostrado como um trabalhador normal e será uma tentativa de desmistificar a ideia de que pesquisadores e cientistas são aqueles seres que vivem de jaleco branco o tempo inteiro; já em “Mostrando o Cotidiano”, pessoas serão entrevistadas dentro de ônibus, nas ruas, sobre suas impressões do mundo científico; por fim, “Laboratórios da Cidade” será um quadro dedicado a tecnologias idealizadas pela população comum. O lançamento da WebTV está previsto para novembro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Workshop</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pontapé inicial para implementação da proposta da &#8220;Web TV Minuto da Ciência”, o workshop visa ensinar aos pesquisadores como elaborar vídeos em uma linguagem mais simples, desvinculando-se de uma linguagem mais rebuscada de seu âmbito de trabalho, para isso a linguagem jornalística foi eleita para mediar a comunicação entre as esferas da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O workshop do dia 19, contou com a presença de 8 pessoas, representantes das áreas de saúde, biológicas e humanas. Para o mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, Jailson Alves dos Santos, o workshop foi importante pelo fato de “ter contato com uma ferramenta que possibilita criar e disponibilizar vídeos ou outros tipos de programas ou softwares na internet, que alunos e professores possam acessar pode ser uma boa ideia para difundir o conhecimento”. Já para a docente da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Aline Brito, há certa dificuldade em se comunicar de maneira mais simples, pois “eles são muito enquadrados, não têm uma linguagem para o jovem, que foram alfabetizados em comunicação com a televisão e os games. Enfim, a gente não consegue ter uma visibilidade pública, exatamente porque a gente tem uma linguagem muito quadradona, eu acho que é preciso tentar fazer uma comunicação científica de forma mais leve para poder atingir o público-alvo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta primeira etapa do wokshop, que durou cerca de 4 horas, foi voltada mais especificamente para a montagem de roteiro. Depois que a professora Simone Bortoliero apresentou o projeto, a doutoranda Márcia Rocha, explicou quais equipamentos são possíveis para se utilizar em um pequeno vídeo, ou seja, desde um celular até uma câmera mais profissional, isto vai depender dos recursos disponíveis. Em seguida, ela apresentou os formatos para pequenas produções, conceito de vídeo reportagem, as etapas de uma filmagem, dicas de roteiro e, por fim, um modelo de roteiro para televisão. Em seguida, foi a vez da mestranda Mariana Alcântara, em sua apresentação, ela enfatizou os cuidados que devem ser tomados durante as gravações, como se iniciar um texto (neste caso, deu-se o exemplo do <em>lead</em>, muito usado por jornalistas), dicas de programas de edição, enquadramento e ângulos de filmagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, os presentes colocaram em prática o que foi aprendido em cima do projeto de pesquisa de cada um com a devida orientação. Esta parte foi para dar a base de construção de um roteiro, depois de corrigidos, haverá um aperfeiçoamento deste para que em novembro possam ocorrer as filmagens dos projetos. Mariana Alcântara espera que “o workshop tenha sido uma verdadeira oficina de roteiro. Que é possível reproduzir estas ideias como produto de seus próprios vídeos”.</p>
<p style="text-align: justify;">É válido ressaltar que este é o primeiro workshop e, em 2012, pretende-se fazer mais workshops de maneira sistemática.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja <a href="http://www.youtube.com/watch?v=F5OVfFUFToY" target="_blank">vídeo</a> apresentado durante workshop e que é um exemplo do trabalho realizado pela professora Simone Bortoliero com alunos do Ensino Médio.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		<title>Cinema Comentado com o filme &#8220;Home: Nosso planeta, nossa casa&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 00:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Filme retrata de maneira didática e poética os principais fatores em todo planeta que causam a destruição ambiental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Seguindo a programação da Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCT), na última quarta-feira (19) ocorreu o segundo dia da mostra Cinema Comentado. Com a exibição do filme “Home: Nosso planeta, nossa casa” do jornalista e fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand seguido de um bate-papo com o geólogo <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723986Y6" target="_blank">Ruy Kikuchi</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/HOME.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5982" title="HOME" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/HOME.jpg" alt="" width="377" height="676" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O filme “Home: Nosso planeta, nossa casa” retrata de maneira didática e poética os principais fatores em todo planeta que causam a destruição ambiental. O que mais chama atenção é a fotografia, praticamente todo o filme é feito por imagens impactantes de áreas que mostram como a devastação da natureza cresce em paralelo com o desenvolvimento humano. Em suma, a mensagem difundida é a de que o ser humano tem um alto impacto sobre a terra por conta do consumo em excesso que causa o fim dos recursos naturais, apesar desta percepção o autor não é pessimista e mostra a situação em que o planeta se encontra e exemplifica formas de melhorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o filme dando continuidade a programação, o professor e Dr. em Geologia pela Ufba, Ruy Kikuchi, demonstrou seu ponto de vista em relação ao estado do planeta atualmente. Kikuchi considera que o ritmo de consumo está muito além do ritmo de reciclagem. Outro fator é a explosão populacional, quanto maior a população, maior o consumo. O professor também alertou que as iniciativas individuais são pertinentes, mas que não solucionaram o problema por que se trata de um problema político e tem relação direta com as grandes indústrias e o capital mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser especializado em corais e oceanografia, Ruy Kikuchi, traçou um panorâma na situação dos corais baianos em relação a preservação, ele afirmou que “a situação dos recifes não são tão preocupantes”, porém existem casos problemáticos como o da Baía de Todos os Santos e precisam ser contidos antes que entrem em estado de alerta. Teoricamente parte dos recifes baianos são áreas de proteção ambiental permanente, mas essa atitude não deve ficar apenas no papel. Para finalizar sua fala Ruy Kikuchi diz que “a crise ambiental não é da natureza e sim humana”.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário foi lançado em 2009. No Youtube pode ser assistido no <a href="http://www.youtube.com/homeproject" target="_blank">canal oficial</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		<title>Prêmio Nobel ministra conferência na Ufba</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 04:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[GFP]]></category>
		<category><![CDATA[Proteína Fluorescente Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Química]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-humorado, o biólogo americano Martin Chalfie, laureado em 2008, falou sobre o processo de elaboração de sua pesquisa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi com bom-humor e um trecho do livro A Tenda dos Milagres, do escritor baiano Jorge Amado, que o biólogo americano Martin Chalfie, vencedor do prêmio Nobel de Química em 2008, abriu a conferência “Proteína Fluorescente Verde (GFP): iluminando a vida”, às 17h da quarta-feira (19), no Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba).</p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador da Universidade de Columbia nos Estados Unidos, hoje com 64 anos, foi o primeiro a utilizar a GFP como marcador da expressão genética. Os resultados do seu trabalho pioneiro foram publicados pela primeira vez em 1994. É importante salientar que, diferente de outras moléculas fluorescentes, a GFP tem níveis de toxicidade baixos e pode ser utilizada em células vivas. As propriedades da GFP foram responsáveis por revolucionar a microscopia de fluorescência nos campos da Biologia Celular e Bioquímica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_5911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/professores.jpg"><img class="size-full wp-image-5911 " title="Raíza Tourinho" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/professores.jpg" alt="" width="600" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Martin Chalfie posa entre representantes da Ufba, ABC, ACB e Fapesb</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Durante a conferência, ele listou o processo de descoberta da GFP e as dificuldades que enfrentou na pesquisa. Arrancando risos da plateia, que lotou os cerca de 500 lugares da reitoria, Chalfie contou como analisou o material em microscópios mais potentes do que possuíam. Sem verba para adquirir um novo modelo, ele afirmou que saiu ligando para as fabricantes solicitando o equipamento para testes por “um mês ou dois”, sob o pretexto de que pretendia adquirir o aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;">O biólogo analisou também as contribuições de sua pesquisa para a evolução científica. Segundo ele, somente em um banco de dados utilizado por biólogos existem cerca de 30 mil trabalhos que utilizam GFP como palavra-chave. Chalfie estima que o número real de pesquisas científicas utilizando a proteína fluorescente chegue a 100 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">A GFP permite acompanhar diversos processos fisiológicos em células vivas. Assim, um de seus usos é acompanhar a trajetória de células que contêm vírus ou células cancerígenas no ser vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, ele contou o que a pesquisa ensinou a ele: “o sucesso científico acontece por diferentes meios. E muitas das descobertas, a maioria, são acidentais”, afirmou, ressaltando que, apesar disso, o progresso científico é cumulativo. “A pesquisa básica é essencial”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Presente à conferência de Chalfie, o professor de Biotecnologia da Ufba e FTC, Vitor Hugo Moreau, classificou o ganhador do Nobel como uma pessoa muito simples e simpática. “No final, ele pediu para que os alunos fossem conversar diretamente com ele para que fizessem perguntas; foi ‘tietado’ como uma celebridade &#8211; e é de fato. Fica o exemplo de humildade.”, conclui Moreau.</p>
<div id="attachment_5910" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/chalfie.jpg"><img class="size-full wp-image-5910       " title="Wagner Ferreira" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/chalfie.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Chalfie cercado por estudantes: estímulo à pesquisa e convites para intercâmbio nos EUA</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Estiveram presentes no evento, a reitora da Ufba, Dora Leal Rosa e Eliane Azevedo, primeira reitora da instituição; o presidente da Academia de Ciências da Bahia, Roberto Santos; o diretor geral da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Roberto Paulo Machado Lopes; os professores da Ufba, Mauricio Moraes Victor e Jaílson Bittencourt, membro da Academia  Brasileira de Ciências; e  a pró-reitora de extensão da Ufba, Blandina Viana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Química &#8211; </strong>A vinda de Chalfie ao Brasil na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia faz parte das comemorações pelo <a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/multimidia/videos/ano-internacional-da-quimica-aiq-2011/" target="_self">Ano Internacional da Química</a>, que celebra o aniversário de 100 anos do Prêmio Nobel para Marie Sklodowska Curie.</p>
<p style="text-align: justify;">O nobel participou quinta-feira (20), do programa Ph do Planeta, no Dique do Tororó, onde ensinou crianças a aferir a acidez (pH) da água, um dos indicadores de qualidade ambiental. Ele realizou iniciativa semelhante na segunda-feira, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto pH do Planeta é uma das atividades previstas pela Unesco e pela União Internacional de Química Pura e Aplicada para comemorar o Ano Internacional da Química. Até o final da semana, estudantes de outras 510 cidades brasileiras terão ingressado no Projeto pH do Planeta. Os dados aferidos pelos estudantes deverão ser lançados no banco de Dados Nacional do Experimento Global (Global Experimente Data base).</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudande de Jornalismo da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Notícias relacionadas</strong></h3>
<p>___________________</p>
<p><strong><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/destaques/premio-nobel-de-quimica-e-a-principal-atracao-da-snct/" target="_self">Prêmio Nobel de Química é a principal atração da SNCT na Bahia</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Biotecnologia e Saúde no Circuito Universidades</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 16:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Biotecnologia foi tema central de palestra do Circuito Universidades da SNCT realizada no auditório da FioCruz Bahia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Onde entra a ciência, não entra a violência&#8221;,  afirmou o professor da Escola  Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), pesquisador do  Centro de Pesquisa  Gonçalo Muniz (CPGM), da Fundação Oswaldo Cruz  (FioCruz) e mediador da  palestra sobre &#8220;Biotecnologia e Saúde&#8221;, Marcos André Vanneir dos Santos. O evento da última terça-feira (18), no  auditório do CPGM, da FioCruz, ainda contou com os professores  Aristóteles Góes Neto, da Universidade Estadual de Feira de Santana  (Uefs) e Gonçalo Amarante Guimarães Pereira, da Universidade Estadual de  Campinas (Unicamp). A palestra faz parte do Circuito Universidades da  Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que acontece até o dia 23 de  outubro, promovendo temas estratégicos de ciência, tecnologia e  inovação.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5893" class="wp-caption aligncenter" style="width: 561px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSC00434.jpg"><img class="size-full wp-image-5893 " title="Foto Cristiani Cardozo" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSC00434.jpg" alt="" width="551" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">Palestrantes Marcos André, Aristóteles Góes, Gonçalo Amarante e Liliane Queiroz</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Biotecnologia</strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Campo de trabalho  multidisciplinar, a biotecnologia se define como um &#8220;processo  tecnológico que utiliza organismos, podendo ser inteiros ou parte deles,  tanto na forma natural ou geneticamente modificada, para a produção de  bens e serviços que tenham, claramente, uma finalidade econômica&#8221;,  explicou o palestrante, Aristóteles Góes Neto. Segundo Neto, a biotecnologia pode ser  aplicada em diversas atividades vinculadas a indústria e na produção de  materiais como butanol, acetona, glicerol, ácidos orgânicos, enzimas, biocombustíveis, biomateriais, entre outros. Na agricultura, pode estar relacionada, por exemplo, a melhoramento de micropropagação e de transgênicos; na área da saúde, com a fabricação de fármacos e vacinas; no estudo genético, na terapia celular, em biomarcadores; no meio ambiente, com a biorremediação, técnica que utiliza um organismo para tentar acabar ou diminuir a poluição, nos alimentos, na produção de cerveja, pães, queijos e entre outros. Na área de bionegócios lida com questões de financiamentos, propriedade intelectual e etc. &#8220;A biotecnologia permeia praticamente tudo em nossa vida, é uma área prioritária dos governos estaduais e federais e na grande maioria dos países, há bastante tempo&#8221;, conclui o palestrante, Aristóteles Góes Neto.<span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<div><strong>Pós-Graduação</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no  Brasil existem 3.181 programas de pós-graduação <em>Scrito Sensu</em> e 33  programas de mestrado e doutorado, com o total de 50 cursos,  concentrados a maior parte deles na região sudeste, com 14. A região  nordeste aparece em segundo lugar com sete, a região sul com seis e a  região norte com quatro cursos. O levantamente feito pela Capes também  confirmou que 78% dos programas de mestrado e doutorado e o repasse de  recursos  financeiros, estão concentrados no centro-sul do país,  especificamente, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina,  Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. A  Bahia possui, atualmente, três programas de mestrado e doutorado,  localizado na Uefs, na Ufba e no CPGM FioCruz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<div><strong>Universidade e Inovação</strong></div>
<div><strong></p>
<div id="attachment_5894" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSC00448.jpg"><img class="size-full wp-image-5894  " title="Foto Cristiani Cardozo" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/DSC00448.jpg" alt="" width="470" height="626" /></a><p class="wp-caption-text">Professor da Unicamp, Gonçalo Amarante.</p></div>
<p></strong><strong></p>
<p></strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Segundo os  palestrantes, para ocorrer a inovação tecnológica, parcerias entre  instituições públicas de ensino, centros de pesquisa, governos, empresa e  sociedade para a formação de mão-de-obra qualificada e fomentar  pesquisas na área é importante para converter ideias que possam ser  exploradas comercialmente e produzir bens e serviços a sociedade. &#8220;Não  precisamos de cientistas pensativos, mas sim de cientistas com  criatividade&#8221;, finalizou o professor da Unicamp, Gonçalo Amarante.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		<item>
		<title>Circuito Universidades aborda a pesquisa interdisciplinar</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 03:36:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Abertura do evento aconteceu no auditório da reitoria da Ufba ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Circuito Universidades, um dos quatro circuitos que integram a <a href="http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/4293.html" target="_blank">VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT)</a>, teve início na última segunda-feira (17) no auditório da reitoria da Ufba. Na mesa de abertura, estiveram presentes a superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Liliane de Queiroz, e o Pró-Reitor de Pesquisa, Criação e Inovação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Marcelo Embiruçu, que representou a reitora Dora Leal, no evento. Na abertura do Circuito Universidades, Liliane destacou o caráter inovador dos Circuitos, algo inédito na programação da SNCT.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5826" class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/circuito-3.jpg"><img class="size-full wp-image-5826 " title="Foto Robson Nascimento" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/circuito-3.jpg" alt="" width="567" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Pró-Reitor de Pesquisa, Criação e Inovação da Ufba, Marcelo Embiruçu (ao lado de Liliane de Queiroz), foi um dos integrantes da mesa</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A “Pesquisa Interdisciplinar na Bahia” foi a primeira temática do Circuito Universidades, que promove até sexta-feira (21) palestras relacionadas a temas estratégicos ligados à ciência e tecnologia. A primeira palestra do Circuito foi mediada pelo doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do Instituto de Biologia da Ufba, Charbel El-Hani e contou com a participação do doutor em Saúde Pública com Pós-doutorado em Política e Gestão Ambiental pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) e Pró-Reitor Adjunto de Pós-Graduação da USP, Arlindo Philippi Júnior, e do Pró-Reitor de Pesquisa, Criação e Inovação da Ufba, Marcelo Embiruçú.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5827" class="wp-caption aligncenter" style="width: 564px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/circuito-2.jpg"><img class="size-full wp-image-5827 " title="Foto Robson Nascimento" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2011/10/circuito-2.jpg" alt="" width="554" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Arlindo Philippi Jr falou sobre o crescimento da área interdisciplinar no Brasil</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na palestra “Caminhos da Interdisciplinaridade: instrumento para qualidade da pesquisa e pós-graduação?” o professor Arlindo Philippi Jr questionou se a interdisciplinaridade seria um instrumento para a qualidade da pesquisa e traçou um panorama da pesquisa no Brasil. Na visão do professor, a interdisciplinaridade “é a base para que a inovação surja” e colocá-la em prática pressupõe uma articulação entre as universidades e entre estas e outras instituições sociais, o que ele denomina de “interinstitucionalidade.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crescimento – </strong>Durante a palestra, Arlindo Philippi Jr apresentou dados que apontam para o progresso da pesquisa e o crescimento da área interdisciplinar no Brasil. Ele informou que atualmente o Brasil é o 13º país na publicação de artigos científicos, posição que o coloca, inclusive, à frente da França. Sobre cursos de pós-graduação, o professor ressaltou que existem cerca de quatro mil cursos de mestrado e doutorado no país, dos quais cerca de 400 integram a área interdisciplinar da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que foi criada no ano 2000 e atualmente é a maior área da instituição. Após expor estes números, o professor afirmou que embora o país tenha alcançado um expressivo progresso quantitativo no campo da pesquisa, tal avanço não foi acompanhado em termos de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à interdisciplinaridade, ele argumenta que as universidades precisam melhorar as relações com os setores empresarial, governamental e a sociedade civil e salienta que a estrutura departamental conservadora das instituições de ensino superior constitui uma dificuldade para implantar a concepção, o processo e o método interdisciplinar. Para concluir, Arlindo Philippi Jr destacou formas de indução da interdisciplinaridade, como a indução monetária realizada pela USP que investiu 70 milhões de reais em 42 programas de pesquisa e pós-graduação. Ele também chamou a atenção para o fato de que “discutir a interdisciplinaridade é algo fundamental para o momento atual da humanidade”, pois, segundo ele, temas complexos só podem ser pesquisados por meio de estudos interdisciplinares.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo palestrante, Marcelo Embiruçú, pontuou a necessidade de ampliar a quantidade de cursos de pós-graduação no interior da Bahia e concordou com o professor Arlindo em relação à falta de articulação das universidades com os três setores. Ele citou os Bacharelados Interdisciplinares (BI’s) como um importante passo da Ufba em direção à interdisciplinaridade e ressaltou que: “Embora pareça algo novo, a interdisciplinaridade é praticada há muito tempo em outros países.”</p>
<p style="text-align: justify;">Charbel El-Hani, mediador da mesa, ministrou a palestra “Epistemologia e <em>Ethos</em> da Interdisciplinaridade” e utilizou as virtudes epistêmicas (verdade, objetividade e julgamento treinado) para questionar quais seriam as características que a interdisciplinaridade deve ter para ser reconhecida enquanto conhecimento e qual o perfil do pesquisador interdisciplinar.  Algumas das características apontadas pelo professor foram: o conhecimento profundo em, pelo menos, uma área do conhecimento, a maturidade profissional e a necessidade de mergulhar nas práticas desse outro campo, com o qual o pesquisador pretende dialogar.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros fatores citados foram a relevância de saber trabalhar em equipe e a superação da lacuna entre pesquisa e prática. “Os pesquisadores não são os avatares da alienação”, brincou, ressaltando que o conhecimento não é produzido e em seguida é diretamente colocado em prática na sociedade “não funciona assim”, destacou o professor Charbel El-Hani. Segundo ele, para superar essa lacuna seria necessário pensar a disseminação de conhecimento em redes de colaboração. Por fim, assim como o professor Arlindo Philippi Jr, ele afirmou que devido à estrutura departamental, a própria universidade, às vezes, é um entrave para a interdisciplinaridade e destacou a existência de uma Câmara de Assessoramento Interdisciplinar na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) como uma importante medida para incentivar a pesquisa interdisciplinar no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">O Circuito Universidades promove palestras com especialistas até a sexta-feira (21) mais informações sobre a programação da VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia estão disponíveis na <a href="http://www.secti.ba.gov.br/" target="_blank">página da Secti</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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		<title>SNCT 2011 contará com o Workshop “Web TV Minuto da Ciência”</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 19:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Minuto da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[SNCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnicas de elaboração de roteiro, locução, edição e movimentos de câmera serão abordados durante o workshop]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2011 (SNCT), a professora da Faculdade de Comunicação da Ufba (Facom) e doutora em Comunicação Científica de Tecnológia (UMESP-SP), Simone Bortoliero, a professora e doutoranda em Cultura e Sociedade (Facom -Ufba)<strong>,</strong> Márcia Rocha e a mestranda do Programa de Pós Graduação  em Cultura e Sociedade (PósCult), Mariana Alcantara ministrarão o Workshop “Web TV Minuto da Ciência”, na próxima quarta-feira, 19 de outubro, das 16h às 20h, na sala de informática da Facom.</p>
<p style="text-align: justify;">O workshop de roteiros para vídeos de ciência e tecnologia é voltado unicamente para pesquisadores e profissionais que trabalham na divulgação científica das instituições de ensino e pesquisa na Bahia.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o curso, os participantes devem aprender técnicas de elaboração de roteiro, locução, edição, movimento de câmera, dentre outras. Desta forma, busca-se que todos possam a partir de então elaborar seus próprios vídeos de 2 a 3 minutos para divulgação científica e, ao disponibilizar o conteúdo na Web TV Minuto da Ciência, possam contribuir para a disseminação e popularização do conhecimento científico.</p>
<p style="text-align: justify;">A professora Simone Bortoliero reforça que “esse workshop é uma iniciativa da Agência de Noticias em C&amp;T no sentido de incentivar os pesquisadores a participarem do lançamento da Web TV Minuto da Ciência previsto para novembro de 2011” e acrescenta que “juntamente com esse workshop estamos produzindo, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) uma série de 5 vídeos sobre Mudanças Climáticas em Salvador, que ainda estamos finalizando”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se inscrever é fácil, basta enviar um e-mail para <a href="mailto:bortolie@gmail.com" target="_blank">bortolie@gmail.com</a> com nome completo e resumo de sua pesquisa. Serão 10 vagas e o Workshop será gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>O que:</strong> Workshop “Web TV Minuto da Ciência”.</p>
<p><strong>Quando:</strong> 19 de outubro, quarta-feira, às 16 horas.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Faculdade de Comunicação da Ufba.</p>
<p><strong>Quanto:</strong> Gratuito.</p>
<p>*Estudante de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da Ufba – Facom</p>
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