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	<title>Ciência e Cultura &#187; Pesquisa</title>
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	<description>Agência de notícias sobre ciência, tecnologia e inovação da Bahia</description>
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		<title>Conexão Escola-Mundo: Inovar e Refletir a Educação</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 16:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evento no Museu de Arte da Bahia discute educação, ativismo e soberania digital.
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			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Na quinta-feira (dia 18), aconteceu no Museu de Arte da Bahia parte da programação do III seminário internacional Conexão escola mundo com o tema “Educação, ativismo e soberania digital”. O seminário integra-se às ações de pesquisa, ensino e extensão dos grupos de Educação, Comunicação e Tecnologias &#8211; GEC (PPGE e MPED/FACED/UFBA) e Mídia-Educação e Comunicação Educacional &#8211; COMUNIC (PPGE/CED/COMUNIC/UFSC).</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_29009" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/10/IMG_50741.jpg"><img class="size-large wp-image-29009" title="IMG_5074" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/10/IMG_50741-1024x682.jpg" alt="Professor Nelson Pretto segura duas de suas obras" width="640" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Nelson Pretto segura duas de suas obras</p></div>
<p dir="ltr">A cerimônia foi marcada pelo lançamento de livros impressos e e-books, dentre eles as obras  “Conexão Escola-Mundo: Espaços inovadores para a formação cidadã&#8221; e “Conexão Escola-Mundo: uma rede em processo”. O professor Nelson Pretto é um dos autores das obras e coordenador do projeto Conexão Escola-Mundo, os livros trazem os resultados das pesquisas realizadas através de um trabalho colaborativo multi e interdisciplinar de ação e reflexão com as escolas. “Uma escola é diferente de outra e os processos precisam possibilitar que o aluno e o professor, sejam efetivamente autores da sua formação e não simplesmente atores que seguem o script que vai sendo feito fora”, afirma o pesquisador.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_29006" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/10/IMG_5078.jpg"><img class="size-large wp-image-29006" title="IMG_5078" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/10/IMG_5078-1024x682.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pretto e Andrea Lapa</p></div>
<p dir="ltr">Ocorreu uma falha de energia durante o evento, mas não atrapalhou a continuidade da celebração, que contou com a discotecagem da DJ Ana Dumas (Carrinho Brau).</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_29007" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/10/IMG_5081.jpg"><img class="size-large wp-image-29007" title="IMG_5081" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2024/10/IMG_5081-1024x682.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Dj Ana Dumas e convidados </p></div>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=29004&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Agência de Notícias da FACOM cria nova parceria com plataforma tecnológica Querido Diário</title>
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		<pubDate>Fri, 12 May 2023 14:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticia da home]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto visa aproximar o cidadão das decisões  governantes ao liberar diariamente o conteúdo dos diários oficiais dos municípios]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência de Notícias da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), efetua uma parceria com o programa Querido Diário nas Universidades, iniciativa da Open Knowledge Brasil (OKBR) juntamente com a plataforma de Ciência de Dados aplicada à Saúde (PCDaS), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O projeto visa  mapear o ecossistema de pesquisa e extensão universitária brasileiro e documentar os requisitos necessários para a estruturação de um fluxo de trabalho entre projetos acadêmicos e iniciativas brasileiras de código aberto. Com a AGN, o objetivo será desenvolver pautas jornalísticas utilizando dados dos diários oficiais disponibilizados pela ferramenta Querido Diário.</p>
<p><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2023/05/unnamed4.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-26935" title="unnamed" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2023/05/unnamed4-1024x1024.png" alt="" width="640" height="640" /></a></p>
<p>O Diário Oficial é um documento existente nas esferas municipais, estaduais e federais, onde são publicados todos os assuntos oficiais e decisões governamentais, reuniões, editais, nomeações, licitações e demais assuntos que possam interessar à população. Cada prefeitura publica seu diário oficial de uma forma, pois não há uma regulamentação para padronizar as edições ou torná-las acessíveis de forma automatizada e em um único local. Tendo isto em vista, o Querido Diário tem como objetivo tornar acessível quaisquer atividades importantes e atos da administração pública dentro dos municípios brasileiros. Através do Querido Diário, a população pode fiscalizar  tanto as ações tomadas pelos governantes, quanto os investimentos feitos com o dinheiro público em diferentes municípios.</p>
<p>Para a estudante Sofia Nachef, de 19 anos, do ponto de vista municipal, a fiscalização dos diários, permite que a população possa cobrar por melhorias em suas cidades. “ Acessar os diários oficiais é uma forma da população fiscalizar o poder e ser capaz de cobrar por melhorias na cidade em que vive. Também é uma forma de garantir a transparência das ações feitas pelos governantes, embora a linguagem utilizada em documentos como esse não consiga de fato comunicar algo para boa parte das pessoas”.</p>
<p>O Querido Diário é uma tecnologia em código aberto desenvolvida com a colaboração de diversos voluntários. A iniciativa colabora para o fortalecimento da cidadania, uma vez que possibilita que qualquer pessoa utilize a ferramenta e participe do seu desenvolvimento. O usuário coloca  palavras chaves, municípios ou dados na barra de pesquisa e consegue ter acesso aos conteúdos dos diários desejados.</p>
<p>Rebeca Almeida, que atualmente é gestora de comunidades no programa de ciências de dados para inovação cívica da OKBR, deseja que a parceria seja benéfica para todas as partes: “Espero que seja uma boa oportunidade para os estudantes se desenvolverem profissionalmente através de um projeto real de inovação cívica, um projeto aberto e de software livre. Por outro lado, espero que a parceria faça com que o Querido Diário possa ser explorado e reconhecido pelos estudantes e pessoas que fizeram parte do projeto</p>
<p>A parceria vai possibilitar que os integrantes da Agência de Notícias tenham contato com o jornalismo de dados, área que tem se projetado dentro do mercado de trabalho brasileiro. As notícias e reportagens serão desenvolvidas para tornar mais acessíveis as informações de interesse público, bem como reduzir a complexidade da linguagem utilizada nos diários oficiais.</p>
<p>“Na minha perspectiva, acessar os diários oficiais é uma tarefa que já é essencial entre a população, mas ainda mais entre os jornalistas. Como o que mais falta na política brasileira é fiscalização, o Querido Diário é uma excelente plataforma para viabilizar esse acesso. Eu gostei bastante de saber dessa parceria. Acho que vamos ser responsáveis por algo muito importante. Estou ansiosa!“, relata Beatriz Nascimento, 19 anos, estudante de Jornalismo e nova integrante da Agência de Notícias da Facom.</p>
<p>Segundo o professor e atual tutor da AGN, Marcos Carvalho Bau, essa cooperação vai trazer muitos benefícios para a formação dos estudantes e corpo docente. “Eu tenho uma expectativa muito boa do que se aproxima. No desenvolvimento, não só dos estudantes, mas de todos nós, professores e pesquisadores. É uma excelente forma de integração.”</p>
<p>Acesse o site e conheça um pouco mais sobre o projeto Querido Diário: <a href="https://ok.org.br/projetos/querido-diario/">https://ok.org.br/projetos/querido-diario/ </a></p>
<p><img class="alignleft" src="https://comcienciasbpc2015.files.wordpress.com/2023/05/unnamed.png?w=1024" alt="" width="600" height="600" /></p>
<p><em>*Revisado por, Cinthia Rodrigues, Nathalí Brasileiro e Sofia Nachef</em></p>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=26929&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Novo Coronavírus: o que já foi verificado até agora?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2020 17:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Giovanna Hemerly]]></category>
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		<category><![CDATA[SARS-COV-2]]></category>

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		<description><![CDATA[Dez semanas após o anúncio da COVID-19 pelas autoridades chinesas, cientistas e especialistas da área da saúde continuam na jornada para entender a pandemia através de pesquisas e vigilância]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">
<p>O primeiro caso de óbito pelo Novo Coronavírus &#8211; COVID-19, registrado no Brasil, foi de um homem da cidade de São Paulo pertencente ao grupo de vulnerabilidade: tinha mais de 60 anos, era diabético, hipertenso e sofria de hiperplasia prostática. O acompanhamento do caso possibilitou que médicos e pesquisadores da saúde perceberem que o tempo de incubação do vírus é inferior a 14 dias, período recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e que os quadros clínicos mais graves se espalhavam em maior velocidade.</p>
<p dir="ltr">Profissionais da saúde e representantes de órgãos públicos estão reavaliando as medidas de contenção a serem tomadas no país com base nestas e outras observações, enquanto traçam o perfil da patologia, o que é essencial no combate à pandemia e ao pânico gerado pelo desconhecimento dessa nova doença. Enquanto isso, pesquisadores de diversas regiões do mundo estão realizando estudos desde o anúncio das autoridades chinesas no início do ano sobre o novo coronavírus.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26383" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site1.png"><img class="size-full wp-image-26383  " title="coronavirus" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site1.png" alt="" width="553" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">Vale ressaltar que muitas dessas pesquisas são apenas preliminares, ou seja, ainda não são conclusivas e nem foram testadas ou validadas por outros pesquisadores, já que o objetivo destas publicações é auxiliar no desenvolvimento mais ágil de estratégias eficientes  para a contenção da pandemia e não para prática clínica imediata. Então, veja a seguir o que algumas dessas pesquisas já verificaram sobre a COVID-19.</p>
<p dir="ltr"><strong>Origem -</strong> Muito tem se especulado sobre a origem do novo coronavírus, inclusive teóricos conspiracionistas têm difundido a ideia do vírus ter sido criado artificialmente em laboratório. No entanto, no estudo <a href="https://www.nature.com/articles/s41591-020-0820-9">A origem proximal do SARS-CoV-2</a>, publicado na revista científica Nature, pesquisadores não encontraram nenhum vestígio que torne válida a suposição do SARS-CoV-2, vírus da COVID-19, ser produto de manipulação intencional, mas sim resultado de seleção natural. Desta forma, o estudo coloca pelo menos duas possibilidades mais plausíveis para o surgimento do vírus.</p>
<p dir="ltr">A primeira, mais difundida pela comunidade científica, indica uma origem a partir da mutação da proteína, denominada spike, durante uma transmissão de animal para ser humano, que facilitou a ligação desses seres à receptores ACE2, enzimas conversoras presentes em células epiteliais do corpo humano. Neste caso, a fonte de transmissão seriam morcegos ou pangolins malaios (Manis javanica) vendidos no mercado de animais exóticos de Huanan, na cidade chinesa de Wuhan. Já a segunda possibilidade é que tenha ocorrido a adaptação do SARS-CoV-2 já durante a transmissão entre humanos, após a transferência zoonótica (de animal para ser humano).</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-23.png"><img class="size-full wp-image-26426  " title="Infográfico 1" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-23.png" alt="" width="553" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p><strong>Medicamentos -</strong> Nesta última quinta-feira, 19, a Organização Mundial da Saúde revogou o pedido de suspensão dos remédios que tem como base o Ibuprofeno. A recomendação sobre evitar o uso do fármaco, comumente utilizado para inflamações, dores e febres, era medida preventiva dos possíveis efeitos negativos no organismo de pessoas infectadas, relatado pelo ministro da saúde francês, Olivier Véran, com base no estudo<a href="https://www.thelancet.com/journals/lanres/article/PIIS2213-2600(20)30116-8/fulltext"> Are patients with hypertension and diabetes mellitus at increased risk for COVID-19 infection?</a> (Os pacientes com hipertensão e diabetes mellitus estão em maior risco de infecção por COVID-19?), ainda em andamento, sem conclusões científica até o momento. No entanto, o Ministério da Saúde no Brasil ainda mantém a recomendação de restrição com relação ao Ibuprofeno e a sua substituição por outros analgésicos e antitérmicos, como o Paracetamol e a Dipirona.</p>
<p dir="ltr">O estudo preliminar citado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta também chama a atenção para os medicamentos corticoides, utilizados em pacientes com problemas crônicos, como asma, lúpus, alergias e artrite reumatoide. De acordo com os pesquisadores, a preocupação é que esses remédios imunossupressores, ou seja, que reduzem a ação do sistema imunológico no organismo, poderiam deixar o corpo mais vulnerável às infecções do SARS-CoV-2. Porém, como também não há dados científicos que confirmem essa proposição, entidades europeias têm se manifestado contra a interrupção do uso de medicamentos diante da necessidade de mais pesquisas. A indicação é que pessoas que fazem tratamento com esses remédios devem entrar em contato com um médico especialista para avaliação, e nunca substituir qualquer medicação ou interromper o tratamento sem orientação médica.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26388" class="wp-caption aligncenter" style="width: 508px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-3.png"><img class="size-full wp-image-26388   " title="Infográfico 2 " src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-3.png" alt="" width="498" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Já com relação a cloroquina e hidroxicloroquina, remédios utilizados no tratamento de malária e lúpus, outra pesquisa em desenvolvimento relatou resultados positivos no uso para tratamento do Novo Coronavírus. Diante do sumiço desses medicamentos nas farmácias brasileiras e do uso indiscriminado pela população, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já anunciou que os remédios agora estão sob controle especial, só podendo ser adquiridos com <a href="http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_pos=1&amp;p_p_col_count=2&amp;_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&amp;_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=hidroxicloroquina-vira-produto-controlado&amp;_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&amp;_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5818322&amp;_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content">receita médica</a>.</p>
<p dir="ltr">Contudo, o presidente Jair Bolsonaro <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-03/governo-usara-laboratorio-do-exercito-para-produzir-cloroquina">anunciou</a> que pretende ampliar a produção de cloroquina e hidroxicloroquina no Brasil para o tratamento da COVID-19, ainda que estes medicamentos estejam em fase de testes para essa finalidade. Durante o pronunciamento, não foram citado os efeitos colaterais graves que podem ser proporcionados pelo uso dos fármacos, como arritmia cardíaca, convulsões, erupções na pele e problemas de visão. Recentemente, a cidade de Lagos, na Nigéria, registrou dois casos de intoxicação por cloroquina.</p>
<p dir="ltr">Diante disso, a Anvisa reforçou <a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/4340788/Nota+Te%C3%82%C2%B4cnica+sobre+Cloroquina+e+Hidroxicloroquina.pdf/659d0105-60cf-4cab-b80a-fa0e29e2e799">em nota</a> que “Para a inclusão de indicações terapêuticas novas em medicamentos, é necessário conduzir estudos clínicos em uma amostra representativa de seres humanos, demonstrando a segurança e eficácia para o uso pretendido”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Quarentena e distanciamento social -</strong> Essas medidas são as mais antigas e as mais eficientes diante de casos urgentes, nos quais há necessidade de maiores estudos e que ainda faltam estratégias farmacológicas comprovadas para o tratamento. É o que diz o artigo<a href="https://academic.oup.com/jtm/article/27/2/taaa020/5735321"> Isolation, quarantine, social distancing and community containment: pivotal role for old-style public health measures in the novel coronavirus (2019-nCoV)</a>, publicado na revista científica <a href="https://academic.oup.com/jtm">Journal of Travel Medicine</a>, da Universidade de Oxford. Porém, pesquisadores também avaliam o desafio atual de adotar as medidas por esbarrar em questões que envolvem impactos socioeconômicos, conflitos políticos e direitos humanos.</p>
<p dir="ltr">Em países da Ásia e da Europa, a quarentena já vem sendo adotada de forma compulsória. Na China, <a href="https://academic.oup.com/jtm/advance-article/doi/10.1093/jtm/taaa037/5808003?searchresult=1">pesquisadores constataram</a> que os bloqueios nas fronteiras da cidade de Wuhan, epicentro inicial da doença, proporcionaram taxa de crescimento significativamente reduzida e aumento do tempo de duplicação de casos, o que permitiu que o sistema de saúde do país ganhassem tempo para criar estratégias, como criação de hospitais temporários para o combate da pandemia no território por exemplo.</p>
<p dir="ltr">Já na Itália, a taxa de morte por COVID-19 tem alcançado número alarmantes. Só no último sábado, 793 mortes foram registradas no país em um período de 24 horas, o mais alto número até agora. A não realização de testes em pessoas com grau leve da doença tem sido apontada como uma das <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2763667">possíveis causas</a>, além da demora inicial na identificação dos casos. Atualmente, a China está dando apoio a Itália, oferecendo profissionais para assistência médica, com base nas experiências de contenção da epidemia realizadas no país asiático.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26391" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-4.png"><img class="size-full wp-image-26391  " title="Infográfico 3" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-4.png" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">No Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson deu início às medidas para restringir aglomerações e, assim, tentar evitar o colapso no Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês). Já foram registrados em toda a região mais de 280 mortes, porém ainda há <a href="https://www.imperial.ac.uk/news/196234/covid-19-imperial-researchers-model-likely-impact/">uma estimativa feita</a> por pesquisadores da Imperial College de Londres de que esse número chegue 250 mil mortes, caso as medidas de isolamento e quarentena não incluam toda a população. Há algumas semanas, o primeiro-ministro tinha como proposta uma medida, sem apoio científico, de “imunidade de grupo”, na qual os jovens britânicos seriam expostos a pandemia para adquirirem resistência ao vírus.</p>
<p dir="ltr">Apesar do nome, atualmente a quarentena da COVID-19 não tem duração de 40 dias, sendo inicialmente proposto um prazo de 14 dias de isolamento, que agora foi reduzido para um intervalo médio de sete a dez dias. O nome, quarentena, tem origem na Itália do século XIV, período de epidemia da peste negra. Na época, exigia-se dos navios vindos de fora um tempo de incubação de quarenta dias, no qual estes ficavam ancorados no mar para que seus passageiros com infecção assintomática apresentassem os sintomas. A medida também foi um sucesso na contenção da epidemia de SARS, em 2003.</p>
<p dir="ltr"><strong>Gestantes e crianças -</strong> Pesquisadores ficaram surpresos ao perceberem que crianças e gestantes, uma das preocupações iniciais dos especialistas por geralmente fazerem parte do grupo de vulnerabilidade, não são maioria entre os casos mais graves da doença. Não se sabe ainda exatamente o porquê, mas crianças têm sido menos afetadas do que adultos. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2762130">Dados divulgados</a> na revista científica de medicina <a href="https://jamanetwork.com/">Journal of the American Medical Association (Jama)</a> do relatório feito pelo <a href="http://www.chinacdc.cn/en/">Centro Chinês para prevenção e controle de doenças (CDC)</a> afirmam que menos de 1% dos casos eram em crianças com menos de 10 anos e não houve registro de óbitos.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_26398" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-5.png"><img class="size-full wp-image-26398  " title="Infográfico 4" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-5.png" alt="" width="553" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">O <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMc2005073">The New England Journal of Medicine</a> também publicou uma pesquisa feita com crianças com suspeita de contágio sintomático e assintomático, tratadas no Hospital Infantil de Wuhan, único escolhido pelo governo chinês para atender pessoas infectadas com idade inferior a 16 anos. Mil trezentos e noventa e uma (1.391) crianças foram acompanhadas durante o período de 8 de janeiro a 26 de fevereiro, sendo que 12,3% delas apresentaram testes positivos. Dessa amostra, apenas três crianças (1,75%), que possuíam outras comorbidades como leucemia, intussuscepção e hidronefrose, apresentaram quadros clínicos graves. A criança de dez meses que sofria de intussuscepção, além da infecção por COVID-19, veio a óbito.</p>
<p dir="ltr">Até o momento estudos não indicaram evidências de que o Novo Coronavírus cause abortos ou seja transmitido de mãe para filho, diferente dos casos do H1N1, no qual essa população apresentava quadros clínicos mais graves. A pesquisa <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fped.2020.00104/full">Bebês nascidos de mães com um novo coronavírus (COVID-19), </a>feita por médicos chineses com quatro mães infectadas pela COVID-19, apontou que, após o parto, três crianças apresentaram teste negativo para doença. Não foi possível examinar a quarta criança pois não houve permissão dos pais. Já outra pesquisa<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30360-3/fulltext"> Características clínicas e potencial de transmissão vertical intra-uterina da infecção por COVID-19 em nove gestantes: uma revisão retrospectiva de prontuários, </a>divulgada na revista científica de medicina <a href="https://www.thelancet.com/">The Lancet</a>, apontou que os testes feitos com nove gestantes infectadas e as nove crianças recém nascidas, não apresentou evidências de transmissão de mãe para filho. Também não houve registro da presença do vírus no líquido amniótico, no sangue do cordão umbilical ou no leite materno.</p>
<div id="attachment_26429" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-61.png"><img class="size-full wp-image-26429  " title="Infográfico 5" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2020/03/coronavirus-site-61.png" alt="" width="553" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Animais domésticos -</strong> Até agora, dois casos de animais domésticos <a href="https://www.afcd.gov.hk/english/publications/publications_press/pr2346.html">foram registrados pelo Departamento de Agricultura, Pesca e Conservação de Hong Kong </a>. O <a href="https://www.oie.int/wahis_2/public/wahid.php/Reviewreport/Review?page_refer=MapFullEventReport&amp;reportid=33546">primeiro caso</a> foi de um cão da raça lulu-da-pomerânia diagnosticado com a COVID-19 após seu dono contrair a doença. Entretanto, o teste acusou um baixo nível de infecção e o animal, que tinha 17 anos, não apresentou sintomas relevantes. O  lulu-da-pomerânia foi colocado em quarentena e, após os 14 dias, novos testes foram feitos, que acusou negativo.</p>
<p dir="ltr">Contudo, na semana passada, o animal veio a óbito, mas os médicos veterinários afirmaram que a causa não foi o Novo Coronavírus, e sim a idade avançada do pet, além da ansiedade gerada pelo isolamento da quarentena somados aos problemas crônicos. Já o <a href="https://www.oie.int/wahis_2/public/wahid.php/Reviewreport/Review?page_refer=MapFullEventReport&amp;reportid=33684">segundo caso</a> foi de um cachorro da raça pastor-alemão que está sendo monitorado em quarentena domiciliar.</p>
<p dir="ltr">A <a href="https://www.oie.int/en/scientific-expertise/specific-information-and-recommendations/questions-and-answers-on-2019novel-coronavirus/">Organização Mundial da Saúde Animal </a>(OIE, na sigla em inglês) recomenda que pessoas infectadas não mantenham contato com animais, apesar de não ter sido registrados ainda casos de transmissão do novo coronavírus de animais domésticos para humanos. Além disso, nesses casos é Importante não abandonar o animal, mas deixar aos cuidados de terceiros, que deverão também manter regularmente as práticas gerais de higiene.</p>
<p dir="ltr">O que se sabe até agora é que existem outros integrantes da família Coronavírus que infectam mamíferos domésticos: o coronavírus canino (CCoV), que causa diarréia leve em cachorros, e o coronavírus felino (FCoV), que ocasiona a <a href="http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/xnncJj7PqcIe9u1_2013-6-21-12-9-38.pdf">peritonite infecciosa felina</a>, uma infecção que pode ser fatal para os gatos. Até o momento também não foram registrados casos de transmissão desses vírus em seres humanos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Números -</strong> Até o fechamento desta matéria, pelo menos 23 mil mortes foram registradas no mundo. No Brasil, 2.991 casos foram confirmados e 77 mortes. Na Bahia, os casos confirmados subiu para 108, mas até o momento não houve registro de óbitos decorrentes da doença no estado.</p>
<p dir="ltr"><em>*Estudante do curso de Jornalismo na Faculdade de Comunicação da UFBA e repórter da Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura</em></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong><span style="color: #008000;">REFERÊNCIAS</span></strong></span></p>
<h5>Andersen, K.G., Rambaut, A., Lipkin, W.I. et al. The proximal origin of SARS-CoV-2. Nat Med (2020). <a href="https://doi.org/10.1038/s41591-020-0820-9">https://doi.org/10.1038/s41591-020-0820-9</a></h5>
<h6>A WILDER-SMITH; FREEDMAN, D O. Isolation, quarantine, social distancing and community containment: pivotal role for old-style public health measures in the novel coronavirus (2019-nCoV) outbreak. Journal Of Travel Medicine, [s.l.], v. 27, n. 2, p.0-0, 13 fev. 2020. Oxford University Press (OUP). <a href="http://dx.doi.org/10.1093/jtm/taaa020">http://dx.doi.org/10.1093/jtm/taaa020</a>.</h6>
<h5>FANG, Lei; KARAKIULAKIS, George; ROTH, Michael. Are patients with hypertension and diabetes mellitus at increased risk for COVID-19 infection? The Lancet Respiratory Medicine, [s.l.], p.0-0, mar. 2020. Elsevier BV. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/s2213-2600(20)30116-8">http://dx.doi.org/10.1016/s2213-2600(20)30116-8</a>.<br />
WU, Zunyou; MCGOOGAN, Jennifer M.. Characteristics of and Important Lessons From the Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) Outbreak in China. Jama, [s.l.], p.0-0, 24 fev. 2020. American Medical Association (AMA). <a href="http://dx.doi.org/10.1001/jama.2020.2648">http://dx.doi.org/10.1001/jama.2020.2648</a>.<br />
LU, Xiaoxia; ZHANG, Liqiong; DU, Hui; ZHANG, Jingjing; LI, Yuan Y.; QU, Jingyu; ZHANG, Wenxin; WANG, Youjie; BAO, Shuangshuang; LI, Ying. SARS-CoV-2 Infection in Children. New England Journal Of Medicine, [s.l.], p.0-0, 18 mar. 2020. Massachusetts Medical Society. <a href="http://dx.doi.org/10.1056/nejmc2005073">http://dx.doi.org/10.1056/nejmc2005073</a>.<br />
CHEN, Yan; PENG, Hua; WANG, Lin; ZHAO, Yin; ZENG, Lingkong; GAO, Hui; LIU, Yalan. Infants Born to Mothers With a New Coronavirus (COVID-19). Frontiers In: Pediatrics, [s.l.], v. 8, p.0-0, 16 mar. 2020. Frontiers Media SA. <a href="http://dx.doi.org/10.3389/fped.2020.00104">http://dx.doi.org/10.3389/fped.2020.00104</a>.<br />
CHEN, Huijun; GUO, Juanjuan; WANG, Chen; LUO, Fan; YU, Xuechen; ZHANG, Wei; LI, Jiafu; ZHAO, Dongchi; XU, Dan; GONG, Qing. Clinical characteristics and intrauterine vertical transmission potential of COVID-19 infection in nine pregnant women: a retrospective review of medical records. The Lancet, [s.l.], v. 395, n. 10226, p.809-815, mar. 2020. Elsevier BV. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/s0140-6736(20)30360-3">ttp://dx.doi.org/10.1016/s0140-6736(20)30360-3</a>.<br />
ROSA, Bruna Regina Teixeira da et al. PERITONITE INFECCIOSA FELINA. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, São Paulo, v. 12, n. 8, p.0-0, fev. 2009. Semestral. Disponível em: <a href="http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/xnncJj7PqcIe9u1_2013-6-21-12-9-38.pdf">http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/xnncJj7PqcIe9u1_2013-6-21-12-9-38.pdf</a></h5>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<p><a href="https://doi.org/10.1038/s41591-020-0820-9"></a></p>
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		<title>Discentes do Pós-Cultura promovem 3° Seminário Interno</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 17:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos pioneiros nos estudos das políticas públicas no Brasil e de outros aspectos relacionados ao campo da cultura e da sociedade em sua relação com o desenvolvimento, artes e identidades, o pós-cultura realiza a 3º edição do seu Seminário Interno
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.ihac.ufba.br/poscultura/">3º Seminário Interno de Pesquisa do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade</a> (Pós-Cultura/UFBA), promovido pelos discentes, iniciou no último dia 06/06 (quinta-feira) no campus de Ondina, da<a href="https://www.ufba.br/"> Universidade Federal da Bahia</a> (UFBA), com mostras de artes visuais, audiovisuais, musical e roda de conversa. A mesa de abertura “A Interdisciplinaridade na Prática”, com mediação do coordenador do Pós-Cultura, José<a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707389E6"> Roberto Severino</a>, contou com a participação do professor <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4788646J1">Nelson Pretto </a>(<a href="https://faced.ufba.br/">FACED/UFBA</a>), da pesquisadora Vilma Reis, da doutoranda do Programa e membra do Terreiro Bate Folha, Carla Nogueira e do Dj Branco (Casa do Hip Hop).</p>
<p dir="ltr">O primeiro dia de apresentações dos grupos de trabalho (GT) ocorreu no PAF III, onde os mestrandos e doutorandos puderam apresentar suas pesquisas, discorrendo sobre motivações, pontos de destaque, objetivos e trajetos que estão sendo adotados nas suas linhas de estudo, além de contar com debates mediados pelo professor, Leandro de Paula, no Grupo de Trabalho (GT) Identidade, Diáspora e Raça, e José Roberto Severino, no GT Políticas Culturais, Patrimônio, Meio Ambiente e Festas Populares.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_25980" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/06/DSC_4291.jpg"><img class="size-large wp-image-25980 " title="DSC_4291" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/06/DSC_4291-1024x635.jpg" alt="" width="576" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Jefferson Hora</p></div>
<p>O GT Políticas Culturais, Patrimônio, Meio Ambiente e Festas Populares foi dividido em dois blocos de apresentações, com algumas observações do mediador e discussões ao final de cada. O primeiro contou a doutoranda Mércia Maria De Queiroz, que falou sobre a festa de Yemanjá, com um olhar a respeito das pessoas que estão diretamente envolvidas com o festejo, onde é possível identificar trocas simbólicas, inclusão social, e outros fatores da economia criativa, construindo, a partir disso, artigos para serem publicados. Um dos artigos iniciais é sobre os atores da festa de Yemanjá, onde resolveu realizar um recorte sobre os pescadores que são guardiões da festa.</p>
<p dir="ltr">A doutoranda Carla Maria Nogueira trouxe a discussão a respeito do Terreiro Bate Folha, com o seu projeto que nasceu da pesquisa e desenvolvimento voltado para discutir a figura de dona Olga, atual gestora do terreiro, sua representatividade e experiência em um terreiro que vinha de uma tradição com gestões masculinas, rompida por ela, através de um processo de condução, que leva em consideração a discussão de políticas culturais e demandas de assistência do local.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_25981" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/06/DSC_4242.jpg"><img class="size-large wp-image-25981 " title="DSC_4242" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/06/DSC_4242-1024x682.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A doutoranda Carla Nogueira traz em sua linha de pesquisa a representatividade feminina no Terreiro Bate Folha / Imagem: Jefferson Hora</p></div>
<p dir="ltr">O palestrante Fabrício de Brito tratou sobre teatro de rua, arte, poesia, suas vivências, trazendo a problemática de como os cortejos o fizeram pensar sobre arte política para além das manifestações da cultura, apresentando uma certa etnicidade e pautas do teatro de rua que envolve uma reivindicação patrimonial para o teatro de rua e a análise da festa do 2 de Julho como fator de manutenção da memória. O primeiro bloco foi encerrado com a mestranda Sara Mariano, que está no ínicio da sua pesquisa e visa descobrir a potencialidade turística de cachoeira e as políticas públicas voltadas para o local.</p>
<p dir="ltr">Após discussões a respeito do primeiro bloco, o doutorando Bruno Novaes conduziu sua participação falando sobre dilemas da diplomacia cultural, com a continuação de outros estudos que nasceu na iniciação científica, envolvendo os dilemas e desafios da diplomacia cultural dos governos Dilma Rousseff e Michel Temer. A doutoranda Gleise Oliveira expôs sobre políticas públicas de cultura no Brasil contemporâneo com impactos do golpe, epistemologia que busca material teórico para defender na sua tese. Abordando política cultural também, a mestranda Juliana Almeida trouxe seu recorte com a cidadania nas políticas culturais, uma análise de formulação do Edital Calendário das Artes realizado entre os anos 2012 e 2014. Trazendo ainda mais interdisciplinaridade, Sofia Mettenheim, falou sobre política de fomento nos municípios, entendendo como eles trabalham a ideia de democratização e fazendo análises em editais para entender os mecanismos desse panorama.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_25982" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/06/DSC_4303.jpg"><img class="size-large wp-image-25982  " title="DSC_4303" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/06/DSC_4303-1024x682.jpg" alt="" width="461" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">As apresentações dos Grupos de Trabalho foram mediadas pelo historiador e coordenador do Pós-Cultura, Roberto Severino / Imagem: Jefferson Hora</p></div>
<p dir="ltr">As mesas foram encerradas com a mostra musical do grupo CaetanUFBA que se apresentou para os presentes e as apresentações dos grupos de trabalho seguem no dia 07/06 (sexta-feira) no PAF III.</p>
<p dir="ltr"><em>*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e repórter da Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura UFBA.</em></p>
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		<title>Cientista brasileira desenvolve caneta que identifica câncer</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2019 13:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dispositivo é capaz de detectar, durante uma cirurgia, a presença de células com tumores a partir da extração e análise de moléculas de tecido. Lívia Schiavinato Eberlin já recebeu a bolsa dos gênios pelo trabalho nos Estados Unidos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A cientista brasileira<a href="https://eberlin.cm.utexas.edu/livia/"> Lívia Schiavinato Eberlin</a>, 33 anos, formada em Química pela <a href="https://www.unicamp.br/unicamp/">Universidade Estadual de Campinas</a> (Unicamp), é a inventora do dispositivo, uma espécie de caneta, que identifica células cancerosas. A pesquisa teve início há quatro anos e nesse tempo de estudo apresentou ótimos resultados ao ser utilizado em 800 amostras de moléculas extraídas de tecido humano.</p>
<p dir="ltr">Todo estudo foi desenvolvido nos Estados Unidos (EUA), onde a cientista reside há dez anos, desde que se mudou para cursar o doutorado. Atualmente é chefe do laboratório de pesquisa da <a href="https://www.utexas.edu/">Universidade do Texas</a> em Austin, e responsável pelo desenvolvimento do instrumento, que em alguns segundos, pode sinalizar a presença de células cancerosas.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 498px"><img class=" " src="https://lh4.googleusercontent.com/KllYMuFHHeeCY3VWgnJQWAlb3Y6iHXw81td_FSwOMBwBnWWKZ7Sb2amB7LHEenp7MZ8sR0yzJuS5MtBW1M1C7AQvFAQWA3UIjuqx6xPcsH2g8akZuwJls54KU553VcSbKsx9bQ" alt="" width="488" height="325" /><p class="wp-caption-text">imagem John D. and Catherine T. MacArthur Foundation</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Lívia conseguiu destaque na comunidade científica nos Estados Unidos ao ser uma das selecionadas para receber a prestigiada bolsa da <a href="https://www.macfound.org/">Fundação MacArthur</a>, em 2018, conhecida como bolsa dos gênios e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. Ela retornou ao Brasil nesta semana para expor o material da sua pesquisa, no congresso <a href="http://nextfrontiers.com.br/">Next Frontiers to Cure Cancer</a>, que acontece entre os dias 16 e 19 de maio no A.C. Camargo cancer Center, na cidade de São paulo.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Batizada de MacSpec Pen, a caneta comprova, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente, já que nem sempre é possível visualizar a olho nu a extensão limitante da área cancerosa e o tecido saudável. Atualmente, essa análise é feita por um patologista que leva em torno de 30 a 40 minutos para verificar durante a cirurgia, com o paciente exposto a riscos cirúrgicos, se todo tumor foi retirado.</p>
<p dir="ltr">
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 512px"><img class=" " src="https://spectrum.ieee.org/image/Mjk0ODQ2NA.jpeg" alt="Resultado de imagem para masspec pen" width="502" height="377" /><p class="wp-caption-text">imagem Vivian Abagiu/University of Texas at Austin</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">O dispositivo portátil, desenvolvido por Lívia e sua equipe de pesquisa, identifica rapidamente o perfil molecular dos tecidos usando uma análise de gotículas de água e espectrometria de massa de pequeno volume. Após 3 segundos de contato físico suave com uma superfície de tecido, a gotícula de água é transportada para um espectrômetro de massa, que caracteriza as proteínas de diagnóstico, lipídios e metabolitos. Com a utilização de inteligência artificial, usando o algoritmo de aprendizado de máquina, um diagnóstico é fornecido com uma probabilidade associada de presença de câncer. A caneta pode ser usada para distinguir rapidamente o tumor do tecido saudável durante a cirurgia, sem a necessidade de rotulagem ou imagens específicas e sem evidência de destruição do tecido, segundo informações do projeto.</p>
<p dir="ltr">“Na primeira fase da pesquisa analisamos mais de 200 amostras de tecido humano e verificamos uma precisão de identificação do câncer de 97%”, afirmou a cientista.</p>
<p dir="ltr">
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 449px"><img class="   " src="https://lh5.googleusercontent.com/ml7iGng6ucIAAo5HpHP0ehwYfFHf7ztlVAR3C1AoEXgWz7TkP37-1wqR1L_AJWrW0mfoX1U0FoqfRYQYchRstOvipG4hErzDapGFxOW-XqRAnEQB2zVFYHF3TXFOjBpBWs9Wpw" alt="" width="439" height="250" /><p class="wp-caption-text">imagem Wyatt McSpadden/University of Texas at Austin</p></div>
<p>Com essa etapa, o estudo foi publicado em uma das mais importantes revistas científicas do mundo, <a href="https://stm.sciencemag.org/">Science Translational Medicine</a>, em 2017. Em seguida, o grupo de pesquisa da brasileira nos EUA multiplicou a investigação em Ética de instituições americanas para testar a técnica em humanos, durante cirurgias reais. Ainda deve demorar de 2 a 3 anos para a caneta ser lançada como produto, se os resultados forem confirmados, trazendo mais segurança, menos tempo e agressões cirúrgicas.</p>
<p><em>*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e repórter da Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura UFBA.</em></p>
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		<title>UFBA: Programação especial na Semana Nacional de Museus</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2019 02:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo de Ofiologia e Animais Peçonhentos da Bahia (Noap), juntamente com o Museu de História Natural da Bahia, realiza evento gratuito para celebrar 18 de maio, Dia Internacional do Museu, durante os dias 13 e 19 de maio no Instituto de Biologia (Ibio/UFBA)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus, 18 de maio, anualmente ocorre a organização de uma programação especial em museus e instituições culturais em parceria com o <a href="http://www.museus.gov.br/">Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)</a>. Durante os dias 13 e 19 de maio o <a href="https://biologia.ufba.br/museu-de-historia-natural">Museu de História Natural da Bahia</a> e o <a href="http://www.noap.ufba.br/">Núcleo de Ofiologia e Animais Peçonhentos da Bahia </a>(Noap) promoveM a 17° Semana Nacional de Museus, que conta com palestras, exposições, debates, apresentação de filmes, jogos educativos, extração de veneno e alimentação de serpentes nas visitas abertas e gratuitas para a população no<a href="https://biologia.ufba.br/"> Instituto de Biologia</a> (Ibio), da <a href="https://www.ufba.br/">Universidade Federal da Bahia </a>(UFBA), campus Ondina.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_25929" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Thainara-Oliveira-2.png"><img class="size-large wp-image-25929 " title="Semana Nacional de Museus 2019" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Thainara-Oliveira-2-1024x808.png" alt="" width="448" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Thainara Oliveira</p></div>
<p>Como parte da programação, o Anfiteatro Externo- Ibio/UFBA recebeu, no dia 14/05 (terça-feira), a mesa-redonda Museus de História Natural e os pilares da Universidade: qual a nossa relação com ensino, pesquisa e extensão?, que contou com a participação de professores da UFBA,<a href="https://www.escavador.com/sobre/993365/denise-moura-de-jesus-guerra"> Denise Guerra</a> e <a href="https://www.escavador.com/sobre/7177540/domingos-benicio-oliveira-silva-cardoso">Domingos Cardoso</a>, e da University of Durham-UK, <a href="https://www.escavador.com/sobre/449007/paride-bollettin">Paride Bollettin</a>. A mediação foi realizada pela professora da UFBA, <a href="https://www.escavador.com/sobre/6665219/priscila-camelier-de-assis-cardoso">Priscila Camelier</a>.</p>
<p dir="ltr">A professora Denise Guerra iniciou sua fala enfatizando a importância da universidade oferecer um espaço disposto a dialogar com toda comunidade acadêmica e que ofereça para sociedade um espaço de participação. Para ela, assim como a universidade, o museu é um espaço potente de pesquisa, ensino e aprendizado, já que traz o estudante para extensão das descobertas e ao interesse pela universidade. “Os seres humanos precisam ser tocados e o museu é um lugar de sensibilização”, afirmou Denise.</p>
<p dir="ltr">A docente destacou o esforço dos estudantes de biologia, do Estágio Supervisionado em Ciências Biológicas, que trazem alunos de escolas públicas e particulares de Salvador para conhecer o Noap e o que fazem os profissionais da área. “É um desafio, principalmente quando se trata dos alunos de instituições particulares, que logo em casa já são estimulados para terem foco em medicina, direito e engenharia, apenas”, lembrou Denise e sugeriu que iniciativas como essas sejam replicadas.</p>
<div id="attachment_25931" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Thainara-Oliveira.png"><img class="size-large wp-image-25931  " title="Thainara Oliveira" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Thainara-Oliveira-1024x632.png" alt="" width="461" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Thainara Oliveira</p></div>
<p>Um dos pontos discutidos foi a falta de divulgação do trabalho, realizado em instituições como a UFBA, que ocorre muitas vezes com base em outras pesquisas encontradas e apreciadas posteriormente em museus. Então, foi feita uma apresentação dos 50 anos de contribuição do Ibio- UFBA, com o professor Domingos Cardoso. Na oportunidade, ele exibiu as descobertas coletadas e documentadas pelo instituto, ressaltando a importância da biodiversidade sem fronteiras. “Nos últimos 10 anos houve um crescimento massivo de investimento nas bases de formação, o que gerou investigação, inovação e um grupo de excelência em estudos de biodiversidade na UFBA e isso não pode acabar”, enfatizou o pesquisador.</p>
<p dir="ltr">A colaboração dos professores-pesquisadores associados ao Ibio-UFBA possibilitou a construção de uma “árvore da vida”, uma base de dados que vem catalogando e posicionando mais de 576 novos gêneros descobertos, segundo levantamento do Instituto, com o intuito de minimizar lacunas de conhecimento <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/classificacao-biologica.htm">Lineano</a> e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/darwinismo.htm">Darwiniano</a> em diversos ramos.</p>
<p>O professor visitante, Paride Bollettin, antropólogo e pesquisador de universidades da América do Sul, África e Europa, abordou a necessidade da decolonização da instituição museu para dar voz ao outro e possibilitar a extensão. Para ele, o museu junta o lado humano e não humano, sendo usado para reivindicações e não apenas coleta de exoticidades. Deu como exemplo o Museu Mugüta, primeiro museu indígena do Brasil, pertencente ao povo Ticuna, que surgiu após um projeto de extensão, por conta de uma mobilização política de resistência, provocada por tensionamentos e explorações que sofreram na região do Alto Solimões, fronteira da Amazônia com o Peru e Colômbia.</p>
<div id="attachment_25933" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Giovanna-Hemerly.png"><img class="size-large wp-image-25933 " title="Semana Nacional de Museus 2019" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Giovanna-Hemerly-1024x744.png" alt="" width="512" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p dir="ltr">“Existem diversas classificações de museus pelo mundo que levam em conta características específicas do local e onde a presença deles modifica características do local, ajudando as pessoas a entenderem seus costumes e se ajudarem”, reforçou o antropólogo que completou com a necessidade de que haja abertura de diálogo com a sociedade, outras instituições e assuntos para sermos mais humanos.</p>
<p dir="ltr">Além do evento no Anfiteatro, o público pode visitar as exposições, no Hall do Instituto de Biologia, que apresenta o acervo do Museu de História Natural da Bahia e mostra plantas, bactérias, fungos, animais e produtos naturais de regiões indígenas, além de explicações sobre lendas que deram origem aos nomes das diversas espécies expostas entre outras curiosidades.</p>
<div id="attachment_25937" class="wp-caption aligncenter" style="width: 332px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Giovanna-Hemerly-2.png"><img class="size-large wp-image-25937   " title="Giovanna-Hemerly-2" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Giovanna-Hemerly-2-1024x725.png" alt="" width="322" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Giovanna Hemerly</p></div>
<p><span style="font-style: italic;">*Estudante do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação e repórter da Agência de Notícias em CT&amp;I – Ciência e Cultura UFBA</span></p>
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		<title>III EnCuS – Encontro do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2019 17:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O encontro vai reunir pesquisadores/as, ativistas e professores/as desse campo em atividades abertas para toda a comunidade, com direito a certificado. Evento ocorre no PAF V da UFBA, em Ondina, Salvador]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 16 e 17 de maio, pesquisadores/as e colaboradores/as do NuCuS &#8211; Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades, vinculados ao Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC), da Universidade Federal da Bahia, se reúnem para compartilhar algumas das produções científicas realizadas no interior de suas cinco linhas de pesquisa e extensão. O evento ocorre no Pavilhão de Aulas V, campus de Ondina, Salvador, com oficinas e rodas de conversa pelo turno da manhã, mesas de debate e lançamento de livros no turno da tarde (veja programação abaixo).</p>
<p>O NuCuS irá emitir certificado aos participantes. O evento é gratuito e as inscrições devem ser feitas a partir do dia 15 de abril no endereço www.encus.ufba.br O III EnCuS foi marcado nesta data porque 17 de maio é o Dia Mundial de Combate à Homofobia. A data foi escolhida para lembrar o dia em que a homossexualidade foi excluída da lista de doenças da Organização Mundial da Saúde, em 17 de maio de 1990.</p>
<p>O NuCuS surgiu há 12 anos como Grupo de Pesquisa em Cultura e Sexualidade (CuS) e é um dos pioneiros nos estudos científicos sobre os papeis das culturas nas questões que envolvem os gêneros e as sexualidades. “Nessa década de trabalho, vimos o Brasil se tornar um local extremamente conservador e violento. Vimos as ideologias ligadas ao autoritarismo tentarem deslegitimar as nossas pesquisas, mas o nosso campo cresceu e cresce de forma impressionante”, afirma um dos coordenadores do NuCuS, Leandro Colling. “Nosso campo tem se firmado como um dos mais importantes para a criação de políticas de respeito às diferenças para sociedades plurais e realmente democráticas”, completa.</p>
<div id="attachment_25805" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/card-1.jpg"><img class="size-large wp-image-25805 " title="EnCus 2019" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/card-1-682x1024.jpg" alt="" width="512" height="768" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação </p></div>
<p>Atualmente, o NuCuS possui cinco linhas de pesquisa e extensão: (1) Estudos Trans, Travestis e Intersexo, (2) Artes, Gêneros e Sexualidades, (3) Lesbianidades, Feminismos e Interseccionalidades, (4) Gênero e Sexualidade na Educação e, mais recentemente, (5) Processos de subjetivação, raça, gênero e sexualidade.</p>
<p>Durante o III EnCus, as discussões terão como foco a produção de conhecimentos dissidentes no Brasil da atualidade, a consolidação de um campo progressista em prol das questões que envolvem as identidades de gênero e as diferentes sexualidades, além de temas interseccionais como raça, feminismos, HIV Aids, infância, transgeneridade, artes, literatura. As oficinas ministradas na parte da manhã trabalharão com práticas percussivas, narrativas trans e travestis e caminhos de saúde, afetividade e lesbianidades.<br />
Conhecimento e dissidências</p>
<p>Além das pesquisas em cada uma das linhas que renderam publicações, teses e dissertações, o NuCuS realiza atividades de extensão e formação. Uma dessas atividades é o Curso de Especialização em Gênero e Sexualidade na Educação, ofertado através da Capes, em parceria entre a UFBA e a Universidade Aberta do Brasil (UAB), para 225 profissionais da área da educação. O curso ocorre de forma semipresencial em cinco polos da UAB localizados em Feira de Santana, Lauro de Freitas, Teixeira de Freitas, Vitória da Conquista e Esplanada. O grupo ainda organizou um dos maiores eventos do campo, o Desfazendo o Gênero, em 2015, que trouxe a Salvador a filósofa Judith Butler. Em 2017, em comemoração aos 10 anos de atividade, o grupo trouxe a multiartista Linn da Quebrada para o seu primeiro show na capital baiana.</p>
<p>Ao longo dos seus doze anos de existência, o NuCuS sempre manteve estreita relação com a sociedade, a partir de movimentos sociais e a participação ativa nas discussões sobre uma sociedade plural. Durante o III EnCuS também estão previstos os lançamentos dos livros Como fabricar um gangsta: masculinidades negras nos videoclipes de Jay-Z e 50 Cent, de Daniel dos Santos; Traduzindo a África Queer, organizado por Caterina Rea, Clarisse Goulart Paradis e Izzie Madalena Santos Amancio; O efeito negro encantado: representações étnico-raciais na era Obama, de Márcio de Abreu; além dos livros Mulher Maravilha para Presidente! História, feminismos e mitologia nas histórias em quadrinhos, de Savio Queiroz Lima, e Lesbianidades plurais: abordagens e epistemologias sapatonas, organizado por Mayana Rocha Soares, Thaís Faria e Simone Brandão (veja release sobre o lançamento de livros).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>O quê:</strong> III ENCUS &#8211; Encontro do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades</p>
<p><strong>Quando:</strong> 16 e 17 de maio de 2019 (quinta e sexta)</p>
<p><strong>Onde:</strong> PAF V – Campus Ondina – Universidade Federal da Bahia (Salvador)</p>
<p><strong>Inscrições:</strong> www.encus.ufba.br – a partir do dia 15 de abril</p>
<p><strong>Mais informações</strong>: <span style="color: #222222; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify;">Clique </span><strong><a style="color: blue;" href="https://drive.google.com/folderview?id=1-6T7ankVeqAo1vzAdueBct4JzpzN3hgA" target="_blank">aqui</a></strong><span style="color: #222222; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify;"> </span></p>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=25800&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Seminário de Narrativas Seriadas em Games, Televisão e Transmídia</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/ultimas/ufba-sedia-seminario-de-narrativas-seriadas-em-games-televisao-e-transmidia/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2019 16:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O evento, que acontecerá na Faculdade de Comunicação (campus de Ondina), e tem com objetivo a criação de um espaço de diálogo entre pesquisadores e profissionais do mercado em torno das possibilidades criativas das narrativas seriadas em múltiplos suportes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 03 e 04 de julho, a Universidade Federal da Bahia realiza o primeiro SERIAIS — Seminário de Narrativas Seriadas em Games, Televisão e Transmídia. O evento, que acontecerá na Faculdade de Comunicação (campus de Ondina), almeja criar um espaço de diálogo entre pesquisadores e profissionais do mercado em torno das possibilidades criativas das narrativas seriadas em múltiplos suportes.</p>
<div id="attachment_25794" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/marca-seminario-seriais.png"><img class="size-large wp-image-25794  " title="Seminário Seriais" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/marca-seminario-seriais-1024x503.png" alt="" width="518" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação </p></div>
<p>A abertura do evento será uma conferência internacional com a pesquisadora australiana e designer de projetos transmídia Christy Dena, em palestra intitulada “Transmídia e o pluriverso”. O seminário terá espaço para apresentação de artigos em quatro Grupos de Trabalho (GT’s), mesas redondas com debates entre pesquisadores e profissionais dos games e do audiovisual, além de um espaço interativo com exposição de jogos de videogame alternativos. Com foco na formação e especialização de novos profissionais do audiovisual, o evento também realizará um minicurso sobre planejamento de projetos de obras seriadas e uma palestra sobre os processos de financiamento, produção e circulação de séries regionais.</p>
<p>Com uma programação mista, encorajamos a participação de pesquisadores, estudantes e profissionais dos mercados de games, audiovisual e comunicação. As inscrições e submissões de artigos para GT’s podem ser realizadas no site <a href="www.narrativasseriadas.ufba.br" target="_blank">Narrativas Seriadas</a>. Os GTs recebem artigos até o dia 17 de maio e não é preciso realizar o pagamento da inscrição para o envio de propostas. O pagamento poderá ser realizado após a notificação dos trabalhos aceitos. O download para a chamada de trabalho pode ser feito através deste link ou no site do evento.</p>
<p>SERIAIS é realizado pelos grupos de pesquisa Laboratório de Análise de Teleficção (A-Tevê/UFBA) e Comunidades Virtuais (UFBA, UNEB e IFBA), em parceria com a Faculdade de Comunicação e o Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA e com financiamento da Capes.</p>
<p><strong>Serviço </strong></p>
<p><strong>O que: </strong>SERIAIS — Seminário de Narrativas Seriadas em Games, Televisão e Transmídia.</p>
<p><strong>Quando: </strong>3 e 4 de julho de 2019.</p>
<p><strong>Onde: </strong>Faculdade de Comunicação da UFBA, Salvador, Bahia.</p>
<p><strong>Contato:</strong> narrativasseriadas@gmail.com</p>
<p><strong>Mais Informações: </strong>Site: http://bit.ly/SERIAIS / Facebook: https://www.facebook.com/estacaododrama</p>
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		<title>Pós-Cultura lança movimento #POSCULTURESE</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2019 14:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Movimento compõe uma série de ações institucionais, lançada por estudantes, em parceria com a coordenação do programa, para mobilizar amplamente a comunidade interna e externa, por meio de processo coparticipativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Demonstrar  o compromisso e o engajamento estudantil, tão relevante no processo de  afirmação do programa de Pós-Graduação dentro da academia, foi o  principal objetivo da reunião ampliada de colegiado do Programa  Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da Universidade  Federal da Bahia (Pós-Cultura/IHAC/UFBA).</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A  reunião, que oficializou as ações preparatórias do Pós-Cultura para a  avaliação quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de  Nível Superior (Capes), que ocorrerá em 2021, foi marcada pelo  lançamento da ação institucional <em>POSCULTURE-SE!</em>. O Movimento <em>POSCULTURE-SE!</em>,<em> </em>já iniciado nas redes sociais, tem o objetivo de valorizar as pesquisas  realizadas no Programa, publicizando os esforços que estão sendo  empreendidos pelo colegiado e pela comunidade do programa para  conquistar excelência.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Realizada no inicio do mês de abril, a reunião contou com as presenças do diretor do Instituto de Humanidades Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC), Messias Bandeira, o pró-reitor  de Pesquisa, Criação e Inovação e de Ensino de Pós-Graduação da UFBA,  Olival Freire, o coordenador de Ensino de Pós-Graduação, Sérgio Luís  Costa Ferreira, o  coordenador e vice-coordenador do Pós-Cultura, José Roberto Severino e  Leandro Colling, respectivamente, e membro do colegiado, Adriano  Sampaio, além dos representantes discentes Igor Souza, do doutorado, e  Uri Menezes, do mestrado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<div id="attachment_25715" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Reunião-Pós-Cultura-Pró-Reitor-abr-2019-04.jpg"><img class="size-large wp-image-25715 " title="Reunião Pós-Cultura_abril2019" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Reunião-Pós-Cultura-Pró-Reitor-abr-2019-04-1024x768.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Reunião teve como ponto central apresentar o planejamento do Pós-Cultura para alcançar a excelência dentro da pós-graduação. / Foto: Comissão de Comunicação - divulgação </p></div>
<p><span style="color: #000000;">Além da representação discente oficial, a presença expressiva do corpo estudantil do Pós-Cultura marcou a reunião e chamou a atenção do pró-reitor que reforçou a importância do engajamento dos estudantes na construção e melhoria do programa. “Eu  nunca tinha visto isto acontecer antes em uma reunião de colegiado. Ter  sido recebido com a presença de tantos alunos”, afirma Freire.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A ampla participação estudantil é reflexo do movimento<em> POSCULTURE-SE!</em>, construído  pelos alunos do Pós-Cultura, que objetiva estimular a atuação dos  discentes e docentes nas questões institucionais que, tradicionalmente,  ficam a cargo dos professores e servidores.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em> </em><strong><em>#POSCULTURESE!</em> &#8211; </strong>O Movimento<em> </em>compõe uma série  de ações institucionais, lançada por estudantes, em parceria com a  coordenação do programa, para mobilizar amplamente a comunidade interna e  externa, por meio de processo coparticipativo. Para tanto, foram  criadas três comissões de trabalho que, de maneira colaborativa, irão  dinamizar atividades afirmativas do Pós-Cultura. Uma voltada ao  planejamento de comunicação, outra dedicada ao  planejamento de eventos acadêmicos e a terceira, administrativa. Esta  pretende colaborar com levantamento de dados, acolhimento e avaliação de  documentos e cobrança de prazos a docentes e discentes.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na ocasião, o colegiado e os discentes apresentaram ao pró-reitor e ao coordenador, Sérgio Luís Costa Ferreira, panorama geral das principais questões institucionais,  referentes à produção e publicação científica, defesas, atuação do  corpo docente, avaliação dos egressos e editais, dentre eles, o<em> </em>Programa Institucional de Internacionalização (<em>Capes Print)</em>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<div id="attachment_25716" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Reunião-Pós-Cultura-Pró-Reitor-abr-2019-03.jpg"><img class="size-large wp-image-25716 " title="Reunião Pós-Cultura_abril2019" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2019/05/Reunião-Pós-Cultura-Pró-Reitor-abr-2019-03-1024x768.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Comissão de Comunicação - divulgação </p></div>
<p><span style="color: #000000;">Para  encerrar o encontro, o pró-reitor solicitou depoimentos dos estudantes  para que ele compreendesse a presença tão efetiva. As comissões e os  representantes estudantis apresentaram e explicaram os seus objetivos e o  planejamento e os passos já executados até o momento. “Nossa ação já  começou e, em breve, as redes sociais estarão repletas de informações  sobre nossa produção, como é bom fazer parte desse programa e como temos  pesquisa e extensão de muita qualidade”, enfatiza Gina Reis, membro da  comissão de Comunicação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“A  criação do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e  Sociedade foi uma aposta ousada da UFBA”, destaca o pró-reitor. É essa  ousadia que se estende hoje ao corpo que compõe a Pós. E é nesse  sentido que os discentes se sentem aptos e livres a cooperar, participar  ativamente e modificar a história do programa deixando, além dos textos  das suas pesquisas, uma marca em movimentos de produção e contribuição  de trabalho. O órgão colegiado verdadeiro deve permitir essa gestão  democrática e aproveitar de seus benefícios. Todos ganham.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Dados do Pós-Cultura &#8211; </strong>O  Pós-Cultura, que completa 15 anos em 2020, é um dos pioneiros nos  estudos das políticas públicas no Brasil e de outros aspectos  relacionados ao campo da cultura e sociedade e em sua relação com o  desenvolvimento, artes e identidades. Em 2018, o programa formou 55  estudantes, realizou 42 defesas de dissertações e 13 defesas de teses. É  o maior número de defesas em um ano desde a criação do Programa. Nos  últimos 3 anos, o Programa formou 122 novos profissionais pós-graduados  em <em>stricto sensu. “</em>O papel nosso agora é conduzir o programa para  uma condição de boa avaliação frente à Capes. Toda a comunidade  Pós-Cultura está empenhada nessa retomada coletiva, através das diversas  comissões, do colegiado, dos discentes e docentes. O programa está  conseguindo construir esse novo momento de uma forma interessante. A  ideia do <em>POSCULTURE-SE!, </em>como nossa marca, é exatamente apresentar esse  momento em que o Programa se coloca novamente como uma referência  brasileira e baiana”, afirmou o coordenador do Pós-Cultura, José Roberto Severino.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Informações sobre a campanha fiquem ligados nas redes sociais e no site do Pós-Cultura:<strong> Instagram</strong>:@poscultura / <strong>Site:</strong> <a href="http://www.poscultura.ufba.br/">www.poscultura.ufba.br</a>.<br />
</span></p>
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		<title>IV Workshop de Pesquisa e Extensão Onda Digital &amp; IV Fórum Interdisciplinar sobre Formação Docente com Tecnologias</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Nov 2018 00:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O tema da edição deste ano é "Tecnologia, Educação e Democracia" e será aberta à comunidade e parceiros]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Pesquisa &amp; Extensão em Informática, Educação e Sociedade &#8211; ONDA DIGITAL, vinculado ao Departamento de Ciência da Computação (DCC) do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), promove o IV Workshop de Pesquisa e Extensão Onda Digital &amp; IV Fórum Interdisciplinar sobre Formação Docente com Tecnologias.</p>
<p>Os eventos acontecerão nos dias 12, 13 e 14 de dezembro de 2018, no Instituto de Matemática e Estatística da UFBA, em Salvador/BA, Campus de Ondina. As inscrições são gratuitas e os eventos contam com emissão de certificado para participantes.</p>
<p>A edição 2018 tem como tema &#8220;Tecnologia, Educação e Democracia&#8221;. Convidamos a comunidade e parceiros a compartilhar resultados de seus projetos por  meio da submissão trabalhos nas modalidades: comunicações  orais, oficinas e minicursos.</p>
<p>Para mais informações no site http://www.workshopondadigital.ufba.br  / Fan page: http://www.facebook.com/workshopondadigital</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>O QUÊ: </strong>IV Workshop de Pesquisa e Extensão Onda Digital &amp; IV Fórum Interdisciplinar sobre Formação Docente com Tecnologias</p>
<p><strong>QUANDO</strong>: 12, 13 e 14 de dezembro de 2018</p>
<p><strong>ONDE:</strong> Instituto de Matemática e Estatística da UFBA &#8211; Salvador/BA, Campus de Ondina</p>
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