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	<title>Ciência e Cultura &#187; Café Científico</title>
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	<description>Agência de notícias sobre ciência, tecnologia e inovação da Bahia</description>
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		<title>Café Científico Salvador: Os barulhos da cidade mudam o canto das aves?</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jul 2018 15:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O evento deste mês pretende discutir sobre a adaptação das aves aos ambientes urbanos sob uma perspectiva ecológica e evolutiva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="docs-internal-guid-e4e00c69-50f6-cfc4-b052-2c7ce2e5b455" dir="ltr">
<div id="attachment_24192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/07/bird-21.jpg"><img class="size-large wp-image-24192" title="bird-2" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/07/bird-21-1024x682.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem Reprodução</p></div>
<p style="text-align: center;" dir="ltr"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2018/07/bird-2.jpg"></a></p>
<p dir="ltr">O canto das aves é uma das manifestações da natureza que mais despertam admiração no ser humano. Seja para cortejar a fêmea, quanto para marcar território ou alertar o bando acerca dos perigos iminente, a vocalização das aves tem uma função semelhante ao da fala humana, servindo como meio de interação com o ambiente no qual vive. Contudo, diante da degradação ambiental ocorrida nos últimos anos, por conta de determinadas transformações socioeconômicas insustentáveis, diversas espécies de animais tiveram que se adaptar ao novo ambiente, especialmente aquelas que vivem em áreas urbanas. Mas será que esse fator tem afetado o canto das aves? E se tem afetado, como isso ocorre?</p>
<p dir="ltr">Para discutir essa questão, o Café Científico deste mês convidou Henrique Batalha Filho, pesquisador do Instituto de Biologia da UFBA, para discutir sobre como os barulhos da cidade poderiam alterar o canto, uma das características mais marcantes das aves.</p>
<p dir="ltr">____________</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>O QUE?</strong> Os barulhos da cidade mudam o canto das aves?</p>
<p dir="ltr"><strong><strong>QUANDO?</strong><strong> </strong><strong>18 de Julho de 2018 (quarta-feira)</strong></strong></p>
<p dir="ltr"><strong>A QUE HORAS? </strong>18h30</p>
<p dir="ltr"><strong>ONDE? </strong>Mercadão.cc, Rua Guedes Cabral, 20 – Rio Vermelho, Salvador-BA, quase em frente à Paróquia de Sant’Ana.</p>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=23988&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Salvador resiliente: disputas, desafios e possibilidades</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 18:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador foi escolhida para ingressar na rede 100 Cidades Resilientes, que visa mapear os desafios das cidades e criar estratégias para solucioná-las. Mas o que significa a ideia de uma Salvador resiliente? O que implica para o futuro de nossa cidade a ideia de resiliência? Este é o debate que o Café Científico Salvador propõe neste mês de julho de 2017. Seguimos no Shopping Paseo Itaigara, às quartas-feiras.</p>
<p>Para o debate estarão presentes as especialistas Ana Fernandes e Beatriz Kauark -, da Faculdade de Arquitetura, UFBA; Charbel El-Hani , do Instituto de Biologia, UFBA, e Nayara Amorim, Faculdade de Arquitetura, UFBA.</p>
<p>O  Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir  desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais.  Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se  encontrem face a face para discutir questões científicas, numa  atmosfera agradável.</p>
<p>O Café Científico Salvador, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS, <a href="https://twiki.ufba.br/twiki/bin/view/PPGEFHC/WebHome" target="_blank">https://twiki.ufba.br/twiki/bin/view/PPGEFHC/WebHome</a>),  pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estudos  Interdisciplinares e Transdisciplinares em Ecologia e Evolução (INCT  IN-TREE) e pela LDM &#8211; Livraria Multicampi (<a href="http://ldmcultural.blogspot.com.br/" target="_blank">http://ldmcultural.blogspot.com.br/</a>), em parceria com o Shopping Paseo Itaigara (<a href="http://www.paseoitaigara.com.br/" target="_blank">http://www.paseoitaigara.com.br/</a>) e o Projeto Ciência na Rua (<a href="http://ciencianarua.net/" target="_blank">http://ciencianarua.net/</a>),</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong>:</p>
<p><strong>O QUE? </strong>Salvador resiliente: disputas, desafios e possibilidades</p>
<p><strong>QUANDO?</strong> 26 de Julho de 2017, ÁS 18h30</p>
<p><strong>ONDE?</strong> Shopping Paseo Itaigara, Rua Rubens Guelli, 135 &#8211; Itaigara, Salvador &#8211; BA</p>
<p>Para mais informações, ligue 71 3283-6568 ou em <a href="http://cafecientificossa.blogspot.com" target="_blank">http://cafecientificossa.blogspot.com </a><strong><a href="http://cafecientificossa.blogspot.com" target="_blank"><br />
</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Assista Cafés Científicos anteriores online: <a href="http://tinyurl.com/cssalvador" target="_blank">tinyurl.com/cssalvador</a></p>
<img src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/?ak_action=api_record_view&id=22080&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Café Científico trata sobre redes sociais e crise política</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2017 23:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Café Científico]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[WILSON GOMES]]></category>

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		<description><![CDATA[O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><span style="font-size: 16px;">Neste mês de maio de 2017, o Café Científico Salvador retorna com um tema urgente na sociedade contemporânea: o papel que as redes sociais têm desempenhado na política, como temos presenciado no Brasil e nos Estados Unidos, por exemplo. Para debater o tema o especialista na temática e professor da Faculdade de Comunicação da UFBA, Wilson Gomes.</span><span style="font-size: 16px;"> </span></div>
<p>A partir desta edição o Café Científico acontecerá no Shopping Paseo Itaigara, às quartas-feiras.</p>
<p><strong>Sobre a discussão: </strong>Estamos acostumados a explicar os fenômenos políticos a partir exclusivamente da relação entre instituições políticas e meios de comunicação. Está mais do que na hora, entretanto, de considerarmos seriamente, na equação, os meios e os ambientes digitais de produção e circulação de conteúdo político e de discussão da política. Em um quadro explicativo mais complexo, devemos enfrentar questões como: o papel dos meios digitais na confusão política brasileira; o que redes digitais têm a ver com democracia, governo e política; o que a sociedade anda fazendo online para ajudar ou prejudicar a democracia; tretas online, novos movimentos sociais e novas formas de fazer política. São essas as questões a serem discutidas neste Café Científico.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>O QUE:</strong> O que as redes sociais digitais têm a ver com a crise política?</p>
<p><strong>QUANDO</strong>: Quarta-feira, 24 de maio de 2017, 18:30</p>
<p><strong>ONDE</strong>: Shopping Paseo Itaigara &#8211; Rua Rubens Guelli, 135 &#8211; Itaigara, Salvador &#8211; BA</p>
<p>Assista Cafés Científicos anteriores online: tinyurl.com/cssalvador</p>
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		<title>Café Científico Salvador: A nova face da AIDS</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 00:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aids]]></category>
		<category><![CDATA[Café Científico]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Roberto Brites Alves]]></category>
		<category><![CDATA[hiv]]></category>
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		<description><![CDATA[Os avanços obtidos no tratamento e prevenção da infecção pelo HIV foram notáveis, e transformaram uma doença mortal em infecção crônica controlável. O envelhecimento progressivo desta população traz novos desafios para o manejo da AIDS: estes pacientes apresentam processos mórbidos degenerativos em frequência significativamente superior à população geral
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Café Científico Salvador retorna este mês de dezembro para discutir o significado de viver com o HIV atualmente, diante das mudanças ocorridas no conhecimento e na terapia da AIDS, enfermidade associada a ele. Com o tema A nova face da AIDS: vivendo com HIV em 2016, traz como palestrante o professor e pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia Carlos Roberto Brites Alves. O evento será realizado no Quadrilátero da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca Dos Barris), Barris, na próxima segunda-feira, 19, às 18 horas.</p>
<p>O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável. A promoção é do Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS), pela LDM &#8211; Livraria Multicampi, em parceria com a Biblioteca Pública do Estado da Bahia e o Projeto Ciência na Rua.</p>
<p>Assista Cafés Científicos anteriores online: tinyurl.com/cssalvador .</p>
<p><strong>Serviço: </strong></p>
<p><strong>O que:</strong> Café Científico Salvador &#8211; A nova face da AIDS: vivendo com HIV em 2016</p>
<p><strong>Quando</strong>: Segunda-feira &#8211; 19 de dezembro de 2016, 18 horas</p>
<p><strong>Onde</strong>: Quadrilátero da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca Dos Barris), Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador.</p>
<p><strong>Para mais informações:</strong> 71 3283-6568 / http://cafecientificossa.blogspot.com ; http://www.cafescientifique.org</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Zika Vírus: Um Novo Arbovírus no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2016 19:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Café Científico]]></category>
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		<category><![CDATA[zica vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[O Café Científico acontece na próxima segunda-feira, 23 de maio, em Salvador e trará a participação do pesquisador do Instituto de Ciência da Saúde, Gubio Soares ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O coordenador do Laboratório de Virologia do Instituto de Ciências da Saúde/UFBA, Gubio Soares Campos é o convidado de mais uma edição do Café Científico, que será realizado na sala de Projeção Luís Orlando, Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris), localizada na rua General Labatut, 27, Barris, e, Salvador, no próximo dia  23 de maio,  a partir das 18 horas.</p>
<p>O pesquisador trará a palestra Zika Vírus: Um Novo Arbovírus no Brasil. Ele mostrará as consequência trazidas pelo Zica Vírus, além de mostras os recentes estudos realizados na Bahia sobre a doença.</p>
<p>O Café Científico é um evento gratuito, onde qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável.</p>
<p><strong>Mais sobre o tema</strong></p>
<p><strong>Zika Vírus: Um Novo Arbovírus no Brasil -</strong> Arbovirus é originário da expressão em língua inglesa arthropod borne viruses, que significa vírus transmitidos por artrópodes ou segundo a definição da Organização Mundial da Saúde: vírus mantidos na natureza entre hospedeiros vertebrados através da transmissão por artrópodes hematófagos (alimentados por sangue). O aumento de doenças transmitidas por mosquitos em países tropicais está alinhado com um aumento global de doenças emergentes, provavelmente impulsionado por uma combinação de fatores sócio-econômicos, ambientais e ecológicos.</p>
<p>Zika vírus (ZIKV), pertence a Familia Flaviviridae, gênero Flavivirus  (mesma família que o vírus da Dengue) é um arbovirus transmitido por mosquitos hematófagos do gênero Aedes ( Kuno et al, 1998, Gubler et al 2001). A infecção viral em humanos resulta em uma doença febril, auto-limitante semelhante a dengue e outras infecções virais de regiões tropicais. O ZIKV foi isolado pela primeira vez em 1942 a partir de um Macaco Rhesus cativo na floresta de Zika perto de Entebbe, Uganda, durante o curso de investigação sobre a epidemiologia do vírus da febre amarela (Dick et al.,1952). Mais tarde, ZIKV foi isolado em 1948 a partir de Aedes africanus um grupo de mosquitos capturados na área selvagem da mesma região da floresta Zika.</p>
<p>ZIKV era conhecido por inquéritos sorológicos em Uganda e Nigéria de ser capaz de infectar o homem (Dick, 1952) mas ainda nada se sabia das manifestações clínicas da infecção. Os únicos relatos de isolamento de ZIKV do homem são os de MacNamara (1954) e Bearcroft (1956) na África Ocidental, o vírus isolado desses trabalhadores foi identificado inicialmente como próximo, ao vírus Spondweni (família Flaviviridae). ZIKV foi isolado pela primeira vez no Brasil pelo grupo de pesquisa liderado pelo Dr Gubio Soares Campos e Prof. Dra Silvia Ines Sardi, do Laboratório de Virologia do Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, Bahia a partir de um surto de doença maculo-exantemática sem antecedentes na população brasileira, na cidade de Camaçari, Salvador, Bahia (Campos et al 2015, http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias/1668971; http://g1.globo.com. G1 Portal de Noticias da Globo. Bem Estar &#8211; Ministério da Saúde confirma 8 casos de zika vírus no RN e 8 na BA).</p>
<p>Esta primeira identificação e isolamento viral no pais foram reconhecidos pelo Instituto de referência nacional Evandro Chagas e validado pelo Center for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos. Desde o reconhecimento das autoridades nacionais da presença de ZIKV realizado pelo grupo do Laboratório de virologia na Bahia, outros estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Sergipe detectaram o vírus em quadros clínicos similares aos reportados inicialmente na Bahia.</p>
<div id="attachment_19698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 356px"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2016/05/maio-2016.jpg"><img class="size-full wp-image-19698   " title="maio 2016" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2016/05/maio-2016.jpg" alt="" width="346" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem / divulgação</p></div>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>O que</strong>: Café Científico: Zika Vírus: Um Novo Arbovírus no Brasil</p>
<p><strong>Quando:</strong> 23 de maio, 18 horas</p>
<p><strong>Onde: </strong>Biblioteca Pública do Estado da Bahia, rua General Labatut, 27</p>
<p>Maiores informações sobre o café científico de Salvador podem ser encontradas em http://cafecientificossa.blogspot.com / 71 3283-6568.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Café Científico Salvador</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/ultimas/cafe-cientifico-salvador/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 19:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Café Científico Salvador retorna sua programação, no dia 1 de junho, na Biblioteca Pública dos Barris. Como convidado o filósofo e reitor da UFBA, João Carlos Salles]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>O Café Científico Salvador retorna sua programação às segundas-feiras, no dia 1 de junho, às 18h30, dicutindo o relacionamento entre Filosofia e Ciência aos olhos do filósofo Ludwig Wittgenstein. O tema será abordado pelo especialista no Brasil na filosofia de Wittgenstein, o professor e reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), João Carlos Salles.</p>
<p>O Café Científico Salvador é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS), pela LDM &#8211; Livraria Multicampi, pela Tribuna da Bahia, pela Rádio CBN e pela Biblioteca Pública do Estado da Bahia.</p>
<p><strong>O que: </strong>Café Científico Salvador – Ciência e Filosofia em Wittgenstein &#8211; João Carlos Salles (Reitor da Universidade Federal da Bahia, professor do Depto. de Filosofia, FFCH/UFBA)</p>
<p><strong>Quando</strong>: 1 De junho de 2015 (Segunda-feira), 18h30</p>
<p><strong>Onde</strong>: Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris) &#8211; Rua General Labatut, 27, Barris.</p>
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		<title>Café Científico da UFBA debate conceito de pós-humano</title>
		<link>http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/ultimas/cafe-cientifico-da-ufba-debate-conceito-de-pos-humano/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2015 18:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pesquisador Dr. John Symons da Universidade do Kansas (EUA) propõe reflexões sobre o que pensar e falar sobre nossos descendentes pós-humanos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Café Científico da UFBA, a ser realizado no dia 18 de maio, às 10h, na SaladeArte Cinema da UFBA, terá como palestrante o Dr. John Symons, do Departamento de Filosofia, University of Kansas, nos EUA. Proferindo a palestra intitulada “<em>O que podemos ensinar a nossos descendentes pós-humanos?</em>”, Symons propõe reflexões sobre a noção de pós-humano descrita pelo filósofo Nick Bostrom como um indivíduo que foi além “das capacidades máximas atingíveis por qualquer ser humano atual, sem recurso a novos meios tecnológicos”. O evento promovido pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária é aberto ao público e gratuito.</p>
<p>O conceito “pós-humano”, frequentemente, utilizado na filosofia, arte e literatura, encontra destaque na ficção científica. Em sua fala, Dr. Symons discutirá o pós-humano, tratando do que o termo poderia significar e como podemos falar e pensar sobre nossos descendentes pós-humano. A “evolução” dos seres humanos habita o imaginário popular e tem ganhado destaque nos cinemas com produções como “Eu sou a lenda”, protagonizado por Will Smith.</p>
<p><strong>Sobre o pesquisador: </strong>Symons é um filósofo cuja pesquisa recente aborda questões básicas sobre a natureza da mente e da ciência. Nascido em Londres, passou a maior parte de sua infância na Irlanda. Após completar seu doutorado em 2002, Symons ensinou na Universidade do Texas em El Paso até 2012, antes de vir para a Universidade de Kansas. Suas publicações recentes, incluindo Special Sciences and the Unity of Science [Ciências especiais e a unidade da ciência] (2012), “Computing with Bodies: Morphology, Function and Computational Theory” [Computando com corpos: morfologia, função e teoria computacional] (2014) e “How Computational Models Predict the Behavior of Complex Systems” [Como modelos computacionais preveem o comportamento de sistemas complexos] (2012), enfocaram o papel de modelos computacionais e softwares na pesquisa científica.</p>
<p><strong>Sobre o Café Científico: </strong>Coordenador pelo professor Charbel Niño El-Hani, o Café Científico possui três ramos. O Café Científico UFBA é trimestral e traz pesquisadores renomados em sua área para falar com o público universitário e a sociedade sobre temas relevantes na atualidade que demandam uma compreensão e um conhecimento científico. O Café Científico Salvador possui uma periodicidade mensal e acontece sempre no Auditório da Biblioteca Central dos Barris, trazendo pesquisadores de universidades e centros de pesquisa do estado da Bahia para falar para o público em geral, principal foco do evento, ainda que possua também participação do público acadêmico. O Café Científico Acta consiste numa série especial de cafés que ocorre durante a Semana de Arte, Cultura, Ciência e Tecnologia (ACTA) da UFBA com pesquisadores da própria universidade, focando no público acadêmico.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>O quê:</strong> Café Cientifico da UFBA<br />
<strong>Quando: </strong>segunda-feira, 18 de maio, às 10h<br />
<strong>Onde: </strong>SaladeArte Cinema da UFBA , Vale do Canela.</p>
<div id="_mcePaste"><span style="font-size: 16px;">Mais infor</span><span style="font-size: 16px;">mações:</span></div>
<div><span style="font-size: 16px;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: 16px;">Transmissão ao vivo através do link: <a href="http://aovivo.ufba.br/cafecientifico">http://aovivo.ufba.br/cafecientifico</a></span></div>
<p>Interessados em obter um conhecimento prévio sobre o assunto podem assistir a uma versão da fala do Dr. John Symons aqui: <a href="http://aovivo.ufba.br/cafecientifico">https://mediahub.ku.edu/media/John+Symons/0_kr6tsoqv</a></p>
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		<title>Café Científico discute o uso racional da água</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 02:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O engenheiro Luís Roberto Moraes, professor da Escola Politécnica da Ufba, traçou os desafios da atualidade para a problemática ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro Café Científico Salvador de 2015 trouxe para discussão o tema “O uso racional da água: o grande desafio atual” em função das comemorações do Dia Mundial da Água. Convidado para falar sobre o tema, o pesquisador Luís Roberto Santos Moraes, da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), debateu os problemas políticos e econômicos relacionados à distribuição deste recurso não renovável. O evento, que ocorreu dia 23 de março, na Biblioteca dos Barris, é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História da Ciência e pela Livraria LDM.</p>
<p><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2015/03/DSC_8693.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18128" title="DSC_8693" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2015/03/DSC_8693-1024x678.jpg" alt="" width="640" height="423" /></a></p>
<p>Moraes iniciou a palestra falando sobre os problemas locais, tendo usado dados fornecidos pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) para ilustrar a má condição dos rios da capital baiana.  “74% dos rios de Salvador estão em condições péssimas ou ruins a ponto de a população perder a percepção de que aquilo é um rio e não um esgoto que passa no meio da cidade”, diz.</p>
<p>De acordo com o engenheiro, o encapsulamento dos rios, ou seja, tapá-los como solução para o embelezamento da cidade, não é a forma mais adequada para melhorar os recursos hídricos. “O correto seria restaurar os rios trazendo-os para o tecido urbano e convívio das pessoas”, esclarece. O pesquisador chamou a atenção ainda para a falta de controle do número de poços em operação na cidade. Segundo ele, muitos reservatórios funcionam em condições irregulares ou ocupam áreas inapropriadas, correndo risco de contaminação.</p>
<p>Outra situação grave e que envolve a gestão da água está relacionada aos interesses financeiros que guiam as condutas políticas.  Luís Roberto cita como exemplo a barragem de Pedra do Cavalo, que foi construída para atender aos interesses de empresários do setor industrial e da construção civil. “Seria muito mais viável o aproveitamento dos rios e mananciais da Bacia do Recôncavo”, critica. “O governo economizaria ao construir uma barragem na região de Jacuípe, já que o rio Pojuca desemboca no Santa Helena por gravidade”.</p>
<p>Os índices pluviométricos também foram usados como justificativa para embasar esse argumento.  “Salvador é uma cidade com 2 mil mililitros de chuva por ano e tem que importar água do rio Paraguaçu. Já a barragem da Pedra do Cavalo fica a 90 km de Salvador, em um lugar que chove 850 mililitros por ano”, informa.</p>
<p><strong>Uso consciente –</strong> Para Moraes, há ainda um estresse da mídia, do capital econômico e do governo para o uso racional da água dentro de casa. De acordo com ele, existe um conceito relacionado à pegada ecológica, que avalia a pressão do consumo das populações humanas sobre os recursos naturais. No entanto, segundo o pesquisador, não é apenas o setor doméstico que consome água. “É necessário que haja uma preocupação no uso e manejo deste recurso. Atividades que demandam água em grande quantidade, como a industrial, muitas vezes, são motivos para desencadear conflitos. Não dá para analisar a questão da água desprezando o uso e a ocupação do solo”, comenta.</p>
<p>Os altos padrões de consumo também foram mencionados pelo palestrante. Ele afirma que, além do desmatamento, da poluição e mau uso das riquezas naturais, o desperdício acontece por falta de políticas públicas que estimulem o uso consciente. Trabalhos recentes discutem o que fazer para reduzir o desperdício levando em conta o leve aumento do consumo de água per capita no Brasil.</p>
<p>O professor aproveitou a ocasião para apresentar soluções inovadoras e sustentáveis. Medidas como captação de água da chuva, individualização da conta de água de prédios, reaproveitamento de água usada para descargas e aperfeiçoamento das práticas de esgotamento sanitário devem ser adotadas.</p>
<p>Ele chama a atenção para o fato de que é preciso pensar na água para uso em um mundo sustentável. De acordo com Luís, é fundamental unificar as políticas públicas e estimular a participação social diante dessa problemática. “A cobrança da sociedade é necessária e requer o empoderamento da população, que deve participar e lutar por questões básicas no que se refere à água”, conclui.</p>
<p>*<em>Graduanda no curso de Comunicação Jornalismo na Universidade Federal da Bahia e bolsista da Agência de Notícias em Ciência e Cultura da UFBA</em></p>
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		<title>Café Científico debate experiências com a seca</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 02:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisador alemão discute o Projeto Mata Branca e as adaptações do semiárido frente às mudanças climáticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17797" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"> </dt>
</dl>
</div>
<p>O que podemos aprender para a adaptação às mudanças climáticas, foi o tema do Café Científico que aconteceu na última sexta-feira (21), na Biblioteca Pública dos Barris. O pesquisador do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, COPPE/UFRJ Martin Obermaier falou sobre a convivência com a seca no semiárido e a experiência com o <em>Projeto Mata Branca</em>, e explicou como esse processo pode ajudar a combater as consequências das alterações climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Martin discutiu a importância da promoção do desenvolvimento sustentável no semiárido por meio de iniciativas socioeconômicas e tecnologias apropriadas. “A seca vai aumentar com as mudanças climáticas e essa tendência exige um processo de ajustamento e adaptação nos sistemas naturais”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">As mudanças climáticas são estão acontecendo há várias décadas. Em 2013, o nordeste registrou a maior seca dos últimos 50 anos.  Nos últimos 100 anos, a temperatura média no estado da Bahia aumentou mais de 1 grau Celsius. É um processo natural, mas obviamente, o homem interfere e intensifica o aumento da temperatura, que se tornou muito mais significativo a partir da revolução industrial, com o crescimento populacional e econômico. “Em 1900 a população era de 2 bilhões, hoje são 7 bilhões. A população global é maior e precisa de mais energia”, disse o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_17797" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2014/11/lais_matos-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-17797" src="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/wp-content/uploads/2014/11/lais_matos-8-300x177.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">Foto:Laís Matos  </p></div>
<p style="text-align: justify;">O problema do aquecimento é que temperaturas mais altas oferecem riscos para a agricultura e interfere na produção de alimentos. Durante a palestra, o pesquisador explicou que existe uma projeção de que até 2050, o que seria um curto prazo, a produção de alimentos será comprometida devido ao aquecimento global. Mas também existem previsões de que essa produção poderá aumentar, através de novas tecnologias, que permitam que algumas culturas agrícolas se desenvolvem melhor em temperaturas mais altas. É importante pensar em todos os aspectos dos problemas e suas possíveis conseqüências no sistema de produção de alimentos, no consumo e na segurança alimentar. “Se a produção de trigo reduzir, por exemplo, o preço irá aumentar, e os impactos disso são imensuráveis”, alerta o professor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vulnerabilidade &#8211; </strong>O professor Martin salientou que as cidades com baixos índices de desenvolvimento humano, histórico de secas e de degradação ambiental são as mais afetadas pelas consequências do aumento da temperatura. Ele explicou que outros fatores como saúde e educação precárias, além da falta de políticas públicas, também podem interferir no processo de convivência do homem com os efeitos da seca. “Não é só uma questão climática, mas social também”, disse o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Mata Branca &#8211; </strong>O projeto incentiva a produtividade agrícola como fonte de renda, associada à proteção do meio ambiente e foi desenvolvido com a finalidade de promover a conservação e gestão sustentável da caatinga.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto está presente nos estados do Ceará e Bahia, através de 132 núcleos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e preservação através da introdução de práticas sustentáveis, e é desenvolvido a partir de processos participativos. A interação é feita com o envolvimento das pessoas. &#8220;Elas ficam incentivadas a participar e contribuem, funciona como uma tentativa de integração nas políticas públicas”, explicou Martin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O aumento da produção agrícola familiar, e de outras demandas que variam de acordo com a necessidade de cada região são algumas da ações do projeto. Esse processo ajudou a promover uma alimentação balanceada e favoreceu o aumento da renda familiar, pois com uma produção maior, as pessoas puderam consumir e comercializar os alimentos, através de um sistema que se adequou a cada região. “Em alguns lugares o incentivo era na criação de peixes, construindo criadouros. Foram incentivos de baixo custo que favoreceram a alimentação e a geração de renda”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pesquisa &#8211; </strong>Durante o desenvolvimento do projeto, uma pesquisa foi feita, buscando saber o que mudou na vida dos beneficiários a curto e longo prazo. Martin diz que vê o <em>Mata Branca</em> como um criador de capacidades que mudam a vida das pessoas. Ele citou as capacidades genéricas que são os investimentos na área de saúde, educação, e as capacidades específicas, que envolvem a proteção contra o risco climático e o estímulo ao desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">As genéricas foram bastante ampliadas e investidas, no entanto, as específicas foram menos exploradas. Para Martin, as capacidades específicas são fundamentais por levarem possibilidades ao agricultor do semiárido e por isso, seus investimentos não podem ser tão limitados.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias famílias participantes do projeto foram analisadas, através de um estudo comparativo. Os resultados indicaram que as rendas das famílias participantes do programa são maiores. Até onde se vê, mesmo com a seca, as famílias conseguem se reerguer mais facilmente e tirar maior proveito do próprio sustento. O projeto cumpre uma questão fundamental referente à preocupação com segurança alimentar e qualidade nutricional, pois a família passa a cultivar uma quantidade variada de alimentos suficiente para a nutrição balanceada.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas essas atividades foram feitas com preocupação ecológica e sem imposições aos habitantes. O projeto é voltado para atender as necessidades da população a partir de consensos. Por isso não é focado na tecnologia e sim nas capacidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Charbel El-Hani, organizador do evento, também destaca a importância de um projeto prático e efetivo, diferente das medidas que às vezes se tornam inúteis. “Muitas vezes, mesmo sabendo que não é correto desmatar, as pessoas continuam fazendo isso porque o conhecimento não é aplicado.O conhecimento apenas, não muda nada, não adianta levar só a informação para as pessoas, ensinar como fazer, por isso a importância do programa, o ideal é ensinar as capacidades”.</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Graduanda no curso de Comunicação Jornalismo na Universidade Federal da Bahia e bolsista da Agência de Notícias em Ciência e Cultura da UFBA</em></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Café Científico abordará a convivência com a seca</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 20:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pesquisador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O evento discutirá formas de adaptação às mudanças climáticas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa sexta-feira, 21, acontecerá mais uma edição do Café Científico Salvador, que discutirá as lições que podem ser derivadas de experiências de convivência com a seca no semiárido nordestino para a futura adaptação às mudanças climáticas. Dessa vez, o convidado será o pesquisador do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, COPPE/UFRJ, Martin Obermaier, com a mesa intitulada: <em>Convivência com a seca, e o que podemos aprender para a adaptação às mudanças climáticas: experiências do projeto mata branca.</em> O evento será iniciado às 18hrs na sala Luiz Orlando, localizada na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (biblioteca dos Barris), Rua General Labatut, nº 27, Barris, Salvador – BA.  É gratuito e não necessita de inscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">O Café Científico é um local em que as pessoas podem discutir sobre os recentes desenvolvimentos das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem para debater questões científicas. É promovido pelo Programa de Pós-graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (Ufba/Uefs); Livraria Multicampi; Tribuna da Bahia; Rádio CBN e Biblioteca Pública do Estado da Bahia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para mais informações, acessem: <a href="http://cafecientificossa.blogspot.com/" target="_blank">http://cafecientificossa.blogspot.com</a></p>
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