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	<title>Ciência e Cultura &#187; Comunicação</title>
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	<description>Agência de notícias sobre ciência, tecnologia e inovação da Bahia</description>
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		<title>AGN e AECC realizam visita à agência de publicidade Morya</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 15:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia e Cultura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro fortaleceu o contato entre universitários e mercado de trabalho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><img src="https://lh7-us.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXc-IMofhlFmmym0oZItPeHY5eIYoR-TWDslAfdAp5-QRa3S0eIHXcN4rnLvDPefArb9-6jraFllsolT7sG34KREBdvl5oZVvUovcRJN0vEh00YHGLf9FhUKEUaDO1MU4Y5u8D_QVpfSFJ6HSadmYHHRc7E?key=bH1VowBt6LyzBfyhvPY6cA" alt="" width="602" height="451" /></p>
<p dir="ltr">A Agência de Notícias em parceria com a Experimental em Comunicação e Cultura da FACOM visitou a Morya, agência de publicidade baiana, localizada no Stiep, no último dia 21. Os agenciadores puderam ter contato com os bastidores da empresa, presente no mercado publicitário desde 1956.</p>
<p dir="ltr">A estudante de jornalismo Isabel Queiroz relata que o encontro ajudou a sanar algumas dúvidas referentes a área da publicidade e compreender as possibilidades de atuação como comunicadora. “Foi uma experiência bem legal, achei interessante todo trabalho que eles fazem. Me despertou curiosidade mesmo, sabe? Abriu meus olhos para as possíveis áreas de atuação do jornalista, que pode se encontrar além dos trabalhos tradicionais”, compartilha Isabel.</p>
<p dir="ltr">Durante a manhã, a equipe apresentou os trabalhos desenvolvidos com parceiros públicos, privados, e instituições beneficentes, como: Shopping Salvador, Governo da Bahia e Instituto de Cegos da Bahia.</p>
<p dir="ltr">A Morya se destaca no mercado com campanhas de conscientização, como &#8220;NAQUELA MESA&#8221; (link yt), produzida para o Governo do Estado, no período de pandemia da Covid-19. Em 2021, a produção rendeu o prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo com sua repercussão regional e nacional.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-align: center;">A agência conta com profissionais de diversas áreas da comunicação: como jornalismo e produção cultural. Laís Gomes, executiva de atendimento, e Lara Miranda, redatora, são ex-faconianas e explicaram a prioridade da Morya em experiências e habilidades do colaborador, para além do curso de formação.</span></p>
<div id="attachment_28819" class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/06/829a68bb-764e-4de0-b84d-8a4fc2470a08.jpg"><img class="size-large wp-image-28819 " title="829a68bb-764e-4de0-b84d-8a4fc2470a08" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/06/829a68bb-764e-4de0-b84d-8a4fc2470a08-625x1024.jpg" alt="" width="270" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita, Lara Miranda, José Roberto Severino e Laís Gomes</p></div>
<p style="text-align: center;" dir="ltr">
<p dir="ltr">A visita é reflexo da retomada de atividades do Grupo Mídia Bahia com universidades de Comunicação do estado, para aproximar os futuros profissionais do mercado de trabalho.</p>
<p dir="ltr">Para Paula Carvalho, executiva de planejamento, essa parceria é muito importante para estreitar laços com a universidade e promover uma troca de conhecimento entre alunos e profissionais.</p>
<p dir="ltr">“Acreditamos que vocês são os profissionais do futuro. Precisamos contar realmente o que a gente faz. Aprendemos muito com os alunos das Universidades. O mercado está em constante transformação, então precisamos ouvir os novos profissionais”, afirma Paula.</p>
<p dir="ltr">O contato com a Morya incentiva uma imersão nesse mundo do trabalho, como compartilhou o professor e tutor das Agências, José Roberto Severino, que acompanhou os estudantes.</p>
<p dir="ltr">“A visita abriu um horizonte de como o trabalho é em equipe e funciona de modo interdisciplinar. Isso mostra que o que a gente faz na própria agência é uma espécie de balão de ensaio dessa possibilidade”, ressalta Severino. Ele encoraja a continuação da parceria, que pode trazer bons resultados na formação dos alunos &#8211; inclusive com possibilidades de ações na própria FACOM.</p>
<p dir="ltr">
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=28782&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Internet e privacidade: especialistas debatem proteção</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 18:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Você se sente seguro ou segura ao inserir seus dados pessoais na internet? Acha que está seguro aos aceitar os termos de privacidade? Estes são alguns dos questionamentos cada vez mais comuns em um mundo cada vez mais mediado pelos aparatos tecnológicos. Confira como foi o debate “Privacidade em uma sociedade de dados”, realizado na edição desta semana de Polêmicas Contemporâneas  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Constituição Federal, em seu <a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/constfed.nsf/fc6218b1b94b8701032568f50066f926/54a5143aa246be25032565610056c224?OpenDocument">art. 5º, inciso X</a>, garante a todo cidadão a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, a honra e imagem das pessoas, sendo assegurado o direito de ressarcimento pelo dano material ou moral. Mas como garantir esses direitos em tempos de usos cada vez mais diversificados da internet? E como as pessoas entendem o conceito de privacidade quando os celulares conectados têm sido cada vez mais usados como armas é como mecanismos de defesa? Esse, e temas transversais, formam discutidos na edição do Polêmicas Contemporâneas, realizada na última segunda-feira (30).</p>
<p dir="ltr">Na visão do professor e pesquisador da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA), André Lemos, um ponto central está justamente no entendimento do conceito de privacidade. Lemos afirma que a privacidade é uma ideia que não se consegue definir por uma substância, mas deve sempre ser “definida a partir de um contexto sociotécnico específico. A própria ideia de vida pessoal, a partir de termos constitutivos, não existe à medida que essa é sempre atravessada por outros, por objetos e conceitos”, afirma.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26117" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/IMG_20190930_195606_808.jpg"><img class="size-full wp-image-26117  " title="Polêmicas Contemporâneas" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/IMG_20190930_195606_808.jpg" alt="" width="590" height="591" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisador André Lemos fala da importância do entendimento do conceito de privacidade./Foto: Yasmim Santos</p></div>
<p dir="ltr">Segundo pesquisa divulgada em 2018, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 70% da população brasileira está conectada a internet, com significativo aumento de 10,2 milhões de usuários, entre 2016 e 2017. Porém, a inserção da população a rede acaba se dando de maneira simplória, pois os dados são compartilhados sem saber o verdadeiro sistema de apropriação deles para um sistema de estratégias de manipulação de gostos e comportamentos, visando maior efetividade, seja em campanhas publicitárias, vendas ou interferindo até na política.</p>
<p dir="ltr">Diante disso, alguns especialistas temem que as consequências desse processo de violação da privacidade. O professor do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), Alexandro Aguado, mestre  em Tecnologia e Inovação pela Universidade de Campinas (Unicamp), afirma que a privacidade dos indivíduos comuns tem sofrido certa fragilização. “Em uma sociedade de dados o que se deve prevalecer é o lema Cypherpunk, que diz: privacidade para os fracos e transparência para os poderosos”, ou seja, relaciona essa problematização a forma com que as grandes empresas estão se utilizando dessas ferramentas para obter lucros.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26116" class="wp-caption aligncenter" style="width: 447px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/IMG_20190930_192551_662.jpg"><img class="size-full wp-image-26116  " title="Polêmicas Contemporâneas" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/IMG_20190930_192551_662.jpg" alt="" width="437" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Professor do Instituto Federal de São Paulo, Alexandro Aguado./ Foto: Yasmim Santos</p></div>
<p dir="ltr">O estudante de do curso de Direito da UFBA, Marcos cavalcante associa a questão da perda da privacidade, a trilogia dos cinemas Matrix, onde é retratado um sistema de inteligência artificial que manipula a mente das pessoas.</p>
<p dir="ltr">A estudante do curso de Serviço Social da UFBA, Amanda Reis, comentou que só percebeu a real influência da apropriação dos dados quando fez uma viagem para São Paulo de ônibus é, mesmo sem acessar a internet em nenhum local, a aplicação Google Maps mostrava todos os pontos onde a mesma parou. “Comecei a ficar cada vez mais assustada com isso”, pontua.</p>
<p style="text-align: left;" dir="ltr">Além de Alexandre Aguado e André Lemos, estiveram presentes à mesa, Geisa Santos, ativista e pesquisadora de segurança digital e Manoel Nascimento, advogado, mestrando em urbanismo pela UFBA e Atualmente integrante do Coletivo Esotéricos.<a style="font-weight: bold; text-align: center; background-color: #f1f1f1; font-size: 12px;" href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/IMG_20190930_204425_907.jpg"><img class="size-large wp-image-26118  " title="Polêmicas Contemporâneas" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/IMG_20190930_204425_907-1024x1024.jpg" alt="" width="230" height="230" /></a> <a style="font-weight: bold; background-color: #f1f1f1; font-size: 12px; text-align: center;" href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/P_20190930_202253.jpg"><img class="size-large wp-image-26124  " title="Polêmicas Contemporâneas " src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/10/P_20190930_202253-576x1024.jpg" alt="" width="208" height="368" /></a> <span style="font-size: 11px; background-color: #f1f1f1; text-align: center;">Fotos: Yasmim Santos</span></p>
<p>O Polêmicas Contemporâneas é um evento realizado, no auditório da Escola Politécnica da UFBA, pelo Departamento de Educação da Faculdade de Educação  (Faced), sempre às segundas-feiras, 19 horas, com a coordenação do professor Nelson Pretto. O debate também pode ser visto ao vivo pelo canal do <a href="http://www.canalpolemicas.faced.ufba.br">Polêmicas Contemporâneas</a>.</p>
<p><span style="font-style: italic;">*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e repórter da Agência de Notícias em CT&amp;I &#8211; Ciência e Cultura UFBA</span></p>
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		<title>Marjorie Moura</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 19:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Majorie Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Thainara Oliveira]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista em gestão de informação em mídias integradas, a jornalista Marjorie Moura, 54, é a atual presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba), há 8 anos. Com 28 anos de jornalismo, já atuou como repórter em jornal impresso e rádio, editora e assessora de imprensa. Em entrevista exclusiva à repórter Thainara Oliveira, da Agência de Notícias Ciência e Cultura, Marjorie fala sobre o papel da imprensa brasileira no cenário atual e os fatores que contribuem para a postura da grande mídia e de jornalistas independentes. A presidente afirma que “é necessário parar com as picuinhas e voltar a profissionalizar a comunicação”.


Na oportunidade, a jornalista também explicou que a mudança de sede do Sindicato se deu por dois motivos: por economia, pois pagavam aluguel, e pela reformulação das atividades na área do Pelourinho pelo governo do Estado. “Tínhamos essa sede própria [na rua Chile], desde a década de 70, e já estávamos querendo se instalar aqui. Temos nesses tempos difíceis - principalmente com a reforma trabalhista - a missão de reduzir custos”, afirma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">
<div id="attachment_24925" class="wp-caption aligncenter" style="width: 368px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/12/marjorie-01.jpg"><img class="size-large wp-image-24925  " title="jornalista e presidente do Sinjorba - Marjorie Moura " src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/12/marjorie-01-781x1024.jpg" alt="" width="358" height="470" /></a><p class="wp-caption-text">Jornalista fala sobre o papel e a contribuição do jornalista nos dias atuais / Imagem: Thainara Oliveira</p></div>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Quais as perspectivas para se fazer jornalismo nos tempos atuais?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; São boas, só que não nos moldes convencionais. De uma maneira geral, o mundo do trabalho tem que rever suas posições porque as relações estão mudando, o emprego está mudando ou simplesmente acabando e o que estamos vendo são pessoas partindo para serem um microempreendedor, já que é o caminho que resta com a existência de nichos de emprego que o empresário é obrigado a manter. Há vulnerabilidade para os dois lados.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Dessa forma, podemos considerar que vivemos uma crise no jornalismo baiano? Considerando que nos últimos anos presenciamos muitas demissões nos principais veículos do estado, como o Jornal A Tarde, por exemplo?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura </strong>- Acredito sim, e a crise não é de agora. Desde o advento da internet e das redes sociais a pressão é muito grande no sentido de que a informação é gratuita e, portanto, você não precisa pagar para produzir ela, mas na verdade a boa informação é cara. Então, as mídias sociais, em raras exceções, não se paga o suficiente para se manter como uma mídia fora dos padrões tradicionais. O jornalismo impresso ainda não soube se adaptar a estes novos tempos. Os donos do negócio não entendem seu próprio negócio, como ele pode se tornar mais comercial e baixa na publicidade, que também está em crise e é responsável por dar sustentabilidade para qualquer mídia. O número de assinantes é importante porque faz com que chame atenção para aquele canal de comunicação e a publicidade que paga boa parte dos custos dessa operação.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Estamos em um momento de alerta com relação a ameaças às liberdades de imprensa e de expressão em todo mundo. Acredita que essas ameaças são uma preocupação para a sociedade ou apenas para comunicadores?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Todos os anos o Fórum Nacional de Juízes Estaduais (FONAJE) lança um documento de denúncias contra jornalistas e no mundo todo em todos os anos é uma profissão de risco. Eu costumo brincar que o jornalista não é um ser humano normal porque se você presencia um tiroteio, você corre e o jornalista vai para cima saber o que está acontecendo, então faz parte da nossa profissão assumir alguns riscos de uma maneira racional, algumas vezes vemos colegas ultrapassarem essa linha e nesses casos podem acontecer os problemas, outros não, você está na berlinda sempre por ser jornalista.</p>
<p dir="ltr">Nesse momento em que os direitos individuais de uma maneira geral da população estão sendo negados e atacados, o jornalista que está na interface entre a sociedade e o poder público é que sofre mais.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura- Ainda no quesito riscos, alguns levantamentos afirmam que é crescente o número de assassinatos de jornalistas em trabalho no Brasil e no mundo. Como estão esses números na Bahia?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Não tenho noção de como estão os números na Bahia. Esse ano infelizmente tivemos alguns casos de agressões, felizmente nenhum homicídio e de uma maneira geral foi até um ano tranquilo, embora tenha acontecido as eleições com um período bastante tenso, mas aqui no estado não foi especialmente significativo no número de profissionais que tiveram esse problema.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Quais as seguranças são previstas na Constituição para o exercício livre da imprensa? Como os sindicatos de classe podem assegurá-lo?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Segurança física não existe, só o direito à livre expressão, o direito da imprensa de escrever, filmar e produzir seu material. Só que fisicamente, que é o problema que recai sobre nós jornalistas no exercício da nossa profissão, não tem nenhum tipo de previsão. Os 31 sindicatos do país vem tentando incluir nas cláusulas de acordo coletivo a obrigatoriedade da manutenção de equipamentos de segurança e também o direito de consciência, sendo possível recusar uma pauta quando coloca em risco sua integridade física, moral ou o que seja, mas isso é um movimento mais da área do trabalho do que uma questão legislativa.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; O Sinjorba está pensando em novas políticas de atuação de acordo com o atual cenário?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Nós estamos refazendo nossas visões de uma maneira geral, houve uma mudança muito grande na mentalidade do trabalhador. O jornalista é pouco afeito a organização sindical porque ele não se acha trabalhador, ele se acha um intelectual. Então, não procuram sua entidade a não ser que sofram algum tipo de ataque, precise de documentação porque não temos um conselho e a única estância para te representar é o sindicato. Existe um grupo pequeno que mantém o sindicato funcionando porque entende que é um defensor dos interesses coletivos da categoria, mas a maior parte dos jornalistas não.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Como o jornalismo deve se armar para sobreviver em um cenário hostil, tendo em vista um governo crítico às mídias tradicionais como o do presidente eleito Jair Bolsonaro?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; A gente tem que aprender a desconstruir esse discurso, vemos que ele é um mero imitador de Donald Trump, que faz isso nos Estados Unidos constantemente. Ninguém escreve melhor, é mais capaz de desenvolver reportagens, investigações, apurar de forma ética com coragem para escrever e divulgar isso que o jornalista. Isso precisa ficar claro para nós jornalistas e para sociedade, construindo as estratégias para neutralizar esse tipo de discurso de uma pessoa que diz que não precisa de jornalistas.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; As afirmações feitas à imprensa pelo presidente eleito, principalmente ao jornal Folha de S. Paulo (&#8220;Por si só, esse jornal se acabou&#8221;), podem ser considerados como um tipo de censura ao jornalismo?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Críticas não são consideradas censura, temos que aprender também que estamos aqui para sermos criticados, faz parte da democracia que afeta os jornalistas e os meios de comunicação. Existem os limites de onde vai essa crítica ou situações que ocorreram como o impedimento da presença de jornalistas em coletivas de imprensa que já ultrapassam o limite. A questão de dizer que ele não iria liberar verbas públicas ao jornal, nesse caso sim é uma tentativa de censura descarada, que é o que vem acontecendo no país nos últimos anos, com uma enorme quantidade de processos que atingem apenas os jornalistas, que é a parte mais fraca desse elo e o judiciário também entrando nessa seara tentando calar a imprensa em um modo geral.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; O jornalismo brasileiro tem recebido diversas críticas com relação a uma “falsa postura de imparcialidade”. A senhora como jornalista e como presidente do Sinjorba defende a questão de uma mídia imparcial nos moldes atuais?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Na verdade sabemos que não existe imparcialidade porque todas as pessoas têm uma formação ideológica, cultural, uma trajetória e uma caminhada. Só que o jornalista e a empresa de comunicação que é séria e que pauta pelo jornalismo, tem sua postura, sua posição. No entanto, ela permite que todos os outros setores envolvidos em um determinado fato fale, é o contraditório. Você está respeitando a questão da imparcialidade quando escreve com o contraditório, quando não está escrevendo como opinião. Então, eu acho que existem jornais sérios. Existem momentos que a mídia séria derrapa, mas é necessário olhar o tratamento por um todo que é dado a determinado fato.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Incentivados por essas críticas, muitos veículos alternativos de jornalismo surgiram nos últimos anos, como o Jornalistas Livres, The Intercept, entre outros, mas com um posicionamento político bem definido. A senhora acredita que isso é bom para o jornalismo?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Existe uma moda entre alguns jornalistas de escreverem opinando. Opinião não é jornalismo, isso é colunismo. O colunista pode ser jornalista, mas a partir do momento que ele assume uma posição política e ideológica ele está se afastando do que é tradicional, que é o jornalismo contraditório. O site Brasil 247 posta muitas informações da esquerda partidária, muito próxima de interesses relacionados ao PT e isso é um exemplo de um veículo que não está praticando um bom jornalismo se ele não houve o contraditório, é uma reação? É! Estamos vendo a grande imprensa atacar a esquerda e essa é uma reação, só que acaba caindo no mesmo erro dessa grande mídia porque se você está tomando partido ao escrever matérias não está sendo bom jornalista.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Podemos atribuir o surgimento dessas mídias “independentes” como uma consequência das demissões de jornalistas ou da insatisfação desses profissionais trabalharem em prol de uma linha editorial marcada pela lucratividade? Como a senhora analisa este cenário?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura </strong>- Depende do que você chama de jornalismo independente, porque eu não considero jornalismo independente a pessoa que pega o celular, abre um site ou algo do tipo. O independente para mim são grupos de jornalistas sérios, que já tem algum tempo de mercado e que criam meios alternativos para divulgação da informação sabendo a maneira como ela é tratada na grande mídia. Ela atende a interesses muito exclusivos com assuntos econômicos, políticos, religiosos, sociais e então, na verdade o jornalismo independente nessa maneira não ameaça. O que ameaça talvez seja esse de uma pessoa estar na rua, fazer uma foto e mandar para o jornal de graça enquanto tem repórteres fotográficos trabalhando ali, é o que se chama de repórter cidadão, mas eu acho que toda profissão possui caminhos novos a serem trilhados e desenvolvidos.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Como você analisa o tratamento da mídia para alguns casos ocorridos no cenário político brasileiro atual?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Hoje em dia nesse país está se condenando, tanto na imprensa como na justiça, sem provas com base no que se diz. Na última quinta-feira, 29, saiu a manchete de que o Pezão foi preso e ele é governador em exercício, e se não houve flagrante, como ele poderia ser preso? E você não vê ninguém criticando isso. É preciso entender de justiça e legislação para não ser um mero reprodutor do boletim que vem do órgão oficial, para quando ir na coletiva de imprensa da Polícia Federal questionar: ‘você prendeu fulano de tal, mas tinha mandado para invadir a residência? Porque a lei diz isso e isso’ e eles estão passando por cima. Inclusive isso ocorreu na Operação Lava Jato diversas vezes com o futuro Ministro da Justiça, Sérgio Moro, que burlou várias vezes a lei e responde a processos na Secretaria Nacional de Justiça (SNJ).</p>
<p dir="ltr">Há um desrespeito profundo que está estabelecido com a desculpa de que os fins justificam os meios e não é assim. Hoje não existe legitimidade, não existe civilidade, se você não respeita as leis do seu próprio país. Existe uma expressão no direito “Dura lex, sed lex”, que significa “dura é a lei, mas é a lei”,  portanto, se ela está na vigência precisa ser respeitada e não podemos aceitar e reproduzir absurdos como estes que estão acontecendo.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Como você recebe a suposta indicação de Carlos Bolsonaro para assumir o Ministério da Comunicação?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Já negaram isso e é uma das estratégias que temos que aprender, que é a de se calar diante dos absurdos. Porque é divulgada determinada informação, os jornais fazem alarde e ele chega e diz: ‘eu não disse nada disso, vocês estão praticando <em>fake news’</em>. Então, é necessário neutralizar, não temos que ficar reagindo o tempo todo às informações que eles publicam. Se sair uma informação da Secretaria de Governo em transição e foi anunciado pelo Governo oficialmente ai sim, mas ficar reagindo a essas bobagens do Carlos ou do Flávio Bolsonaro, que as pessoas noticiam o tempo todo, é o problema. É necessário parar com picuinhas, já acabou a eleição então, temos que voltar a profissionalizar a comunicação.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Qual o papel que a mídia teve na cobertura dessas eleições? Quais aspectos negativos e positivos você acredita que o jornalismo desempenhou?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura</strong> &#8211; Na verdade foi uma situação muito complicada, como a maioria da grande mídia é muito contra o PT os ataques sempre foram fortuitos e rasteiros, já que não houve seriedade nesse aspecto. Não ocorreu uma análise ou uma cobrança de que os candidatos apresentassem propostas, só víamos ataques de ambas as partes e fez com que fosse menos sério nesse sentido, foi raro o jornalista que procurou abordar quem eram os candidatos, qual a postura dele, qual a previsão do governo e achei muito pobre o trabalho da imprensa nesse momento.</p>
<p><strong>Ciência e Cultura &#8211; Tendo como parâmetro o cenário incerto de  nossas liberdades de imprensa, como jornalistas e sociedade podem  colaborar para serem informados com notícias credíveis?</strong></p>
<p><strong>Marjorie Moura </strong>-  Tanto para o jornalista como para sociedade existe uma fórmula simples  de saber o que está acontecendo, veja várias fontes. Se chegou no seu  Whatsapp a informação, vá procurar em sites sérios que você conhece se  procede ou não aquilo, existem muitas empresas e sites de análise de  fatos para dizer se o que está circulando é boato ou não. Esse sempre  foi o caminho do jornalismo e está sendo redescoberto devido a tudo que  está acontecendo. Então, não existe um jornalista investigativo, todo  jornalista tem a obrigação de ser investigativo.</p>
<p><em>*Estudante de graduação do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia é repórter da Agência de Notícias em C,T&amp;I &#8211; Ciência é Cultura</em></p>
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		<title>Distopias, masculinidade e o audiovisual</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Nov 2018 10:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Com um olhar inusitado, dois pesquisadores exploraram as tendências da masculinidade heteronormativa contemporânea a partir de uma série reconhecida por inspirar discussões feministas ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="docs-internal-guid-ff48c950-7fff-f1d9-a4d8-6b64981f1926" dir="ltr">Na Hungria, Orbán. No Estados Unidos, Trump. No Brasil, Bolsonaro. Num mar agitado por ondas conservadoras, o nacionalismo exacerbado chama atenção para a discussão da distopia na sociedade e na mídia. Desde 2012, com a adaptação para o cinema de The Hunger Games, de Suzanne Collins, a cultura-pop alimentou um interesse pelas narrativas de sociedades futuristas desoladas por governos totalitários e opressivos.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/Distopias-masculinidade-e-o-audiovisual.png"><img class="size-large wp-image-24693  " title="Distopias-masculinidade-e-o-audiovisual" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/Distopias-masculinidade-e-o-audiovisual-1024x783.png" alt="" width="518" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">Na academia, a distopia divide o espaço com o estudo da masculinidade contemporânea. Através do romance de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale, os pesquisadores Felipe Borges e Isabelle Chagas da Universidade Federal de Minas Gerais (<a href="https://ufmg.br/">UFMG</a>) discutem a<a href="https://www.fronteiras.com/artigos/zygmunt-bauman-retrotopia-ou-os-retrocessos-do-nosso-tempo"> retrotopia de Bauman</a> e o desejoso aceno à masculinidade do “homem alfa” no artigo: “A men’s place: a nostalgia da masculinidade em The Handmaid’s Tale”. O artigo foi apresentado na quinta-feira, 8, durante a mesa “Audiovisualidades, sexualidades e o tempo”, promovida pelo <a href="https://encontrohistoricidades.wordpress.com/">VIII Encontro de Historicidades dos Processos Comunicacionais</a>.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24694" class="wp-caption aligncenter" style="width: 508px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/IMG_2935-1024x6822.jpg"><img class="size-full wp-image-24694   " title="IMG_2935-1024x682" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/IMG_2935-1024x6822.jpg" alt="" width="498" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadores durante o segundo dia do encontro na FACOM / Imagem: L. Costa</p></div>
<p dir="ltr">Contrário ao senso comum, distopia não é antônimo de utopia. “Distopia é a utopia que deu errado. Ou melhor, a utopia que deu certo para alguns, mas não todos”, afirma Borges. Uma excelente descrição para o regime teocrático da República de Gilead, nação fictícia que é palco do romance.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24669" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/capa-do-livro-rep-peguin-random-house1.jpeg"><img class="size-full wp-image-24669 " title="capa do livro (rep peguin random house)" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/capa-do-livro-rep-peguin-random-house1.jpeg" alt="" width="263" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro de The Handmaid&#39;s Tale, da escritora canadense Margaret Atwood / Imagem: Peguin Random House</p></div>
<p dir="ltr">Num mundo assolado pela infertilidade, a procriação se dá por meio de um estupro “ritualístico” das mulheres férteis por parte da elite masculina. Na série, a paternidade é antes de tudo uma realização do projeto de ser homem. O ideal da “ordem masculina” é projetado no desejo de ter filhos homens para perpetuar a estrutura de poder vigente.</p>
<p dir="ltr">O mundo de Atwood dialoga com o que os pesquisadores chamam de “onda nostálgica da masculinidade” e nos apresenta, não um futuro futurista, mas um futuro passadista. Segundo a autora: “Quando pensamos no passado são as coisas bonitas que escolhemos sempre. Queremos acreditar que tudo era assim”. Gilead lida com a temeridade e imprevisibilidade do futuro se refugiando no conhecido: o passado. Ou melhor, nos papéis e valores do passado.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24671" class="wp-caption aligncenter" style="width: 413px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/snapshot-série-George-Kraychyk-Hulu1.jpeg"><img class="size-large wp-image-24671  " title="Faithful" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/snapshot-série-George-Kraychyk-Hulu1-1024x576.jpg" alt="" width="403" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">O governo totalitário de The Handmaid’s Tale busca reviver na sociedade os valores patriarcais do passado, chamada pelos pesquisadores de “onda nostálgica da masculinidade”/ Imagem: George Kraychyk</p></div>
<p>Através da imposição física e ideológica, em Gilead, a masculinidade se expressa no retorno ao “homem alfa” e ao papel de provedor do lar e agente de violência. A série retrata o retorno à era da incontestabilidade masculina, um discurso desejoso que se manifesta na sociedade, hoje, por meio da masculinidade tóxica.</p>
<p dir="ltr">Os pesquisadores usam o exemplo de Gilead para alertar contra a onda de conservadorismo que, nos últimos anos, retorna ao cenário nacional e mundial. Os discursos nostálgicos, os clamores pela “ordem e prosperidade” de tempos passados, são retóricas que mascaram períodos violentos e autoritários sob a ilusão de segurança daquilo “que se conhece”. A masculinidade que se tenta resgatar ameaça as conquistas nos direitos sociais e no campo dos estudos de gênero. Conceitos como<a href="https://www.genderspectrum.org/quick-links/understanding-gender/"> espectro de gênero</a>, masculinidade fluída e construção social da identidade são incompatíveis com o simplismo e a hegemonia exigidos pela masculinidade tóxica.</p>
<p dir="ltr">A Rede Historicidades dos Processos Comunicacionais promove, bianualmente, o encontro de pesquisadores da área de comunicação. Este ano, a segunda edição ocorreu nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA, campus Ondina. A mesa de Audiovisualidades, sexualidades e o tempo também discutiu outros dois artigos.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24672" class="wp-caption aligncenter" style="width: 538px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/IMG_28771.jpg"><img class="size-large wp-image-24672      " title="IMG_2877" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/IMG_28771-1024x682.jpg" alt="" width="528" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: L. Costa</p></div>
<p dir="ltr">Juliana Soares, Thiago Ferreira e Tess Chamusca apresentaram “Youtube e masculinidades em processo: disputas contemporâneas em torno dos sentidos de ser homem”, através da análise dos canais Manual do Homem Moderno, Alphalife e Papo de Homem. A masculinidade foi analisada sob a ótica da construção social do cuidado por no âmbito da aparência, da saúde e do cuidado para com o outro.</p>
<p dir="ltr">Outros três canais de Youtube, Drag-se, Põe na roda e Canal das Bee, foram base para o trabalho de Juliana Gutmann, Edinaldo Mota e Fernanda Maurício. Em “Gêneros em trânsito no Youtube: mutações culturais, performance e os relatos em si” os pesquisadores analisaram o percurso da narrativa LGBT na rede.</p>
<p dir="ltr"><strong><span style="color: #339966;">Notícias relacionadas</span></strong></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #339966;"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/dinamicas-do-tempo-e-suas-interferencias-nas-praticas-da-comunicacao/" target="_blank">Dinâmicas do tempo e suas interferências nas práticas da comunicação</a></span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #339966;"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/heteronormatividade-prejudica-a-saude/" target="_blank">Heteronormatividade prejudica a saúde</a></span></p>
<p dir="ltr"><em>*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e   repórter na Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura UFBA</em></p>
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		<title>Dinâmicas do tempo e interferências na comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 19:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O VIII encontro de grupos de pesquisa brasileiros em comunicação contou com a participação de membros históricos para abordar e debater a respeito dos processos comunicacionais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="docs-internal-guid-66db3a9a-7fff-6217-ef1d-15b995f69da5" dir="ltr">Pesquisadores de fundações e universidades federais, apoiados pelo Centro de Pesquisa em Estudos Culturais e Transformações na Comunicação (<a href="about:blank">Tracc</a>), deram início na última quarta-feira, 7, ao <a href="http://encontrohistoricidades.wordpress.com">VIII Historicidades dos Processos Comunicacionais</a> &#8211; Encontro de Grupos de Pesquisa Brasileiros em Comunicação. A finalidade foi discutir os caminhos para reflexão e aplicação epistemológica no atual cenário brasileiro. O evento ocorre até sexta-feira, 9, no auditório da Faculdade de Comunicação/UFBA, em Ondina.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 536px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/LRM_EXPORT_584098902129047_20181108_170058558-1024x6821.jpg"><img class="size-full wp-image-24683 " title="LRM_EXPORT_584098902129047_20181108_170058558-1024x682" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/LRM_EXPORT_584098902129047_20181108_170058558-1024x6821.jpg" alt="" width="526" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadores discutiram praticas comunicacionais na contemporaneidade / Imagem: Jefferson Hora</p></div>
<p style="text-align: center;" dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">A mesa “Implicações estético-políticas das temporalidades a partir de Williams e Ricoeur”, mediada pelo pesquisador Jorge Cardoso, trouxe reflexões a respeito das abordagens de Raymond Williams e Paul Ricoeur na maneira como pensam as questões da cultura e da comunicação, que permitem uma relação com fenômenos contemporâneos de forma a ultrapassar alguns limites, com problemáticas esquecidas acerca da comunicação. Discorrendo a respeito de premissas sofisticadas, incluindo principalmente a noção de estrutura de sentimento e apanhados pela tecnologia para repensar a respeito de engajamentos identitários.</p>
<p dir="ltr">Os pesquisadores também apresentaram alguns pontos marcantes, da edição anterior, ocorrida em Minas Gerais, do trabalho que está sendo produzido com base na visão de Williams e Ricoeur.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (<a href="https://ufmg.br/">UFMG</a>), <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4790531J6" target="_blank">Bruno Leal</a>, para aqueles que puderam ler o texto, é possível perceber que não falamos a palavra comunicação nenhuma vez, mídia e meios de comunicação nem teve. Fizemos um grande esforço de lidar com dois autores a partir de um conceito mais central e a comunicação irá surgir na próxima versão do texto”, contou.</p>
<p dir="ltr">Para ele, que produziu, juntamente com o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro (<a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/ufrj-e-fiocruz-estudam-parcerias-na-pos-graduacao">Fiocruz/UFRJ</a>), <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4759462Z2" target="_blank">Igor Sacramento</a>, o artigo “A noção de tradição em Williams e Ricoeur: diálogos possíveis”, afirma que existe em comum entre os dois [mídia e meios de comunicação] uma coisa fundamental: a ideia de tradição como algo em movimento que faz parte de um conflito, fugindo da concepção de uma realidade ou parte de uma história realizada.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_24685" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/LRM_EXPORT_584059965121122_20181108_165956784-1024x6822.jpg"><img class="size-full wp-image-24685  " title="LRM_EXPORT_584059965121122_20181108_165956784-1024x682" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/LRM_EXPORT_584059965121122_20181108_165956784-1024x6822.jpg" alt="" width="553" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadores se reuniram durante três dias para pensar a comunicação nos dias atuais / Imagem: Jefferson Hora</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Durante o debate aberto ao público, os presentes puderam realizar questionamentos a respeito da perspectiva da aplicabilidade do horizonte da desconstrução do afeto na política e cultura, sem um comportamento distante de sentidos da inovação e herança relacionadas a linguagem, podendo ser interpretado, reinterpretado e transmitido por uma rede de textos e daqueles que o promovem.</p>
<p dir="ltr">Também estiveram presentes na mesa os pesquisadores<a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/pesquisadores/itania-maria-mota-gomes/" target="_blank"> Itânia Gomes</a>, da Universidade Federal da Bahia (<a href="https://www.ufba.br/">UFBA</a>) e <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4782355U5" target="_blank">Elton Antunes</a> (UFMG), que apresentaram o artigo “Raymond Williams por ele mesmo: gestos epistemológicos e acenos políticos para (re)pensar a comunicação” e <a href="https://www.escavador.com/sobre/7580674/ana-regina-barros-rego-leal" target="_blank">Ana Regina Rêgo</a>, da Universidade Federal do Piauí (<a href="http://www.ufpi.br/">UFPI</a>), e Ana Paula Goulart Ribeiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro(<a href="https://ufrj.br/">UFRJ</a>), que apresentaram o artigo “As aporias da temporalidade, tradição e memória em Ricoeur (título provisório)”.</p>
<p><em>*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e  repórter na Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura UFBA</em></p>
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		<title>8ª Edição do Encontro Historicidades dos Processos Comunicacionais</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2018 19:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evento tem como temática “Movimentos epistêmicos, políticos, estéticos e culturais do tempo”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Será realizado no auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA o VIII Historicidades dos Processos Comunicacionais – Encontro de Grupos de Pesquisa Brasileiros em Comunicação. O evento que ocorrerá entre os dias 07, 08 e 09 de novembro foca em reflexões acerca das dinâmicas do tempo e como afetam as várias práticas da comunicação.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_24547" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/Historicidades-dos-processos-comunicacionais-Crédito-Fernanda-Covalski.jpg"><img class="size-full wp-image-24547  " title="Historicidades dos processos comunicacionais Crédito Fernanda Covalski" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/11/Historicidades-dos-processos-comunicacionais-Crédito-Fernanda-Covalski.jpg" alt="" width="470" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Divulgação/Crédito: Fernanda Covalski</p></div>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: tahoma, sans-serif;"> <span style="color: #000000;">Promovido pelo Centro de Pesquisa em Estudos Culturais e Transformações na Comunicação (Tracc), o encontro é gratuito e aberto ao público. Inscrições podem ser efetuadas no local.</span><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O quê: </strong><span style="color: #000000;">VIII Historicidades dos Processos Comunicacionais &#8211; Encontro de Grupos de Pesquisa Brasileiros em Comunicação</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Quando: </strong><span style="color: #000000;"> 7, 8 e 9 de novembro de 2018.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Onde: </strong><span style="color: #000000;">Faculdade de Comunicação/UFBA (Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Ondina, Salvador).</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Inscrição: </strong>Gratuita, no local<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Mais informações: </strong><a href="https://encontrohistoricidades.wordpress.com/">Site do evento</a><br />
<strong> </strong></span></p>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=24545&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Comunicação pública e democracia no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jun 2018 18:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cortes realizados no campo da Ciência e da Tecnologia no país nos últimos anos têm provocados crises nas instituições científicas do País. Este cenário, atrelado ao papel da Comunicação e da Democracia, é um dos temas da série de seminários realizados pela SBPC em algumas cidades brasileiras ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">
<p dir="ltr">No aniversário de 70 anos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (<a href="http://portal.sbpcnet.org.br/">SBPC</a>), não há muito o que comemorar. Criada para promover o avanço científico, tecnológico e o desenvolvimento educacional no Brasil, a SBPC agora tem de lidar com a realidade dos cortes de gastos com a educação no país. Somente nesta última semana, foi aprovado um<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/31/politica/1527790717_851019.html"> novo corte</a> no financiamento voltado para a concessão de bolsas, no valor de R$ 55,1 milhões. Os cortes têm feito com que instituições de pesquisas no país mudem suas rotinas e até deixem de produzir trabalhos, o que não se mostra diferente na Sociedade. Conforme afirma o conselheiro da SBPC e professor da Faculdade de Educação (<a href="https://faced.ufba.br/">FACED</a>) <a href="https://www.escavador.com/sobre/832427/nelson-de-luca-pretto">Nelson Pretto</a>: “A SBPC tem um histórico de luta neste país. Neste momento o Brasil está parado”.</p>
<div id="attachment_24054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_142628444.jpg"><img class="size-large wp-image-24054" title="IMG_20180604_142628444" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_142628444-1024x577.jpg" alt="" width="512" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">A mesa de abertura/Imagem: Larissa Costa</p></div>
<p style="text-align: center;" dir="ltr">
<p>Diante deste cenário, a SBPC realiza uma série de seminários em algumas das capitais do país. O objetivo é promover políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da inovação e da educação. A intenção é que, a cada seminário, sejam elaboradas propostas para as áreas, as quais virão a compor documentos que serão entregues aos futuros representantes políticos.</p>
<p>Salvador, na última segunda-feira, 4, foi a cidade escolhida para a realização do terceiro seminário, que teve como tema a “Democratização da Comunicação no Brasil”. O centro do debate foram as raízes da concentração midiática e o avanço das mídias digitais. O evento contou com duas mesas de discussão: “A comunicação pública no Brasil” e “A democratização da comunicação: grande mídia, mídias alternativas e plataformas digitais”.</p>
<p>Promover políticas públicas voltadas para a comunicação torna-se desafio pela falta de discussão sobre o tema, como lembra o diretor geral do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (<a href="http://irdeb.ba.gov.br/">IRDEB</a>), Flávio Gonçalves. Segundo ele, um reflexo disso é a falta de questionamentos sobre a comunicação para os presidenciáveis.</p>
<p>Além do papel informativo, a mídia representa um importante espaço de debate. Para o presidente da Associação Bahiana de Imprensa (<a href="http://www.abi-bahia.org.br/#">ABI</a>), <a href="https://twitter.com/pinheirosenador?lang=en">Walter Pinheiro</a>, “não há democracia sem uma imprensa livre, abrangente e forte”. O fechamento dos canais de diálogo pode representar a perda de construção e compartilhamento de informações em vários níveis, e o pior disso: não é surpresa que esteja acontecendo. Nas palavras do doutorando em Comunicação e jornalista, <a href="https://www.escavador.com/sobre/4749978/pedro-andrade-caribe">Pedro Andrade Caribé</a>: “esse cerceamento não é novidade para quem atua na comunicação.”</p>
<p dir="ltr">Professora e pesquisadora da <a href="http://www.eco.ufrj.br">Escola de Comunicação</a> da Universidade Federal do Rio de Janeiro (<a href="https://ufrj.br/">UFRJ</a>), <a href="https://www.escavador.com/sobre/6782029/ivana-bentes-oliveira">Ivana Bentes</a> frisou a importância de se compreender o papel das mídias digitais na comunicação. Após o <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/04/vazamento-de-dados-do-facebook-atinge-443117-usuarios-brasileiros.shtml">escândalo</a> do vazamento de informações dos usuários do Facebook e o <a href="http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2018/03/candidatos-postaram-usando-robos-nas-eleicoes-revela-estudo-da-fgv.html">uso de robôs</a> nas eleições para presidente nos Estados Unidos, criou-se a necessidade de entender e regular esses mecanismos virtuais. “A opinião pública está sendo construída com base nesses aplicativos de automação”, reforça.</p>
<p>O evento foi organizado pelo Grupo de Trabalho Democratização da Comunicação, coordenado pelo professor Nelson Pretto, aconteceu no auditório Leopoldo Amaral da <a href="http://www.eng.ufba.br/">Escola Politécnica</a> da UFBA.</p>
<p>-</p>
<p>Matérias relacionadas</p>
<p>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/midia-sindical-e-democratizacao-da-comunicacao/</p>
<p>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/o-uso-do-twitter-nas-eleicoes-presidenciais-de-2014/</p>
<p><em>*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e repórter na Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura UFBA</em></p>
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		<title>Abertas as inscrições para qualificação de Agentes Culturais</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/programa-de-formacao-e-qualificacao-de-agentes-culturais/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 18:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AGENTES CULTURAIS]]></category>
		<category><![CDATA[ALBINO RUBIM]]></category>
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		<description><![CDATA[Já estão abertas as inscrições para Programa de Formação e Qualificação de Agentes Culturais. Na oportunidade serão oferecidos cursos cursos gratuitos e presenciais em 16 cidades da Bahia 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para o <em>Programa de Formação e Qualificação de Agentes Culturais</em>, que vai acontecer a partir de 7 de abril, podem ser feitas pelo site <a href="http://www.agentesculturais.com.br/" target="_blank">www.agentesculturais.com.br</a> . Direcionado a todos os envolvidos com a cultura &#8211; artistas, comunicadores, gestores, artesãos, ativistas &#8211; o programa vai oferecer cursos gratuitos e presenciais em 16 cidades da Bahia.</p>
<p>Com duração de 15 horas, o curso abordará temas fundamentais para a formação de um agente da cultura, como políticas culturais, culturas brasileiras e baianas e organização da cultura.  Coordenado pelo professor e pesquisador Albino Rubim, o programa se propõe a formar ativistas comprometidos com a efetivação dos direitos culturais e a consolidação das políticas públicas de cultura, voltadas para o fortalecimento da cidadania cultural. É viabilizado por meio de apoio financeiro da Secretaria de Cultura da Bahia através do edital de Formação e Qualificação em Cultura 2016 do Fundo de Cultura da Bahia. Tem apoio institucional da Diretoria de Espaços Culturais, Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia e da Fundação Pedro Calmon.  Os cursos acontecerão entres os meses de abril e maio. São cinco módulos consecutivos de 3 horas cada.</p>
<p>A expectativa é alcançar 1500 participantes. As primeiras cidades a receber o curso serão Salvador e Lençóis, nos dias 7, 8 e 9 de abril. Todas as aulas serão ministradas por professores pesquisadores que integram o CULT – Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura da UFBA. Com formação nas áreas de comunicação, produção cultural e ciências sociais, os educadores podem preparar os participantes para atuarem como agentes culturais.</p>
<p>Em seguida, o projeto segue para os centros culturais dos outros municípios participantes: Alagoinhas, Cabaceiras do Paraguaçu, Guanambi, Feira de Santana, Itabuna, Itaparica, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Mutuípe, Porto Seguro, Salvador (Casa da Música &#8211; Itapuã, Centro Cultural Alagados, Centro Cultural Plataforma, Cine Teatro Solar Boa Vista, Espaço Xisto Bahia, Santo Amaro, Valença, Vitória da Conquista.  Como parte do processo formativo, o curso vai integrar uma atividade artística em sua programação, a <em>imersão cultural</em>. Cada um dos 20 espaços vai receber um artista, comunicador ou movimentador cultural para apresentar o seu trabalho e provocar reflexões no público. A mostra será levada para a sala de aula e integrada às outras atividades didáticas.</p>
<p><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2017/04/AC_card_facebook_1x1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-21203" title="DIVULGAÇÃO" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2017/04/AC_card_facebook_1x1.png" alt="" width="800" height="800" /></a>Albino Rubim destaca que a imersão cultural é fundamental para a formação de cada participante. “É muito importante que o agente cultural, para ser um ativista, articulador e mobilizador, deva ser uma pessoa envolvida e encantada com a cultura. Ou seja, deve ser um consumidor e mais que isto um conhecedor da cultura. Um ser aberto sempre a novas fruições culturais. Daí o sentido da inclusão da imersão cultural como momento vital do curso”, avalia o coordenador.  Além dos encontros presenciais, os inscritos ainda podem acessar conteúdos complementares na biblioteca do site.</p>
<p>Os textos e vídeos encontrados na plataforma digital servem para ajudar o agente cultural a fundamentar as práticas que<span style="text-decoration: underline;"> </span>fazem parte do seu trabalho.  Para participar, basta ter mais de 16 anos e interesse na área da cultura. Como não há seleção, as inscrições terminam conforme a quantidade de vagas, que varia em cada localidade que receberá o curso. Aqueles que participarem em pelo menos 75% das atividades, receberão por e-mail certificado de extensão de 15 horas da UFBA. A inscrições estão abertas e os interessados devem acessar site <a href="http://www.agentesculturais.com.br/" target="_blank">www.agentesculturais.com.br</a> para obterem mais informações.</p>
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		</item>
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		<title>Comunicação, Cultura e diversidade como modos de vida</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/comunicacao-cultura-e-diversidade-como-modos-de-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 19:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[José Márcio de Barros]]></category>
		<category><![CDATA[José Roberto Severino]]></category>
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		<category><![CDATA[PUC]]></category>

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		<description><![CDATA[A diversidade para o campo de estratégias de superação das desigualdades foi o tema da aula proferida pelo pesquisador José Marcio de Barros, em aula realizada na UFBA, na última sexta-feira (12).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17986" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"> </dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">As políticas culturais pensadas a partir da diversidade cultural e como mecanismo de auto-reconhecimento e conhecimento do outro é uma das linhas de pensamento do professor doutor em Comunicação e Cultura, <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4774851A1">José Márcio de Barros</a>, da Universidade Católica (<a href="http://www.pucminas.br/destaques/destaques.php">PUC-Minas</a>) e da Universidade Estadual de Minas Gerais (<a href="http://www.uemg.br/">UEMG</a>), que ministrou uma aula promovida pelo Grupo de Pesquisa: Circuitos culturais, memória e narrativas do pertencimento: território e identidade na contemporaneidade, no âmbito  do Ciclo de palestras Patrimônio, Memória e políticas públicas. O aula também foi  promovida pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade (<a href="http://www.poscultura.ufba.br/">PosCultura</a>), da Universidade Federal da Bahia e aconteceu na última sexta-feira (12), sob a coordenação do professor doutor <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4707389E6">José Roberto Severino</a> (<a href="http://www.facom.ufba.br/portal/">Facom</a> – <a href="http://www.ufba.br/">UFBA</a>).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">De acordo com Barros, a cultura vem sendo compreendida a partir tensão entre a mudança e a permanência, contudo ele acredita que o que é preciso ser estudado e problematizado é como as manifestações, tidas como tradicionais, sobrevivem a esse novo quadro das sociedades contemporâneas. A partir daí que é possível compreender elementos importantes para os estudos em culturais: a diferença (realidade antropológica); diversidade (resultado das interações e trocas); e pluralidades (construção política da equidade).</span></p>
<p><span style="text-align: justify;"> </span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_17989" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2014/12/IMG_20141212_101327548_HDR.jpg"><img class="size-medium wp-image-17989" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2014/12/IMG_20141212_101327548_HDR-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Foto:Nádia Conceição</p></div>
<p style="text-align: justify;">Barros, em seus estudos no <a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/">Observatório da diversidade Cultural</a> , trabalha ainda com a formação de gestores culturais, capacitando-os neste sentido à “pensar a diversidade cultural e que gestão cultural não é um termo singular, e sim cultural, já que não existem padrões universais de planejamento e gestão da cultura, precisa ter modelos de gestão cultural que são dadas pela singularidade”, complementa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação ao diálogo entre direito à cultura e a diversidade para o esclarecimento da sociedade, o professor acredita que “a produção do conhecimento é fundamental dentro de uma sociedade, especialmente para que essa sociedade construa um acervo crítico sobre si e sobre os outros. Barros ressalta porém, que esses conhecimento produzido no âmbito acadêmico não são suficientes para produzir as mudanças sociais. Eles são importantes, necessários, estratégicos, mas não suficientes para mudar o comportamento das pessoas”, afirma Barros. Ainda segundo ele, para que a interação entre esses elementos ocorram é necessário dois movimentos: “o de pluralizar os modelos de pesquisas, permitindo que além das pesquisas acadêmicas você também incentivem as pesquisas não acadêmicas comunitárias, esses modelos mais livres mais colaborativos de fazer pesquisa; e por, outro lado, sem assegurar o direito de acesso aos bens culturais e aos serviços culturais não adianta, pois a gente vai ter uma situação em que as pessoas não vão perceber a falta que a cultura faz na vida delas”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o assunto é a formação de profissionais de comunicação, Barros aponta a importância da realização de projetos com as faculdades de comunicação na intenção de incorporar a diversidade cultural como um campo de estudo importante nas grades curriculares. Entretanto, o professor destaca que essa é uma questão complexa: “O ensino da graduação tem diretrizes que são gerais e que regulam o ensino da comunicação e seus vários campos e elas exigem que os cursos dialoguem com seus contextos em geral, mas como cada universidade traduz isso, as relações com uma realidade imediata dependem de cada universidade. Tem universidades que são mais competentes nesse dialogo com a realidade local imediata”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Barros, as experiência apresentadas contém singularidades, que o campo da legislação e da formação deverão cada vez mais levar em conta, incorporar a diversidade cultural. caso e ver o que a legislação obriga que é o dialogo com a diversidade cultural e o que o curso realmente faz. “Porém, a maioria dos cursos tem os cursos de antropologia, sociologia que ajuda essa visão, mas não garante, pois toda vez que a formação de comunicação é vista como um atendimento as demandas do mercado, como se a comunicação fosse um campo de preparação técnica para atuar no mercado aí a questão de diversidade é prejudicada”, finaliza.</p>
<p>Para conhecer mais sobre os estudos do professor e ter acessos aos artigos acadêmicos basta acessar a página do <a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/">Observatório da diversidade Cultural</a>.</p>
<p><em>*Jornalista, mestranda em Cultura e Sociedade pelo PosCultura Ufba e colaboradora da Agência de Notícias Ciência e Cultura</em></p>
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		<title>Agência de Notícias é premiada na Expocom nordeste</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2014 19:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Seis produtos da UFBA vão para a edição nacional do Intercom]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/">Agência de Notícias em CT&amp;I &#8211; Ciência e Cultura </a>da UFBA foi premiada na  categoria Agência Jr. de Jornalismo na XXI Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM). A aluna-líder, Victória Libório, apresentou a experiência da parceria entre a agência e o jornal <a href="http://atarde.uol.com.br/">A Tarde</a> que gerou várias publicações de reportagens relacionadas ao tema &#8211; ciência, tecnologia e inovação no estado da Bahia.</p>
<p>Os produtos apresentados foram as reportagens <em><a href="http://atarde.uol.com.br/cienciaevida/materias/1523141-insetos-atuam-como-peritos-na-solucao-de-crimes">Insetos atuam como peritos na solução de crimes</a></em>, produzida pelo aluno de Jornalismo Edvan Lessa, que inaugurou a parceria com o jornal mais tradicional de Salvador, <em><a href="http://atarde.uol.com.br/cienciaevida/materias/1558420-cancer-osseo-tem-dificil-diagnostico">Câncer Ósseo : Invisibilidade da doença dificulta diagnóstico</a></em>, da jornalista e estudante de produção cultural  Nádia Conceição, e <em><a href="http://www.crf-ba.org.br/site/?p=1606">Fiocruz-Bahia estuda efeito de plantas da flora brasileira para combater o câncer</a></em>, da estudante de jornalismo Emile Conceição, que também apresentou o artigo Acervo da Laje: arte invisível no Subúrbio de Salvador, na categoria COMUNICAÇÃO, ESPAÇO E CIDADANIA no Intercom Jr, área do congresso para artigos em pesquisa científica em comunicação.</p>
<p>A Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM) é uma premiação destinada aos melhores trabalhos experimentais, produtos como site, reportagens, plano de assessoria, ensaio fotográfico, entre outros, exclusivamente produzidos por alunos da área de comunicação. A exposição ocorre dentro do Congresso de Ciências da Comunicação (<a href="http://intercomne2014.com.br/">Intercom</a>), com apresentação tanto das pesquisas desenvolvidas na área, como produtos fruto de projetos de extensão, estágio curricular, pesquisa e atividades pedagógicas. Na edição nordeste, os estudantes de comunicação da <a href="https://www.ufba.br/">Universidade Federal da Bahia</a> (UFBA) marcaram presença com seis premiações e agora avançam para a etapa Nacional.</p>
<p>Em sua 16ª edição, o Intercom Nordeste aconteceu na Universidade Federal da Paraíba de 15 a 17 de maio, realizado pela Sociedade Brasileira Sociedade de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. A <a href="http://www2.unicentro.br/intercom2014/">edição nacional</a> será acontecerá na primeira semana de setembro, no<a href="http://www.udc.edu.br/v3/udc/">Centro Universitário Dinâmica de Cataratas</a> em Foz do Iguaçu.</p>
<p><strong>Produtos apresentados pela Agência:</strong></p>
<p><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/insetos-peritos/">Insetos Peritos</a></p>
<p><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/cancer-osseo-tem-dificil-diagnostico/">Câncer ósseo tem difícil diagnóstico</a></p>
<p><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/plantas-da-flora-brasileira-sao-objetos-de-estudo-para-producao-de-remedios/">Pesquisa da Fiocruz Bahia visa produção de remédios para combater o câncer</a></p>
<p><strong>Premiados:</strong></p>
<p>O <a href="http://www.petcom.ufba.br/">Programa de Educação Tutorial de Comunicação</a> da UFBA (PETCOM) ganhou dois prêmios: Reportagem em Jornalismo Impresso com a reportagem Os altos e baixos da Ladeira da Montanha, da estudante de jornalismo Renata Farias, publicada na 11ª edição da revista <a href="http://www.revistafraude.com.br/">Fraude</a>; e o Projeto de Assessoria de Imprensa com o Plano de Assessoria para o Lançamento da Revista Cultural Fraude #11, apresentada pelo estudante Luciano Marins.</p>
<p>Na categoria Jornal-Laboratório Impresso, ganhou o Engenho Informa: um exemplo de intercâmbio entre a academia e a comunidade, apresentado pela aluna-líder Raquel Santana e co-autoria de Cássio Santana, que também apresentou <a href="http://www.ccdc.org.br/">Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania</a>: uma análise sobre a cobertura da violência na mídia baiana na categoria JORNALISMO no Intercom Jr.</p>
<p>Na categoria Website, ganhou o estudante Caio Cruz, com o site do <a href="http://www.enprocult.com/">3º Encontro Nacional de Produção Cultural</a> (Enprocult). E na categoria Produção em Jornalismo Digital ganhou o estudante de jornalismo Alexandro Mota com o produto <a href="http://revistanacontramao.com.br/">Na contramão. Uma webrevista a caminho dos outsiders</a>, trabalho de conclusão do curso de jornalismo da UFBA.</p>
<p>*Estudante de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias em CT&amp;I</p>
<p>victorialiboriosimoes@gmail.com</p>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=15864&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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